Questões de Concurso
Sobre identidade dos seres vivos em biologia
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I. A epiderme é a camada celular mais interna do corpo primário de um vegetal e constitui o sistema de tecido de revestimento das flores, dos frutos e das sementes nesses seres, bem como raízes e caules até o início do crescimento secundário, quando é substituída pelo tecido biliar.
II. Nos vegetais adultos, após as divisões das células meristemáticas para formar tecidos jovens, estas subsequentemente aumentam de tamanho, sendo estes dois processos os responsáveis pelo crescimento de regiões particulares da raiz, do caule e das folhas.
III. Na maioria das plantas vasculares, as raízes constituem a porção subterrânea do esporófito e são especializadas na fixação e na absorção, mas também cumprem funções de armazenamento e de condução.
Marque a alternativa CORRETA:
I. No ser humano, a faringe é um tubo que começa nas coanas e estende-se para baixo no pescoço, situando-se atrás das cavidades nasais e logo à frente do osso do cóccix. A parede da faringe é composta de músculos esqueléticos e revestida de túnica mucosa, o que permite exercer com eficácia a sua função de produção de leucócitos.
II. Nos seres humanos, os leucócitos são células nucleadas que contêm organelas celulares e têm quase o dobro do tamanho das hemácias. Eles são encarregados da defesa do nosso organismo, produzem anticorpos e fagocitam microorganismos invasores e partículas estranhas. Os leucócitos apresentam a capacidade de realizar a diapedese, que é a passagem pelas paredes dos vasos sanguíneos para o tecido conjuntivo.
Marque a alternativa CORRETA:
l. A urina é um subproduto líquido do corpo humano. Sendo tipicamente estéril, ela é secretada pela bexiga, depositada nos rins e, por fim, excretado pela uretra. A produção desse líquido relaciona-se com o metabolismo celular, que gera vários subprodutos – muitos ricos em nitrogênio – que precisam ser armazenados na corrente sanguínea.
II. Nos seres humanos, a faringe é um canal comum aos sistemas respiratório e digestório. Esse canal realiza a comunicação com a boca e com as fossas nasais. Devido à sua morfologia complexa na parte respiratória, o ar inspirado pelas narinas ou pela boca não passa necessariamente pela faringe, antes de atingir a laringe, pois ele é antes absorvido pelos alvéolos.
Marque a alternativa CORRETA:
I. As células humanas são unidades biológicas e funcionais que possuem uma pequena diversidade de formas, de tamanhos e de funções. Nas células, a vida humana se manifesta de forma dependente e passiva, pois as células são entidades desprovidas de qualquer complexidade estrutural ou funcional, o que impede a realização de transformações necessárias à vida na nossa espécie.
II. As articulações sinoviais incluem a maioria das articulações do corpo humano. Na nossa espécie, as superfícies ósseas são recobertas por cartilagem articular e unidas por ligamentos revestidos por membrana sinovial. A articulação pode ser dividida completa ou incompletamente por um disco ou menisco articular cuja periferia se continua com a cápsula fibrosa, enquanto suas faces livres são recobertas por membrana sinovial.
Marque a alternativa CORRETA:
I. No ser humano, os ossos são órgãos esbranquiçados, muito duros, que se unem aos outros por intermédio das junturas ou articulações e, assim, constituem o esqueleto. Os ossos são constituídos por uma forma especializada de tecido meristemático cuja principal característica é a mineralização de sua matriz óssea.
II. No corpo humano, o ar entra no trato respiratório através de duas aberturas chamadas narinas. Em seguida, ele deve fluir pelas cavidades nasais direita e esquerda, que estão revestidas por mucosa respiratória. O septo nasal separa essas duas cavidades, e os pelos do interior das narinas filtram grandes partículas de poeira que eventualmente podem ser inaladas.
Marque a alternativa CORRETA:
Marque a alternativa CORRETA
Marque a opção que associa corretamente o tipo e vírus com o local que ele acomete no ser humano.
I. Dentre os cinco reinos estudados, todos os organismos são compostos por células que executam determinadas funções, simples ou complexas, que garantem a sua sobrevivência de acordo com a escala evolutiva da espécie.
