Questões de Concurso Sobre cinema em comunicação social

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Ano: 2015 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2015 - FUB - Diretor de Imagem |
Q561653 Comunicação Social
Julgue o item a seguir, relativo à direção de arte para meios audiovisuais.
Em geral, grande parte do trabalho do diretor de arte acontece fora do set e muitas atividades são executadas antes mesmo do início das filmagens. Durante as filmagens, ele continua construindo cenários que serão filmados posteriormente, acontecendo toda essa atividade em seu escritório, ateliê ou nas oficinas dos cenotécnicos.
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Ano: 2015 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2015 - FUB - Diretor de Imagem |
Q561652 Comunicação Social
Julgue os itens a seguir, relativos à direção de arte para meios audiovisuais.
O cenógrafo é uma espécie de arquiteto do cinema: é ele quem, por meio de desenhos e maquetes que devem ser aprovados pelo diretor, cria todos os ambientes que se transformam em cenário.
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Ano: 2015 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2015 - FUB - Diretor de Imagem |
Q561651 Comunicação Social
Julgue o item a seguir, relativos à direção de arte para meios audiovisuais.
O diretor de arte é o responsável geral pelo aspecto visual e pelos diálogos do filme. Sob a orientação do diretor e do roteirista, ele deve harmonizar e procurar as combinações, as tonalidades certas entre cenografia, figurino, maquiagem e até roteiro.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: FUB Prova: CESPE - 2015 - FUB - Diretor de Imagem |
Q561649 Comunicação Social
Com relação à imagem do audiovisual e às mudanças advindas com as novas tecnologias, julgue o item que se segue.
No cinema clássico, o espectador acompanha uma estrutura linear que promove um conjunto sequencial de emoções participativas, ao passo que, nos novos meios interativos, a construção de uma temporalidade modela uma emoção menos pessoal, mais distanciada.
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Q557296 Comunicação Social
Na criação publicitária ele tem o papel de antecipar a construção do filme ao cliente e ilustrar o momento de apresentação da ideia. É um documento tradutório que busca sua expressão em forma de frames do filme ilustrado, que auxiliará na compreensão daquilo que a equipe da agência imaginou para o roteiro, no qual o diretor poderá aprimorar ou modificar de forma a colaborar com a ideia principal do filme. É como uma pauta, um direcionamento, uma interpretação, uma antecipação em cenas fragmentadas passível de modificação de suporte.
                                                       (BERTOMEU, João Vicente Cegato. Criação de filmes publicitários)

Essa é a definição para
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Ano: 2015 Banca: COMVEST UFAM Órgão: UFAM Prova: COMVEST UFAM - 2015 - UFAM - Jornalista |
Q541564 Comunicação Social
Marshall McLuhan descreve os meios de comunicação em função do grau de envolvimento entre estes e os sentidos do expectador, distinguindo-os como meios quentes e meios frios. Sobre essa teoria, leia as afirmativas abaixo:


− Um meio quente é aquele que prolonga um único de nossos sentidos e em “alta definição".

− Alta definição se refere a um estado de alta saturação de dados.

− Os meios quentes não deixam muita coisa a ser preenchida ou completada pela audiência.

− Daí que os meios quentes são baixos em participação, porque sua ação é mais completa, fornecendo tudo e originando nos destinatários uma atitude de “embotamento" ou “sonambulismo".

− Já os meios frios requerem a participação do indivíduo, a quem cabe preencher os dados que faltam.

− Assim, os meios quentes excluem, e os meios frios incluem.


Baseado na teoria dos meios quentes e meios frios de McLuhan, relacione os veículos de comunicação a seguir com os meios que aparecem logo abaixo:

1. A fala.

2. Telefone.

3. Rádio.

4. Cinema.

5. Televisão.


I. Meio quente

II.Meio frio.


Assinale, a seguir, a sequência que relaciona corretamente os veículos de comunicação com os meios:
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Ano: 2015 Banca: COMVEST UFAM Órgão: UFAM Prova: COMVEST UFAM - 2015 - UFAM - Jornalista |
Q541560 Comunicação Social
Em meados de 2010, o site de vídeos Vimeo lançou um desafio público na internet: refilmar Star Wars, de George Lucas. O filme seria feito pelos próprios internautas, no estilo e formato que estes quisessem. Os autores, de qualquer parte do mundo, deveriam enviar sua versão aos produtores do filme. A montagem final absorveria, no máximo, 15 segundos de cada filme.

