Questões de Concurso Comentadas sobre antropologia
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Uma das quatro áreas da antropologia geral, junto com a antropologia física, a antropologia cultural e a linguística, é a de
Desde o século XVIII, com o advento do ________, houve uma valorização da história e da cultura nacional, promovida por uma busca pela preservação do patrimônio histórico e artístico. Esse processo foi intensificado no século XIX, com a criação de legislações específicas para a proteção do patrimônio, como uma lei francesa, datada de 1830, que criou o cargo de _________. No início do século XX, surgiu o conceito de monumento histórico, que foi elaborado pelo arquiteto e historiador francês _________, e que se tornou fundamental para a preservação do patrimônio. Segundo ele, um monumento histórico deveria ser protegido não apenas por sua beleza ou valor artístico, mas também por sua importância para a história e a cultura de uma sociedade.
Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas no excerto:
Entre as tradições epistemológicas, a que compreende a reciprocidade sujeito/objeto como uma interação social que vai se formando ao longo do tempo histórico, e que tem como um dos pressupostos que a inteligibilidade das partes presume sua articulação com o todo, é denominada
Considerando esse contexto dinâmico, assinale a opção que expressa corretamente como essa relação se dá na contemporaneidade.
O trecho acima descreve a essência do seguinte gênero musical considerado a primeira forma de música popular urbana do Brasil:
I. A dança, em sua essência, é uma forma de expressão que pode ser dissociada da música, com movimentos que não necessariamente seguem qualquer ritmo musical.
II. Na dança contemporânea, a música é frequentemente utilizada como recurso para desafiar expectativas e criar uma atmosfera de desconforto ou introspecção.
III. As tradições de dança mais antigas eram estritamente centradas no indivíduo, e só adotaram acompanhamento musical com a evolução da tecnologia de instrumentos.
Está correto o que se afirma em
( ) Garante homogeneidade cultural da nacionalidade, de região a região.
( ) Registra habilidades e soluções encontradas para a resolução de problemas.
( ) Indicam os padrões de comportamento aceitos em determinado meio social.
As afirmativas são, respectivamente,
Julgue o item subsequente.
As fronteiras entre o normal-patológico e saúde-doença
são estabelecidas pelas experiências de enfermidade
em diferentes culturas, pelos modos como elas são
narradas e pelos rituais empregados para reconstruir o
mundo que o sofrimento destrói [...], a enfermidade
situa-se no domínio da linguagem e do significado e, por
isso, constitui-se em uma experiência humana.
(ROUANET, Sérgio Paulo. Ética e antropologia. Estudos Avançados, v.4, n.10, p.111-150, 1990, p.116).
Isto significa, segundo Rouanet, que, como toda a ciência, a Antropologia está sujeita à
(...)
raça não é carreira
fechem o mercado George Floyd”.
Esses versos acima, trecho do poema “Raça não é Raça”, da poeta e tradutora Nina Rizzi (Revista Piauí, n.174, 2021) interroga o racismo e o conceito de raça, na medida em que estes
Minha e tua, mururé
Piso no peito da lua
Deito no chão da maré…
Pois é, pois é
Eu não sou de igarapé
Quem montou na cobra grande
Não se escancha em puraqué…”
O trecho acima, da canção “Este rio é minha rua”, de Ruy Barata e Paulo André Barata, feita, inicialmente, para a trilha do filme Brutos Inocentes (1974), de Líbero Luxardo, e depois sucesso na voz de Fafá de Belém, trata
“Tudo chegou sobrevivente num navío
Quem descobriu o Brasil?
Foi o negro que viu
a crueldade bem de frente
E ainda produziu milagres de fé no extremo ocidente”.
Esse trecho da música Milagres do Povo, 1985, que Caetano Veloso compôs para a minisérie
Tenda dos Milagres, retoma uma fala de Jorge Amado que diz: “Não sei se feliz ou infelizmente,
ao contrário de [Dorival] Caymmi, eu não tenho nenhuma fé. Sou ateu materialista convicto. Mas
vi muitos milagres do candomblé. Milagres do povo”. Esses milagres são
(MILLER, Daniel. Consumo como Cultura Material. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 13, n. 28, p. 33-63, jul./dez. 2007 , p. 34).
O texto acima propõe uma crítica da concepção do consumo como prática antissocial. Nessa perspectiva, uma visão antropológica do consumo deve levá-lo em conta como
(MAUSS, Marcel. “Ensaio sobre a Dádiva: forma e razão da troca nas sociedades arcaicas” In: M. Mauss. Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac Naify, 2003, p. 189-190.)
Este trecho de abertura do famoso ensaio do antropólogo francês Marcel Mauss encaminha a reflexão sobre o sentido das trocas materiais entre os povos da Polinésia, da Melanésia e do Noroeste Norte-Americano, como sendo