Questões de Concurso
Sobre globalização, reestruturação produtiva e mudanças recentes do trabalho em sociologia
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O texto a seguir é referência para a questão.
O Estado pode firmar-se como um promotor da uberização. No Brasil, a Lei n. 13.467, mais conhecida como reforma trabalhista, instituiu a condição do trabalhador just-in-time no interior do trabalho formal, transformando os pilares deste com, entre outros elementos, a criação do contrato de trabalho intermitente. Nele, o trabalhador é um empregado formalizado que, entretanto, é recrutado ao trabalho de acordo com as determinações do empregador e já não conta com qualquer garantia sobre sua remuneração — que agora pode legalmente ser inferior a um salário mínimo — nem sobre a extensão e a distribuição da jornada de trabalho.
Abílio, L. C. Uberização e juventude periférica: desigualdades, autogerenciamento e novas formas
de controle do trabalho. Novos estudos CEBRAP, São Paulo, v. 39, n. 3, p. 579-597, set. 2020.
O texto a seguir é referência para a questão.
O Estado pode firmar-se como um promotor da uberização. No Brasil, a Lei n. 13.467, mais conhecida como reforma trabalhista, instituiu a condição do trabalhador just-in-time no interior do trabalho formal, transformando os pilares deste com, entre outros elementos, a criação do contrato de trabalho intermitente. Nele, o trabalhador é um empregado formalizado que, entretanto, é recrutado ao trabalho de acordo com as determinações do empregador e já não conta com qualquer garantia sobre sua remuneração — que agora pode legalmente ser inferior a um salário mínimo — nem sobre a extensão e a distribuição da jornada de trabalho.
Abílio, L. C. Uberização e juventude periférica: desigualdades, autogerenciamento e novas formas
de controle do trabalho. Novos estudos CEBRAP, São Paulo, v. 39, n. 3, p. 579-597, set. 2020.
O texto a seguir é referência para a questão
O Estado pode firmar-se como um promotor da uberização. No Brasil, a Lei n. 13.467, mais conhecida como reforma trabalhista, instituiu a condição do trabalhador just-in-time no interior do trabalho formal, transformando os pilares deste com, entre outros elementos, a criação do contrato de trabalho intermitente. Nele, o trabalhador é um empregado formalizado que, entretanto, é recrutado ao trabalho de acordo com as determinações do empregador e já não conta com qualquer garantia sobre sua remuneração — que agora pode legalmente ser inferior a um salário mínimo — nem sobre a extensão e a distribuição da jornada de trabalho.
Abílio, L. C. Uberização e juventude periférica: desigualdades, autogerenciamento e novas formas de controle do trabalho. Novos estudos CEBRAP, São Paulo, v. 39, n. 3, p. 579-597, set. 2020.
O texto a seguir é referência para a questão
O Estado pode firmar-se como um promotor da uberização. No Brasil, a Lei n. 13.467, mais conhecida como reforma trabalhista, instituiu a condição do trabalhador just-in-time no interior do trabalho formal, transformando os pilares deste com, entre outros elementos, a criação do contrato de trabalho intermitente. Nele, o trabalhador é um empregado formalizado que, entretanto, é recrutado ao trabalho de acordo com as determinações do empregador e já não conta com qualquer garantia sobre sua remuneração — que agora pode legalmente ser inferior a um salário mínimo — nem sobre a extensão e a distribuição da jornada de trabalho.
Abílio, L. C. Uberização e juventude periférica: desigualdades, autogerenciamento e novas formas de controle do trabalho. Novos estudos CEBRAP, São Paulo, v. 39, n. 3, p. 579-597, set. 2020.
Filgueiras, Vitor. Antunes, Ricardo. Plataformas digitais, uberização do trabalho e regulação no capitalismo contemporâneo. In: Antunes, Ricardo (Org). Uberização, Trabalho Digital e Indústria 4.0. 1. ed. São Paulo: Boitempo,2020. p. 60.
Com base no fragmento apresentado e na interpretação de Filgueiras e Antunes acerca das transformações contemporâneas das relações de trabalho, assinale a alternativa que interpreta corretamente os impactos da plataformização sobre os direitos trabalhistas e as formas de proteção social dos trabalhadores.
Disponível em: http://www.g1.globo.com.
Considerando o fragmento e as distintas perspectivas de Karl Marx, Max Weber e Émile Durkheim sobre a organização do trabalho e suas implicações para a vida social, assinale a alternativa correta.
Harvey, David. A condição pós-moderna. 17. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2008. p.137.
Considerando o fragmento e a análise de David Harvey sobre as transformações associadas à acumulação flexível, assinale a alternativa correta.
