Questões de Concurso
Sobre ética da comunicação em comunicação social
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De acordo com o Código de Ética do Jornalista, pode-se afirmar, EXCETO:
Dadas as afirmativas seguintes quanto às orientações embasadas nos Códigos de Ética de Jornalistas e/ou Relações Públicas,
I. O Código de Ética dos Profissionais de Relações Públicas destaca que, mesmo sendo de uma profissão de caráter público, o comportamento do profissional, mesmo privado, repercutirá nos juízos que recaiam sobre o conjunto da profissão.
II. O Código de Ética dos Jornalistas, no Brasil, tem como base o direito fundamental do cidadão à informação, e, através de profissionais habilitados, sendo justificada a não divulgação de fatos que possam ser contrários ao interesse da nação.
III. Os códigos de ética para profissionais de comunicação são um conjunto de sugestões que guiam a prática profissional, embora seja recomendado que o profissional deva agir prioritariamente seguindo as recomendações de seus empregadores.
verifica-se que está(ão) correta(s)
À que questão ética prevista no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros se refere a “declaração em off”?
Segundo o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, são deveres diante da conduta profissional do jornalista, EXCETO:
De acordo com o Código de Ética do Jornalista Brasileiro, é correto afirmar que o jornalista NÃO pode divulgar informações, quando
De acordo com o Código de Ética Publicitário, assinale a alternativa INCORRETA.
I. A impossibilidade de monopólio ou oligopólio, direta ou indiretamente, nos meios de comunicação social do país.
II. A propaganda de alguns produtos possuem restrições legais e advertências quanto aos malefícios de seu consumo.
III. Atividades de seleção e direção de programação podem ser exercidas por estrangeiros, exceto cargos de editoria.
IV. Veículos de comunicação impressos e eletrônicos só podem ser abertos após autorização do Congresso Nacional.
Estão corretas apenas as afirmativas
A construção da cidadania e da democracia requer a divulgação ampla e transparente da informação de interesse público, o que evidencia a necessidade de investimento prioritário nos veículos e canais de comunicação de massa, como o rádio e a TV.
É vedada a transmissão de qualquer publicidade na televisão educativa. Nesse caso, os programas transmitidos podem ser patrocinados, desde que neles não seja realizada nenhuma propaganda.
Redes somente poderão ser formadas na exploração do serviço de radiodifusão comunitária em situações de guerra, calamidade pública e epidemias.
A fim de se evitarem interferências em outros sistemas, como o de controle de tráfego aéreo, o serviço de radiodifusão comunitária deve ser realizado em frequência modulada com potência limitada de, no máximo, 25 W ERP (potência efetivamente irradiada) e altura do sistema irradiante não superior a trinta metros.
A outorga da autorização a entidade interessada na exploração do serviço de radiodifusão comunitária terá validade de quinze anos, permitida a renovação por mais cinco anos, se forem cumpridas as exigências das disposições legais vigentes.
É vedado à entidade detentora de autorização para exploração do serviço de radiodifusão comunitária alterações em seus atos constitutivos ou na composição de sua diretoria sem prévia anuência do poder concedente.
A contribuição para o fomento da radiodifusão pública foi instituída com os objetivos de expansão e melhoria dos serviços de radiodifusão pública. Essa contribuição é devida pelas prestadoras dos serviços de telecomunicações e seu fato gerador é a prestação desses serviços.
Caso uma emissora seja reincidente na transmissão de espetáculo em horário diverso do autorizado ou sem aviso de sua classificação, a autoridade judiciária poderá determinar a suspensão da programação dessa emissora por até dois dias.
Os critérios de análise para classificação indicativa baseiam-se nos conteúdos relacionados principalmente a violência, sexo e drogas.
A autoclassificação ou análise prévia é a inscrição, por parte de pessoas jurídicas detentoras dos direitos de exibição cinematográfica, obtidos mediante processo burocrático junto ao Ministério da Justiça, informando a classificação pretendida, sem a necessidade de envio, ao órgão classificador, da obra audiovisual.
As restrições legais com relação a produtos fumígenos limitam-se aos derivados do tabaco, a exemplo de cigarros, cigarrilhas, charutos e de fumo para cachimbo.
Compete à Agência Nacional de Saúde (ANS) o papel de fiscalizar o cumprimento da legislação nacional referente a propaganda, patrocínio e promoção dos produtos de tabaco.