Questões de Concurso Sobre sociologia
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Considere a charge a seguir.

Disponível em: https://www.acaricatura.com.br/copia-publicacoes-a?lightbox=dataltem-k8j8u0ab1. Acesso em: 27 jan. 2026.Adaptado.
A charge sinaliza o processo de precarização do trabalho no Brasil contemporâneo, que se manifesta, de forma estrutural, sobretudo pela
Em um livro dedicado a explorar aspectos da cultura popular de rua, especialmente no Rio de Janeiro, o historiador Luiz Antônio Simas escreveu:
Há um epistemicídio em curso na cidade. É isso mesmo: assistimos ao processo de destruição dos saberes, práticas, modos de vida, visões de mundo, das culturas que não se enquadram no padrão canônico. Relegadas ao campo da barbárie, ou acolhidas como pitorescas ou folclóricas, elas são desqualificadas em nome da impressão de que o hemisfério norte representa o ápice civilizatório da humanidade e de que a história humana só pode ser contada a partir dos marcos e dos códigos que o Ocidente produziu.
SIMAS, L. A. O corpo encantado das ruas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2020. p. 48.
A reflexão proposta por Simas, tendo em vista as características da formação cultural e social brasileira, faz referência à
Ao comparar obras de compositoras como Chiquinha Gonzaga, Dolores Duran, Joyce Moreno e Rita Lee, o docente busca problematizar a presença feminina na MPB e suas relações com contextos sociais e culturais.
Considerando-se essa proposta pedagógica, qual é o papel das mulheres compositoras na MPB?
Considerando esse panorama, é correto afirmar que:
Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta:
A relação entre globalização e cultura pode ser compreendida como:
A classificação dessas manifestações como patrimônio cultural imaterial significa que:
Considerando essa abordagem, assinale a alternativa que melhor expressa a interpretação da autora sobre a relação entre corpo, poder e experiência histórica.
Leia o excerto abaixo:
O/A _____________________ seria a tendência de interpretar valores, costumes, crenças e práticas sociais de outros grupos a partir dos referenciais culturais do próprio grupo, tomando-os como parâmetro de normalidade ou superioridade. Essa perspectiva pode gerar julgamentos hierarquizantes, estereótipos e incompreensões acerca da diversidade cultural. Em contextos educacionais, institucionais e sociais, tal postura compromete análises críticas e o reconhecimento da alteridade, exigindo reflexão teórica e ética para sua superação.
Preencha a lacuna acima e assinale a alternativa correta.
Considere o excerto abaixo:
“O acesso a direitos, a participação ativa na vida coletiva e o reconhecimento do indivíduo como sujeito de dignidade orientam as ações desenvolvidas nos territórios. Ao favorecer a convivência, o diálogo e a corresponsabilidade, fortalece-se o sentimento de pertencimento e a capacidade de atuação no espaço social. Nesse processo, ampliam-se as possibilidades de escolha, autonomia e inserção nas políticas públicas. A construção de relações pautadas no respeito e na solidariedade contribui para a transformação das realidades locais. Trata-se de promover sujeitos conscientes de seu papel na vida social e institucional.”
Podemos afirmar que o excerto acima se refere ao conceito de:
Com base nesse contexto, analise os trechos a seguir, que apresentam diferentes visões sobre cultura e política cultural de titulares do Ministério da Cultura no Brasil:
1. “As atividades culturais e criativas são vocações do Brasil e contribuem muito para a geração de renda, emprego e desenvolvimento. São responsáveis por 2,64% do nosso PIB e mais de um milhão de empregos diretos formais. Cresceram nos últimos cinco anos a uma taxa média anual de 9,1%, bem acima do conjunto da economia brasileira. E podem crescer ainda mais.”
2 “A cultura incomoda, a cultura mexe, a cultura desobedece e floresce. E, por isso, ela é também expressão democrática e de direitos. Dentro dela, a arte oxigena porque revolve camadas profundas do nosso viver e do nosso ser. Cultura e arte são ferramentas de transformação constante. Quanto mais tentam freá-las, mais revolucionárias serão.”
3. “O Estado deve promover a cultura observando-a como um valor em si e como produto de mercado, pois é impossível deixar de reconhecer a relevância do mercado no mundo da cultura, assim como a da cultura no mercado.”
4. “(Entende-se) cultura como tudo aquilo que, no uso de qualquer coisa, se manifesta para além do mero valor de uso. Cultura como aquilo que, em cada objeto que produzimos, transcende o meramente técnico. Cultura como usina de símbolos de um povo. Cultura como conjunto de signos de cada comunidade e de toda a nação. Cultura como o sentido de nossos atos, a soma de nossos gestos, o senso de nossos jeitos.”
Os trechos 1, 2, 3 e 4 apresentam a visão, correta e respectivamente, de
Diante do contexto atual das políticas federais de cultura no Brasil, é correto afirmar que hoje prevalecem as