Questões de Concurso Comentadas sobre sociologia
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(1a Parte) A internalização de valores sociais ocorre de maneira uniforme entre os tndivíduos de um mesmo grupo, devido à homogeneidade cultura/ comparttlhada.
(2a Parte) O processo de socíalbação envolve a internalização de normas, valores e padrões culturaís, tnfluenciando comportamentos e formas de percepção da realidade.
(3a Parte) A identidade do indivíduo constitui-se a partir das interações estabelectdas com o outro e com os grupos socíais aos quais está vínculado.
Pode-se afirmar que:
(1a Parte) A expansão urbana horizontal tende a reduzir os custos públícos com infraestrutura e transporte, ao otimizar a distribuição espacial dos serviços.
(2a Parte) A priorização do transporte coletivo e dos modos não motorizados constitui um dos pilares da mobilidade urbana sustentável.
(3a Parte). A desigualdade na mobilidade urbana se manifesta, entre outros dspectos, no maior tempo de deslocamento enfrentado por populações periféricas em comparação com áreas centrais.
Pode-se afirmar que:
I. A diversidade cultural local resultou da interação entre diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.
II. A presença indígena antecedeu a ocupação colonial da região.
III. A influência africana contribuiu para manifestações culturais e religiosas no Brasil.
IV. A formação cultural regional ocorreu exclusivamente por influência europeia.
V. As tradições culturais locais podem refletir processos históricos de miscigenação.
Está CORRETO o que se afirma em:
"O patrimônio cultural brasileiro é formado por bens materiais e imateriais que expressam referências à ________, à ________ e às manifestações que revelam a ________ presente na formação da sociedade."
Identifique a alternativa que completa corretamente a(s) lacuna(s) acima.
Identifique a alternativa que completa corretamente a(s) lacuna(s) acima.
Leia o texto:
MISOGINIA OU RACISMO
Em uma sociedade marcada por desigualdades históricas, as formas de discriminação frequentemente se entrelaçam, produzindo fenômenos complexos que desafiam análises simplistas. Entre esses fenômenos, destacam-se a misoginia e o racismo, que, embora possuam raízes distintas, podem coexistir e reforçar-se mutuamente, sobretudo quando direcionados a mulheres negras.
A misoginia, entendida como o desprezo ou aversão às mulheres, manifesta-se em práticas culturais, sociais e institucionais que limitam a participação feminina em diversos espaços. Já o racismo, estruturado historicamente, estabelece hierarquias baseadas em características étnico-raciais, perpetuando desigualdades e exclusões.
Quando essas duas formas de opressão se cruzam, surge uma realidade ainda mais severa. A mulher negra, por exemplo, enfrenta não apenas preconceitos de gênero, mas também discriminações raciais, o que a coloca em uma posição de vulnerabilidade ampliada. Esse fenômeno é frequentemente analisado sob a perspectiva da interseccionalidade, conceito que busca compreender como diferentes formas de opressão se articulam.
Além disso, a linguagem desempenha um papel crucial na manutenção ou no combate a essas práticas. Expressões aparentemente inofensivas podem carregar significados discriminatórios, reforçando estereótipos e naturalizando desigualdades. Por outro lado, a conscientização linguística pode contribuir para a transformação social.
Portanto, compreender as nuances entre misoginia e racismo, bem como suas intersecções, é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa. Tal compreensão exige não apenas conhecimento teórico, mas também uma postura crítica diante das práticas cotidianas.
O conceito acima refere-se a: