Questões de Concurso Comentadas sobre auditoria
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São consideradas informações essenciais, EXCETO:
Entre os objetivos a seguir, o único que NÃO está associado à atividade de fiscalização é comprovar se o objeto dos programas de governo:
Quando se realizam testes de subavaliação da conta de receita de vendas, os testes são geralmente orientados às contas de ativo: por exemplo, é possível que, quando a conta de receita esteja subavaliada (teste principal), as contas de ativo circulante – caixa, bancos ou contas a receber – estejam superavaliadas (teste secundário), o que pode ser causado pela não contabilização de uma venda realizada.
Constituem exemplos de testes substantivos de auditoria de estoques a observação de contagens físicas, a confirmação de estoques em poder de terceiros e o confronto de contagens físicas de estoques com os relatórios de controle de inventário e o saldo das respectivas contas contábeis.
Se a administração se recusar a corrigir algumas das distorções reportadas pelo auditor nas contas de estoque de mercadorias, o auditor deve obter o entendimento sobre as razões pelas quais a administração decidiu não efetuar as correções e deve considerar esse entendimento ao avaliar se as demonstrações contábeis como um todo estão livres de distorções relevantes.
Se a administração, após examinar uma classe de transações, saldos contábeis ou divulgação, corrigiu distorções que foram detectadas pelo auditor nas contas contábeis de estoque, o auditor deve executar procedimentos adicionais de auditoria para determinar se continua havendo distorções.
Em se tratando de testes de superavaliação da conta de estoques do ativo circulante, os testes são geralmente orientados às contas do próprio ativo e de receitas: por exemplo, considerando-se o método das partidas dobradas, é possível que, quando a conta de ativo estoques de mercadorias para revenda esteja superavaliada (teste principal), a receita de mercadorias para revenda esteja também superavaliada (teste secundário).
Considerando a Norma Técnica para Amostragem de Auditoria, julgue o item a seguir.
A eficiência da auditoria pode ser melhorada se o auditor estratificar a população dividindo-a em subpopulações distintas que tenham característica similares, sendo a população, na execução dos testes de detalhes, estratificada sempre pelo valor monetário, pois isso permite que o trabalho de auditoria possa ser direcionado para os itens de maior valor, uma vez que esses podem conter maior potencial de distorção em termos de superavaliação.
Considerando a Norma Técnica para Amostragem de Auditoria, julgue o item a seguir.
Na avaliação do resultado da amostragem de auditoria, para
os testes de controles, uma taxa de desvio da amostra
inesperadamente alta pode levar a um aumento no risco
identificado de distorção relevante.
Considerando a Norma Técnica para Amostragem de Auditoria, julgue o item a seguir.
Na avaliação do resultado da amostragem de auditoria, no
caso de testes de detalhes, a distorção na população mais a
distorção projetada, quando houver, é a melhor estimativa de
distorção anômala a ser feita pelo auditor.
Considerando a Norma Técnica para Amostragem de Auditoria, julgue o item a seguir.
Quanto mais o auditor confia em procedimentos
substantivos, tais como testes de detalhes ou procedimentos
analíticos substantivos, para reduzir a um nível aceitável o
risco de detecção relacionado com uma população em
particular, mais segurança ele precisa da amostragem e,
portanto, maior pode ser o tamanho da amostra.
Considerando a Norma Técnica para Amostragem de Auditoria, julgue o item a seguir.
Para estabelecer a amostra de auditoria e determinar o seu
tamanho na realização de testes de controles, o auditor,
considerando as características de uma população, deve fazer
uma avaliação da taxa esperada de desvio com base no
entendimento do auditor dos controles relevantes ou no
exame de pequena quantidade de itens da população.
A esse respeito, relacione a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando cada tipo de risco de auditoria com seu conceito, conforme definido na NBC TA 200.
COLUNA I 1. Risco de distorção 2. Risco inerente 3. Risco de detecção
COLUNA II ( ) Relaciona-se com a natureza, a época e a extensão dos procedimentos que são determinados pelo auditor para reduzir o risco de auditoria a um nível baixo aceitável. ( ) É mais alto para algumas afirmações e classes relacionadas de transações, saldos contábeis e divulgações do que para outras, por exemplo, para cálculos complexos. ( ) Avaliado para que se determine a natureza, a época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria necessários para a obtenção de evidência apropriada e suficiente.
Assinale a sequência correta.
Acerca da condução dos trabalhos de perícia contábil e suas peculiaridades, julgue o item seguinte.
A solicitação de laudo complementar por uma das partes litigantes só pode ocorrer em caso de não atendimento ao que foi inicialmente
formulado por meio de quesitos, devendo o perito, nesse caso, substituir o laudo inicial pelo complementar para corrigir seus erros.
No caso de o perito contador nomeado pelo magistrado não possuir competência suficiente para a realização de parcela dos trabalhos periciais, ele deverá solicitar formalmente a sua retirada da lide, uma vez que não poderá contar com outro profissional na qualidade de auxiliar de perícia.
Acerca da amostragem em auditoria, julgue o item seguinte.
Quando da realização de testes de detalhes, a obtenção de valor
de distorção baixo pode levar o auditor a acreditar que uma
classe de operações não está distorcida de modo relevante.
A seleção de itens de uma população feita de maneira direcionada por um auditor não poderá ser classificada como uma amostragem estatística.