O texto a seguir é referência para a questão
O Estado pode firmar-se como um promotor da uberização. No Brasil, a Lei n. 13.467, mais conhecida como reforma trabalhista, instituiu a condição do trabalhador just-in-time no interior do trabalho formal, transformando os pilares deste com, entre outros elementos, a criação do contrato de trabalho intermitente. Nele, o trabalhador é um empregado formalizado que, entretanto, é recrutado ao trabalho de acordo com as determinações do empregador e já não conta com qualquer garantia sobre sua remuneração — que agora pode legalmente ser inferior a um salário mínimo — nem sobre a extensão e a distribuição da jornada de trabalho.
Abílio, L. C. Uberização e juventude periférica: desigualdades, autogerenciamento e novas formas de controle do trabalho. Novos estudos CEBRAP, São Paulo, v. 39, n. 3, p. 579-597, set. 2020.
Com base no contexto do trabalho no capitalismo contemporâneo, analise as assertivas a seguir.
I- A expansão do trabalho por aplicativos representa uma ruptura completa com formas anteriores de exploração do trabalho, caracterizando um modelo totalmente novo e desvinculado da lógica capitalista tradicional.
II- O conceito de “homens lentos”, de Milton Santos, pode ser mobilizado para compreender a inserção subordinada de trabalhadores de aplicativos nos circuitos da economia global, mesmo quando mediados por tecnologias digitais.
III- A uberização, conforme analisada por Ricardo Antunes, expressa a intensificação da precarização do trabalho, marcada pela flexibilização de direitos e pela transferência de custos ao trabalhador.
IV- Antunes argumenta que a uberização representa uma nova forma de subsunção do trabalho ao capital, em que a aparência de autonomia e empreendedorismo mascara relações de exploração intensificadas, sem direitos trabalhistas e com transferência dos riscos do negócio ao trabalhador.
V- O crescimento do trabalho por plataformas está associado à reestruturação produtiva e à difusão de formas flexíveis de acumulação no capitalismo contemporâneo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Coluna 1
1. Escravidão Antiga.
2. Servidão Feudal.
3. Trabalho Assalariado.
4. Fordismo.
5. Uberização.
Coluna 2
(__) Organização da produção em massa com linhas de montagem, tarefas especializadas e consumo em larga escala.
(__) Subordinação do trabalhador rural à terra por obrigações costumeiras e pagamento de tributos ao senhor feudal.
(__) Apropriação do indivíduo como propriedade privada e instrumento de produção desprovido de direitos jurídicos.
(__) Trabalho gerenciado por plataformas digitais, caracterizado pela flexibilização, ausência de vínculo e controle por algoritmos.
(__) Venda da força de trabalho no mercado em troca de remuneração monetária pactuada no modo de produção capitalista.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA deassociação, de cima para baixo:
A partir desse contexto, é correto afirmar que a uberização

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto acima.
À luz da sociologia do trabalho clássica e contemporânea, assinale a alternativa que caracteriza corretamente a dinâmica dessas transformações.
À luz da teoria durkheimiana e de suas interpretações contemporâneas, assinale a alternativa que caracteriza corretamente a manifestação da anomia na sociedade atual.
Fonte: ANTUNES, R. O privilégio da servidão: o novo proletariado de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo, 2018. Adaptado.
Em relação às transformações do mundo do trabalho discutidas acima, podemos reconhecer que a:
Atividades profissionais foram reorganizadas, serviços públicos enfrentaram pressões excepcionais e diferentes estratégias de proteção passaram a depender de condições materiais concretas.
A interpretação histórica desse acontecimento permite relacionar uma emergência sanitária mundial às estruturas sociais sobre as quais ela incidiu.
Com base nessa perspectiva, examine as afirmações seguintes.
I.A capacidade de reduzir contatos presenciais variou conforme ocupação profissional, condições domiciliares e recursos disponíveis aos diferentes grupos sociais.
II.A disseminação de uma mesma doença pode produzir efeitos sociais distintos quando incide sobre populações submetidas a condições desiguais de proteção e vulnerabilidade.
III.As desigualdades observadas durante a crise decorreram fundamentalmente das medidas sanitárias adotadas, pois diferenças socioeconômicas anteriores tiveram influência secundária sobre seus efeitos.
IV.A pandemia pode ser historicamente investigada como conjuntura capaz de revelar e simultaneamente aprofundar desigualdades já existentes.
V.A ampliação dos recursos tecnológicos durante a emergência reduziu estruturalmente as diferenças sociais relacionadas ao trabalho, à escolarização e ao acesso aos serviços públicos.
Está correto o que se afirma em:
( ) Constitui uma nova classe social em formação, oriunda do surgimento de relações sociais de produção de novo tipo com o advento do neoliberalismo e da globalização.
( ) Trata-se de uma categoria analítica que pode abranger segmentos proletários e segmentos em vias de proletarização ou desproletarização.
( ) Refere-se aos estratos sociais heterogêneos que Karl Marx categorizou como a classe do lumpemproletariado.
( ) Segmento inserido na estrutura de classes a partir de uma condição social de precariedade na sua inserção econômica e de insegurança em relação à reprodução social.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: