Questões de Concurso
Comentadas sobre estratificação e desigualdade social em sociologia
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I O fato de os 10% mais ricos ganharem mais de 13 vezes o rendimento dos 40% mais pobres em 2024 indica que, mesmo com melhorias pontuais em indicadores sociais, a desigualdade estrutural continua profunda no Brasil.
II A coexistência entre crescimento econômico e alta concentração de renda no país sugere que a lógica competitiva de mercado é suficiente para assegurar igualdade substantiva entre os grupos sociais.
III Quando diferenças estruturais de renda são interpretadas como resultado exclusivo de esforço individual, isso ajuda a naturalizar a desigualdade como um efeito neutro da competição, em vez de mostrar as bases estruturais que a perpetuam.
Assinale a opção correta.
I. a institucionalização da competição econômica fortalece automaticamente a cidadania política e reduz desigualdades estruturais.
II. a modernização conservadora representa uma etapa transitória rumo a uma sociedade de ampla mobilidade social.
III. sob capitalismo dependente, a ordem social competitiva pode coexistir com autoritarismo estrutural e democracia restrita, pois reorganiza privilégios em vez de superá-los.
Assinale a opção correta.
Considerando o texto apresentado, que trata da análise sociológica de Florestan Fernandes acerca da formação social brasileira, assinale a opção correta.
Considerando os aspectos abordados no texto precedente, assinale a opção correta.
Textos 14A1-I
A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.
Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.
Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.
Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.
Textos 14A1-I
A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.
Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.
Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.
Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.
Textos 14A1-I
A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.
Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.
Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.
Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.
Textos 14A1-I
A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.
Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.
Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.
Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.
Textos 14A1-I
A luta do negro brasileiro vem desde que começou a escravidão. Não é de agora. Há mais de quatrocentos anos, quando se iniciava o processo de escravização no Brasil, começava também a reação dos negros.
Lélia Gonzalez. O racismo no Brasil é profundamente disfarçado. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
Pelo que até agora foi exposto, já se pode perceber a profunda importância do papel da mulher negra em nossa sociedade e como o estudo desse tema assume um valor de tal ordem que acaba por revelar certos aspectos de nossa realidade cultural de que muitos pesquisadores nem sequer desconfiam. Antes de mais nada, importa caracterizar o racismo como uma construção ideológica cujas práticas se concretizam nos diferentes processos de discriminação racial. Enquanto discurso de exclusão que é, ele tem sido perpetuado e reinterpretado de acordo com os interesses dos que dele se beneficiam.
Lélia Gonzalez. A mulher negra na sociedade brasileira. In: Por um feminismo afro-latino-americano. Rio de Janeiro: Zahar, 2020.
A racialidade é aqui compreendida como uma noção relacional que corresponde a uma dimensão social, que emerge da interação de grupos racialmente demarcados sob os quais pesam concepções histórica e culturalmente construídas acerca da diversidade humana. Disso decorre que ser branco e ser negro são consideradas polaridades que encerram, respectivamente, valores culturais, privilégios e prejuízos decorrentes do pertencimento a cada um dos polos das racialidades.
Sueli Carneiro. Dispositivo de racialidade. Rio de Janeiro, Zahar, 2023.
Se o capital econômico transmitido é mínimo, e o capital cultural e escolar comparativamente baixo em relação às classes superiores, média e alta, a maior parte dos batalhadores entrevistados, por outro lado, possuem família estruturada, com a incorporação dos papéis familiares tradicionais de pais e filhos bem desenvolvidos e atualizados.
Jessé Souza (Org.). Os batalhadores brasileiros: nova classe média ou nova classe trabalhadora?. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2012.
Do trecho apresentado infere-se que, ao utilizar o termo “batalhadores”, o autor
Considerando o trecho apresentado, que trata das desigualdades sociais e da exploração humana, assinale a opção correta.