Questões de Concurso
Sobre gêneros e formatos jornalísticos em comunicação social
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ao telejornalismo.
itens a seguir.
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itens a seguir.
Apesar da remoção de 14 mulheres ontem e de mais 17 previstas para hoje, a cadeia feminina de Votorantim continuará superlotada. Ontem ela amanheceu com 147 detentas, número que nesta sexta-feira deve baixar para 116, caso não haja novas prisões nesta data. Ocorre que a população carcerária no local é 2,4 vezes maior que a capacidade da unidade, de 48 pessoas.
(Jornal Cruzeiro do Sul Online - 4/12/2009)
O título e o lead dessa matéria apresentam um vício condenado por boa parte dos editores. Eles são textos
(Adaptado de matéria da Folha Online - 03/12/2009)
O número da lei municipal foi escrito por extenso para
O lide, muito comum em despachos internacionais, que sumariza os fatos principais de forma uniforme e objetiva, é chamado de
O elemento que orienta a cobertura dos acontecimentos noticiosos, definindo a filosofia do veículo de comunicação no que se refere à execução das pautas, redação de textos e edição das matérias é chamado de
Do ponto de vista da produção, a reportagem que aplica técnicas literárias na construção de episódios e situações é conhecida como
Em uma matéria sobre um conflito militar, cientistas políticos que tecem comentários sobre o andamento e a repercussão do conflito são fontes
A leitura não-linear de um texto jornalístico tem relação com:
Na área da Comunicação uma das possibilidades oferecidas pela internet é:
Em telejornalismo o termo “espelho” está relacionado com:
Pensando a formação das redes noticiosas, Traquina se detém na reflexão em torno de uma importante relação: a que é mantida entre os jornalistas e as fontes. Citando o teórico Mauro Wolf, Traquina afirma que "a rede de fontes que os órgãos de informação estabelecem como instrumento essencial para o seu funcionamento reflete, por um lado, a estrutura social e de poder existente e, por outro, organiza se a partir das exigências dos procedimentos produtivos" (Nelson Traquina, 2005, 190).De acordo com a reflexão de Traquina em torno dessa relação, analise as assertivas abaixo.
I. A relação entre a fonte e o jornalista é sagrada e se manifesta na importância que a comunidade jornalística dá ao direito de sigilo profissional.
II. Uma fonte é uma pessoa que o jornalista observa ou entrevista e que fornece informações.
III. O desenvolvimento da relação com a fonte é um processo habitualmente orientado com paciência, compreensão e capacidade de conversação sobre interesses comuns, até formar um clima de confiança.
IV. O jornalista nunca utiliza a fonte mais pelo que é do que pelo que sabe. A autoridade da posição da fonte não pode determinar ou influenciar tão diretamente a escolha operada pelo jornalista.
Das afirmativas apresentadas, estão corretas somente
Na discussão desenvolvida sobre a "objetividade jornalística" em Teorias do Jornalismo, Traquina dialoga com um conjunto de autores acerca de como esse valor constituidor do ethos jornalístico é mal interpretado e pouco entendido. A partir desse diálogo, pode-se dizer que Traquina sustenta o seguinte argumento:
I. Com a ideologia da objetividade, os jornalistas substituíram uma fé simples nos fatos por uma falsa fidelidade às regras e aos procedimentos criados para um mundo no qual nem os fatos eram postos em causa.
II. A objetividade no jornalismo não é negação da subjetividade, mas uma série de procedimentos que os membros da comunidade interpretativa utilizam para assegurar uma credibilidade não-interessada e se protegerem contra eventuais críticas ao seu trabalho.
III. Os jornalistas acreditam poder mitigar pressões contínuas como sejam os prazos, os possíveis processos de difamação e repressões dos superiores, com o argumento de que seu trabalho tem, em parte, um caráter subjetivo.
Das afirmativas apresentadas, está(ão) correta(s) some
Observando-se atentamente o primeiro parágrafo da matéria de O Globo (21 de abril de 2009), intitulada "Na rota do abandono, rumo ao perigo", podemos verificar a construção de uma narrativa tipicamente jornalística. "Numa semana recheada de feriados, duas das principais vias de saída do Rio para regiões turísticas, por onde passam 400 mil veículos por dia, dão sinais de abandono. (...) Falta de placas ou sinalização com letras e números apagados; mato alto no acostamento; grades em mau estado de conservação; asfalto desnivelado ou sem a sinalização horizontal são alguns dos obstáculos encontrados pelos motoristas" (O Globo, abril de 2009). De acordo com a leitura do livro Técnicas de codificação em jornalismo, de Mário Erbolato, analise os itens abaixo, considerando as diretrizes básicas para a contrução dessa narrativa, que poderíamos identificar no parágrafo acima.
I. Uso de linguagem simples.
II. Escrita na ordem direta.
III. Emprego de adjetivos limitado ao necessário.
IV. As siglas, excetuando-se as muito conhecidas, devem ser explicadas.
V. Emprego de poucas palavras em cada oração.
Considerando V(verdadeiro) e F(falso), assinale a alternativa que contém a sequência correta.
No mundo dos jornalistas, faz-se uso de termos que dizem respeito unicamente à prática jornalística e que inauguram um vocabulário específico desses profissionais. Pertencer ao mundo dos jornalistas é, de alguma forma, conhecer e compartilhar esses códigos, muitos dos quais são apontados e discutidos por Mário Erbolato em Técnicas de codificação em jornalismo. De acordo com tal leitura, analise as sentenças abaixo.
I. Suíte é a sequência que se dá a um assunto, nas edições subsequentes do jornal, quando a matéria é quente e continua a despertar o interesse dos leitores.
II. O lead seria o parágrafo sintético, vivo e leve com o que se inicia a notícia, na tentativa de prender a atenção do leitor.
III. Barriga é o termo usado para denominar a notícia falsa ou errada.
IV. Espelho: fotografia, gráfico, desenho ou mapa, publicados em jornal ou revista.
Das afirmativas apresentadas, está(ão) correta(s) somente
No Globo online de 21 de abril de 2009, do lado esquerdo e alto da tela, exibia-se a seguinte chamada: "mexicano usa vestido para apalpar passageira". Uma nota detalhava o acontecido: "Um homem de 45 anos foi preso pela polícia mexicana acusado de assediar mulheres no metrô da Cidade do México em vagões femininos, nos quais entrava vestido de mulher" (Globo online, abril de 2009). Uma foto do mexicano ilustrava a situação: ele possuía estatura baixa, estava vestido de mulher e espremido entre dois policiais encapuzados. Recorrendo-se aos critérios de noticiabilidade jornalísticos oferecidos por Erbolato, tal acontecimento pode ser enquadrado como notícia, pois trata-se de um(a)
Mário Erbolato (em Técnicas de codificação em jornalismo) discute os papéis de que se investe o jornalismo, situando-o em meio à sociedade de massas. Analise as alternativas abaixo relacionadas a reflexões sobre a narrativa jornalística coerentes com o pensamento de Erbolato.
I. Opinião e Interpretação são diferentes faces de uma mesma moeda.
II. O jornalismo interpretativo é também conhecido como jornalismo em profundidade, jornalismo explicativo ou jornalismo motivacional.
III. O jornalismo poderia ser dividido em quatro categorias: Informativo, Interpretativo, Opinativo e Diversional.
Das afirmativas apresentadas, está(ao) correta(s) somente