Questões de Concurso
Comentadas sobre desigualdades de raça, classe e gênero em sociologia
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O fenômeno da violência deve ser explicado unicamente a partir da perspectiva de quem o sofre.
O feminicídio se apresenta como uma tipificação dessa forma específica de violência, qualificada a partir do gênero de quem a sofre.
A violência de gênero reflete, sobretudo, a fragilidade das mulheres na sociedade.
A noção de heterogeneidade da pobreza referida no texto indica que, diante das diferenças tão amplas da sociedade, nenhuma variável pode sobrepor-se a outra na compreensão das desigualdades.
Uma das contribuições mais relevantes da ampla literatura sociológica acerca das desigualdades sociais diz respeito à multidimensionalidade dessa questão.
Infere-se dos dados da PNAD apresentados no texto que, no período analisado, houve aprofundamento da proporção de pessoas negras entre o decil mais pobre da população brasileira.
Pierre Bourdieu buscou conciliar a teoria sociológica clássica (Marx, Weber, Simmel) ao propor uma forma de pensar a estratificação social baseada na posse individual de diferentes capitais em um jogo de disputas por posições de prestígio social.
Simmel propõe se pensar a estratificação social não apenas como decorrente da posição social dos indivíduos na estrutura de produção, mas, também, na adesão ou diferenciação dos indivíduos a estilos de vida.
Nos critérios de vacinação, a desigualdade e a estratificação social se tornam evidentes, pois, ao priorizar pessoas mais idosas, acaba-se atingindo a população branca, que tem maior expectativa de vida do que a negra no Brasil. Na segunda priorização, por comorbidade, acontece algo semelhante, pois a população negra tem menor acesso aos serviços de saúde e, portanto, menor acesso a estes diagnósticos de comorbidades.
Segundo a teoria de Weber, gênero e raça poderiam desenvolver-se como grupos de status.
Texto 14A1-I
Tupac já dizia
Algumas coisas nunca mudam
Algumas coisas nunca mudam
Aí são regras do mundão
Perdi a conta de quantos escondem a bolsa se digo que horas são?
Taxistas perguntam mais que policiais a mim
Sim indescritível como é ruim
Nasci vilão, só veneno
Com o incentivo que me dão, errado tô se eu não virar memo
Suor na cara, levando currículo do cara
Até porque onde eu moro, buso não pára
Pé de barro, meio dia, inspirando piada nos boy, transpirando medo nas tias
Tudo é tão obvio ‘cê não vê que vai juntando ingrediente da bomba relógio
Eu sinto dor (dor), eu sinto ódio (ódio), é quente,
Sem nem saber o nome dessa gente
Católica, de bem, linda
‘Cê já notou pior que nem falei minha cor ainda!
‘Cê lá faz ideia
Do que é ver vidro subir?
Alguém correr, quando avistar você? (Não)
‘Cê não faz ideia
Não faz ideia
Não faz ideia
Aí explica pra assistente social, que pai de gente igual a gente,
Não sabe usar a mente só o pau
Que quem educa nóiz, na escola estadual,
Joga na cara todas as manhãs que ganha mal
Que é incrível, quantos de nóiz senta no fundo da sala pra ver se fica invisível
Calculo o prejuízo!
Nossas crianças sonha que quando crescer vai ter cabelo liso (shiii)
Sem debater fatos, que a fama da minha cor fecha mais porta de zelador de orfanato
‘Cê sabe o quanto é comum dizer que preto é ladrão,
Antes memo da gente saber o que é um
Na boca de quem apoia a desova
E se orgulha da honestidade que nunca foi posta a prova
Eu queria te ver lá tirissa, pra ver onde ‘cê ia enfiar essa merda do seu senso de justiça
Emicida. Cê lá faz ideia.
Texto 14A1-I
Tupac já dizia
Algumas coisas nunca mudam
Algumas coisas nunca mudam
Aí são regras do mundão
Perdi a conta de quantos escondem a bolsa se digo que horas são?
Taxistas perguntam mais que policiais a mim
Sim indescritível como é ruim
Nasci vilão, só veneno
Com o incentivo que me dão, errado tô se eu não virar memo
Suor na cara, levando currículo do cara
Até porque onde eu moro, buso não pára
Pé de barro, meio dia, inspirando piada nos boy, transpirando medo nas tias
Tudo é tão obvio ‘cê não vê que vai juntando ingrediente da bomba relógio
Eu sinto dor (dor), eu sinto ódio (ódio), é quente,
Sem nem saber o nome dessa gente
Católica, de bem, linda
‘Cê já notou pior que nem falei minha cor ainda!
‘Cê lá faz ideia
Do que é ver vidro subir?
Alguém correr, quando avistar você? (Não)
‘Cê não faz ideia
Não faz ideia
Não faz ideia
Aí explica pra assistente social, que pai de gente igual a gente,
Não sabe usar a mente só o pau
Que quem educa nóiz, na escola estadual,
Joga na cara todas as manhãs que ganha mal
Que é incrível, quantos de nóiz senta no fundo da sala pra ver se fica invisível
Calculo o prejuízo!
Nossas crianças sonha que quando crescer vai ter cabelo liso (shiii)
Sem debater fatos, que a fama da minha cor fecha mais porta de zelador de orfanato
‘Cê sabe o quanto é comum dizer que preto é ladrão,
Antes memo da gente saber o que é um
Na boca de quem apoia a desova
E se orgulha da honestidade que nunca foi posta a prova
Eu queria te ver lá tirissa, pra ver onde ‘cê ia enfiar essa merda do seu senso de justiça
Emicida. Cê lá faz ideia.
Tendo como suporte as colocações do texto, é correto afirmar que a