Questões de Concurso
Sobre cinema em comunicação social
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Em geral, grande parte do trabalho do diretor de arte acontece fora do set e muitas atividades são executadas antes mesmo do início das filmagens. Durante as filmagens, ele continua construindo cenários que serão filmados posteriormente, acontecendo toda essa atividade em seu escritório, ateliê ou nas oficinas dos cenotécnicos.
O cenógrafo é uma espécie de arquiteto do cinema: é ele quem, por meio de desenhos e maquetes que devem ser aprovados pelo diretor, cria todos os ambientes que se transformam em cenário.
O diretor de arte é o responsável geral pelo aspecto visual e pelos diálogos do filme. Sob a orientação do diretor e do roteirista, ele deve harmonizar e procurar as combinações, as tonalidades certas entre cenografia, figurino, maquiagem e até roteiro.
No cinema clássico, o espectador acompanha uma estrutura linear que promove um conjunto sequencial de emoções participativas, ao passo que, nos novos meios interativos, a construção de uma temporalidade modela uma emoção menos pessoal, mais distanciada.
(BERTOMEU, João Vicente Cegato. Criação de filmes publicitários)
Essa é a definição para
− Um meio quente é aquele que prolonga um único de nossos sentidos e em “alta definição".
− Alta definição se refere a um estado de alta saturação de dados.
− Os meios quentes não deixam muita coisa a ser preenchida ou completada pela audiência.
− Daí que os meios quentes são baixos em participação, porque sua ação é mais completa, fornecendo tudo e originando nos destinatários uma atitude de “embotamento" ou “sonambulismo".
− Já os meios frios requerem a participação do indivíduo, a quem cabe preencher os dados que faltam.
− Assim, os meios quentes excluem, e os meios frios incluem.
Baseado na teoria dos meios quentes e meios frios de McLuhan, relacione os veículos de comunicação a seguir com os meios que aparecem logo abaixo:
1. A fala.
2. Telefone.
3. Rádio.
4. Cinema.
5. Televisão.
I. Meio quente
II.Meio frio.
Assinale, a seguir, a sequência que relaciona corretamente os veículos de comunicação com os meios:
Para realizar as cenas, os participantes deveriam operar programas de edição de vídeo, equipamentos de filmagem e animação, além de estabelecer um nível interação via redes em que estivessem em sintonia sobre como filmar, mesmo sem se conhecer ou morar no mesmo lugar.
O resultado foi o longa Star Wars Uncut, feito a partir da interação entre fãs anônimos da saga Lucas. Considerando essa forma de produção colaborativa, identifique, entre as alternativas a seguir, a denominação proposta por um renomado pesquisador da cultura digital para conceituar a relação entre pessoas que não se conhecem, mas dividem as mesmas referências, com capacidade de recriar as mensagens da mídia e compartilhar ideias espalhadas entre vários meios de comunicação, em várias plataformas, acrescentando suas próprias contribuições, inserindo-as de volta na rede.
I. Refere-se à conversão da cultura em mercadoria, ao processo de subordinação da consciência à racionalidade capitalista.
II. Em sua essência, refere-se às empresas produtoras e as técnicas de comunicação. O cinema, a televisão, a imprensa e demais meios de comunicação são a indústria cultural.
III. Designa uma prática social através da qual a produção cultural e intelectual passa a ser orientada para inserção no mercado de consumo.
IV. A produção estética integra-se à produção mercantil em geral, permitindo o surgimento da ideia de que o que somos dependentes dos bens que podemos comprar e dos modelos de conduta veiculados pelos meios de comunicação.
V. Nas sociedades capitalistas, o consumo estético massificado mobiliza a população a se engajar nas tarefas necessárias à manutenção do sistema econômico e social.
Assinale a alternativa correta:
Um retrato da resistência quilombola brasileira, é o que propõe o documentário “Nem Caroço Nem Casca – Uma História de Quilombolas”. A obra é uma produção do diretor Will Martins numa parceria entre a Elecnor Transmissão de Energia, a Novelo Filmes, com o auxílio de coprodução da ONG Me Ensina e da produtora Glóbulo Marcas de Propósito. O documentário tem a cidade de Viana/MA como ponto de partida e se baseia em uma estrada no interior do Maranhão que une moradores de seis comunidades quilombolas.
Uma rica experiência – Will Martins explica que a ideia de fazer o filme surgiu por acaso. Pelo fato de sempre fazer documentários pelo Brasil inteiro, ele percebeu que a realidade dos quilombos é um assunto pouco explorado. “Foi mais o tema que me encontrou do que eu que encontrei o tema”, diz.
( ) As comunidades quilombolas são grupos étnicoraciais, segundo critérios de auto atribuição, com trajetória histórica própria, dotados de relações territoriais específicas e com ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida. E, obviamente, apresentam tradições da cultura negra brasileira.
( ) Os integrantes das comunidades quilombolas, mesmo sendo descendentes, não possuem laços culturais, uma vez que não se mantêm as tradições, práticas religiosas, relação com o trabalho na terra e sistemas de organização social próprios.
( ) A regularização dos territórios quilombolas auxilia a manutenção da cultura negra.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) O cinema é capaz de estender a realidade da fotografia, pois acrescenta à “presença” da fotografia a sucessão de “imagens em movimento”.
( ) Todo produto televisivo é espaço profícuo para a presença de múltiplas instâncias significativas, exceto o documentário de televisão que é por natureza imparcial.
( ) No telejornalismo, a nota pé se refere às informações adicionais lidas pelo apresentador, ao vivo, no final da matéria.
( ) No telejornalismo, a nota coberta é aquela
notícia lida pelo apresentador, ao vivo, sem
qualquer imagem ilustrativa.
Quanto às barreiras possíveis de existir no processo comunicativo, assinale a alternativa que associa corretamente os números do primeiro bloco de palavras à(s) letra(s) do segundo bloco.
1. Barreiras mecânicas
2. Barreiras fisiológicas
3. Barreiras semânticas
4. Barreiras psicológicas
A. Estão relacionadas aos equipamentos, instrumentos e meios de comunicação.
B. Estão ligadas aos valores, ideias e culturas das pessoas.
C. Pode-se citar como exemplos a surdez e a gagueira.
D. Refere-se à incompatibilidade entre o
repertório de emissor e do receptor.
Relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Fusão
2. Travelling
3. Puxar
4. Cue
A. Prolongar o tempo de revelação de um filme, buscando compensar exposição insuficiente.
B. Sinônimo de cross-fade.
C. Marca para operação de corte ou início de uma ação em cena.
D. Movimento de câmera que pode ser feito no ombro ou sobre tripés móveis.