Questões de Concurso
Sobre identidade dos seres vivos em biologia
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Para o tratamento térmico, as exsicatas devem ser armazenadas no freezer por, no mínimo, dois dias e, posteriormente, em estufas com temperatura entre 50 ºC e 80 ºC por trinta minutos.
A identificação de espécies com auxílio do herbário é feita de forma comparativa com outros espécimes da coleção herborizada.
Para determinados grupos taxonômicos, recomenda-se que a identificação de algumas espécies vegetais seja feita por especialistas. Além disso, antes de se enviar o material por intermédio do herbário ao especialista, é necessário que sejam realizados a prensagem, o preparo e o cadastro prévio desse material.
É possível que os erros nos bancos de dados do herbário sejam eliminados com o uso de programas de informatização, mesmo com vários coletores incluindo dados.
Para o aprimoramento do banco de dados dos herbários, programas de informatização das coleções têm sido utilizados na elaboração das etiquetas.
As etiquetas devem ser coladas, de preferência, no canto superior direito da cartolina; ao passo que, no canto superior esquerdo, deve-se fixar um pequeno envelope para a guarda exclusiva de frutos e flores que caírem do material.
Entre os dados que devem ser incluídos nas etiquetas estão os seguintes: família, nome científico, data da coleta, nome e número do coletor, procedência ou local de coleta, tipo e estado de conservação da vegetação.
Um herbário atua como centro constante de identificação, pois representa um banco de dados natural, que documenta cronologicamente a flora e a vegetação de uma ou de diversas regiões.
Entre as principais funções de um herbário incluem-se a identificação e o controle de plantas tóxicas, e o auxílio na indicação de medicamentos para casos de intoxicação com essas plantas.
Uma das características dos herbários é o fato de poderem armazenar material testemunha de estudos de diversas áreas; com isso, eles funcionam como fornecedores de dados para que especialistas enquadrem as espécies vegetais em categorias como ameaçadas, vulneráveis ou mesmo em extinção.
A etapa IV deve ser realizada após a inserção dos dados da amostra herborizada em livro de tombo ou software de gerenciamento.
Por serem muito suculentos, os cipós devem ser herborizados (etapa II) com cuidado, o que exige várias trocas das folhas de jornal durante a prensagem.
As etapas III e IV estão preenchidas equivocadamente, uma vez que a desinfecção da exsicata é feita na etapa IV, após o material ter sido inserido na coleção, o que deveria ocorrer na etapa III.
Para facilitar a observação de características como pilosidade ou nervação, as folhas dos ramos devem ser fixadas com as faces superiores voltadas para cima e inferiores voltadas para baixo.
No caso de árvores muito altas, para garantir a integridade física do coletor de material botânico ante o risco de realização do procedimento em grandes alturas, é justificável a coleta no chão de ramos, flores, frutos e sementes.
A presença de estruturas reprodutivas no material botânico coletado poderá facilitar a identificação do espécime, mesmo que ele tenha sido coletado em um ecossistema com uma grande variedade de espécies vegetais.
A disponibilização das exsicatas em banco de dados disponível na Internet contribui para diminuir o manuseio das exsicatas, evitando-se com isso a deterioração do material no acervo.
Se uma exsicata for obtida por doação, o procedimento correto é substituir a etiqueta do herbário de origem por uma nova numeração e registrar no livro de tombo o recebimento do material doado.
O software Brahms pode ser utilizado para produzir etiquetas para exsicatas, administrar o processo de intercâmbio científico de material botânico e organizar a base de dados.
O método mais adequado para se proteger o material nos herbários contra insetos é a utilização de bolas de naftalina e cravo-da-índia comumente colocados nos armários onde o material se encontre armazenado.