Para realizar as cenas, os participantes deveriam operar programas de edição de vídeo, equipamentos de filmagem e animação, além de estabelecer um nível interação via redes em que estivessem em sintonia sobre como filmar, mesmo sem se conhecer ou morar no mesmo lugar.

O resultado foi o longa Star Wars Uncut, feito a partir da interação entre fãs anônimos da saga Lucas. Considerando essa forma de produção colaborativa, identifique, entre as alternativas a seguir, a denominação proposta por um renomado pesquisador da cultura digital para conceituar a relação entre pessoas que não se conhecem, mas dividem as mesmas referências, com capacidade de recriar as mensagens da mídia e compartilhar ideias espalhadas entre vários meios de comunicação, em várias plataformas, acrescentando suas próprias contribuições, inserindo-as de volta na rede. 

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Ano: 2015 Banca: COMVEST UFAM Órgão: UFAM Prova: COMVEST UFAM - 2015 - UFAM - Jornalista |
Q541553 Comunicação Social
Sobre o conceito de indústria cultural, considere as seguintes afirmativas:


I. Refere-se à conversão da cultura em mercadoria, ao processo de subordinação da consciência à racionalidade capitalista.

II. Em sua essência, refere-se às empresas produtoras e as técnicas de comunicação. O cinema, a televisão, a imprensa e demais meios de comunicação são a indústria cultural.

III. Designa uma prática social através da qual a produção cultural e intelectual passa a ser orientada para inserção no mercado de consumo.

IV. A produção estética integra-se à produção mercantil em geral, permitindo o surgimento da ideia de que o que somos dependentes dos bens que podemos comprar e dos modelos de conduta veiculados pelos meios de comunicação.

V. Nas sociedades capitalistas, o consumo estético massificado mobiliza a população a se engajar nas tarefas necessárias à manutenção do sistema econômico e social.


Assinale a alternativa correta:
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Ano: 2015 Banca: FUNRIO Órgão: UFRB Prova: FUNRIO - 2015 - UFRB - Diretor de programa |
Q533203 Comunicação Social
Os manuais de direção e produção de documentários, americanos e ingleses, geralmente usam o termo proposal (proposta) ao se referirem a
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Ano: 2015 Banca: FUNRIO Órgão: UFRB Prova: FUNRIO - 2015 - UFRB - Diretor de programa |
Q533202 Comunicação Social
De acordo com Bill Nichols (2005), o documentário é o que se pode denominar de “conceito vago”. Trata-se, segundo o autor, de uma representação do mundo em que vivemos. Nichols, no entanto, identifica seis modos de representação que funcionam como subgêneros do gênero documentário propriamente dito. São eles:
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Ano: 2015 Banca: FUNRIO Órgão: UFRB Prova: FUNRIO - 2015 - UFRB - Diretor de programa |
Q533201 Comunicação Social
A emissora MTV, criada nos anos 1980, foi uma das pioneiras na propagação da estética do videoclipe. Considerada por muitos um símbolo da pós-modernidade, a estética do videoclipe caracteriza-se pelo hibridismo de referências e linguagens e assimilou ao longo dos anos elementos do rádio, do cinema, da literatura, da pop art, dos quadrinhos, dos games etc. Outra tendência importante, segundo Arlindo Machado, é a descontinuidade. É comum vermos videoclipes em que as “ideias tradicionais de sucessão e de linearidade já não são mais determinantes” (2005, p. 180). Desta forma, das características abaixo, quais configuram a maior parte dos videoclipes em termos estéticos?
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Ano: 2015 Banca: FUNRIO Órgão: UFRB Prova: FUNRIO - 2015 - UFRB - Diretor de programa |
Q533200 Comunicação Social
Sobre o filme Noir, podemos afirmar o seguinte:
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Ano: 2015 Banca: FUNRIO Órgão: UFRB Prova: FUNRIO - 2015 - UFRB - Diretor de programa |
Q533197 Comunicação Social
O roteiro de cinema, em sua forma padrão do roteiro de ficção, ancora-se em um elemento herdado da dramaturgia de palco: a sequência ou cena dramática. Trata-se
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Ano: 2015 Banca: FUNRIO Órgão: UFRB Prova: FUNRIO - 2015 - UFRB - Diretor de programa |
Q533194 Comunicação Social
No que se refere à linguagem audiovisual, a televisão se difere do cinema e do computador
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Ano: 2015 Banca: FUNRIO Órgão: UFRB Prova: FUNRIO - 2015 - UFRB - Diretor de programa |
Q533190 Comunicação Social
Na produção de imagens, sejam fixas ou em movimento, encontramos componentes visuais que transmitem estados de ânimo, emoções, ideias e estrutura às imagens. Os componentes visuais básicos de uma imagem, seja na televisão, no cinema ou no computador são
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Q467311 Comunicação Social
Para a realização de um documentário em vídeo, a título de trabalho de conclusão de disciplina do terceiro ano do ensino médio, um aluno utilizou softwares específicos para edição. Para tanto, ele utilizou como programas de edição de fotografias, vídeo e áudio, respectivamente:
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Ano: 2014 Banca: CETRO Órgão: FCP
Q1213544 Comunicação Social
Leia o texto publicado por Guilherme Duarte da ASCOM Fundação Cultural Palmares, no portal eletrônico, em julho de 2013, marque V para verdadeiro ou F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Um retrato da resistência quilombola brasileira, é o que propõe o documentário “Nem Caroço Nem Casca – Uma História de Quilombolas”. A obra é uma produção do diretor Will Martins numa parceria entre a Elecnor Transmissão de Energia, a Novelo Filmes, com o auxílio de coprodução da ONG Me Ensina e da produtora Glóbulo Marcas de Propósito. O documentário tem a cidade de Viana/MA como ponto de partida e se baseia em uma estrada no interior do Maranhão que une moradores de seis comunidades quilombolas. 
Uma rica experiência – Will Martins explica que a ideia de fazer o filme surgiu por acaso. Pelo fato de sempre fazer documentários pelo Brasil inteiro, ele percebeu que a realidade dos quilombos é um assunto pouco explorado. “Foi mais o tema que me encontrou do que eu que encontrei o tema”, diz. 
(   ) As comunidades quilombolas são grupos étnicoraciais, segundo critérios de auto atribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas e com ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida. E, obviamente, apresentam tradições da cultura negra brasileira. 
(   ) Os integrantes das comunidades quilombolas, mesmo sendo descendentes, não possuem laços culturais, uma vez que não se mantêm as tradições, práticas religiosas, relação com o trabalho na terra e sistemas de organização social próprios.
(   ) A regularização dos territórios quilombolas auxilia a manutenção da cultura negra.
Alternativas
Q1003021 Comunicação Social

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.


( ) O cinema é capaz de estender a realidade da fotografia, pois acrescenta à “presença” da fotografia a sucessão de “imagens em movimento”.

( ) Todo produto televisivo é espaço profícuo para a presença de múltiplas instâncias significativas, exceto o documentário de televisão que é por natureza imparcial.

( ) No telejornalismo, a nota pé se refere às informações adicionais lidas pelo apresentador, ao vivo, no final da matéria.

( ) No telejornalismo, a nota coberta é aquela notícia lida pelo apresentador, ao vivo, sem qualquer imagem ilustrativa.

Alternativas
Q1003016 Comunicação Social

Quanto às barreiras possíveis de existir no processo comunicativo, assinale a alternativa que associa corretamente os números do primeiro bloco de palavras à(s) letra(s) do segundo bloco.


1. Barreiras mecânicas

2. Barreiras fisiológicas

3. Barreiras semânticas

4. Barreiras psicológicas


A. Estão relacionadas aos equipamentos, instrumentos e meios de comunicação.

B. Estão ligadas aos valores, ideias e culturas das pessoas.

C. Pode-se citar como exemplos a surdez e a gagueira.

D. Refere-se à incompatibilidade entre o repertório de emissor e do receptor.

Alternativas
Q1003010 Comunicação Social

Relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.


1. Fusão

2. Travelling

3. Puxar

4. Cue


A. Prolongar o tempo de revelação de um filme, buscando compensar exposição insuficiente.

B. Sinônimo de cross-fade.

C. Marca para operação de corte ou início de uma ação em cena.

D. Movimento de câmera que pode ser feito no ombro ou sobre tripés móveis.

Alternativas
Respostas
141: C
142: C
143: E
144: E
145: D
146: A
147: E
148: D
149: B
150: A
151: D
152: E
153: D
154: A
155: A
156: C
157: D
158: B
159: A
160: B