II. No reino plantae os organismos são considerados procariontes unicelulares, autótrofos e heterótrofos.
III. No caso do reino protista os organismos podem ser eucariontes unicelulares e pluricelulares, além de poderem ser autótrofos e heterótrofos.
Após análise, marque a opção CORRETA.
Marque a alternativa CORRETA.
O modo de vida da sociedade moderna tem causado sérios impactos ao ambiente, diversas atividades humanas são geradoras de resíduos que podem causar prejuízos aos solos e aos ecossistemas aquáticos. No Brasil a população está respaldada na Lei de Saneamento Básico tendo o direito aos serviços sanitários, no entanto, o que observa na prática é que ainda uma grande parte da população é desassistida de condições ideais de saneamento. Considerando que os vírus, os protozoários e alguns invertebrados são os causadores da maioria das doenças infecciosas humanas que podem ser veiculadas pela água. Além disso, considerando as três possíveis vias de transmissão pela água: fecal-oral, contato direto com o corpo humano e a ingestão de carne contaminada por cistos de parasitas.
Marque a alternativa CORRETA que apresenta uma doença de transmissão fecal-oral e que esteja corretamente identificada pelo agente causador.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Bactérias multirresistentes foram encontradas fora do ambiente hospitalar
Bactérias da espécie Klebsiella pneumoniae estão entre os microrganismos que mais causam infecções hospitalares e também entre os que mais têm desenvolvido resistência a antibióticos nos últimos anos.
Pertence ao grupo, por exemplo, a KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase ), que ganhou a alcunha de superbactéria por produzir uma enzima capaz de inativar os fármacos mais potentes disponíveis para o tratamento de infecções graves.
Um estudo recente apoiado pela FAPESP e publicado no Journal of Global Antimicrobial Resistance mostrou que patógenos multirresistentes - inclusive as produtoras de KPC - já não são um problema restrito ao ambiente hospitalar no Brasil.
Ao analisar espécimes de K. pneumoniae isolados da urina de 48 pessoas diagnosticadas com infecção urinária na região de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, cientistas observaram que 29 amostras (60,4%) continham bactérias não suscetíveis a três ou mais classes de antibióticos e, portanto, consideradas multirresistentes (MDR). Em 30 amostras (62,5%), foram identificados 73 diferentes genes de virulência - codificadores de proteínas que ajudam o microrganismo a driblar o sistema imune ou a se disseminar mais facilmente no ambiente.
"Ficamos surpresos ao encontrar bactérias com tanta multirresistência e virulência em pessoas que não estavam hospitalizadas. Algumas das bactérias analisadas tinham perfil genético caraterístico de cepas causadoras de infecção hospitalar", disse à Agência FAPESP André Pitondo da Silva, professor da Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp) e coautor do artigo.
[...]
A K. pneumoniae é considerada uma bactéria oportunista, ou seja, pode integrar a microbiota de um indivíduo durante anos, sem causar problemas. Porém, quando há queda na imunidade - em decorrência de uma doença, de um tratamento ou do envelhecimento - o microrganismo pode se manifestar de diversas formas - infecções pulmonares, urinárias, feridas (cirúrgicas ou escaras) e até mesmo sepse (infecção generalizada).
[...]
Atualmente, além das bactérias isoladas de infecções comunitárias e hospitalares, o grupo de microbiologia da Unaerp está pesquisando o perfil de resistência e virulência de Klebsiellas causadoras de infecções orais (endodônticas) e também a possível disseminação de bactérias multirresistentes no meio ambiente por meio de águas fluviais e de esgoto hospitalar.
Toledo, Karina. https://agencia.fapesp.br/bacterias-multirresistentes-saoidentificadas-fora-do-ambiente-hospitalar.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Bactérias multirresistentes foram encontradas fora do ambiente hospitalar
Bactérias da espécie Klebsiella pneumoniae estão entre os microrganismos que mais causam infecções hospitalares e também entre os que mais têm desenvolvido resistência a antibióticos nos últimos anos.
Pertence ao grupo, por exemplo, a KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase ), que ganhou a alcunha de superbactéria por produzir uma enzima capaz de inativar os fármacos mais potentes disponíveis para o tratamento de infecções graves.
Um estudo recente apoiado pela FAPESP e publicado no Journal of Global Antimicrobial Resistance mostrou que patógenos multirresistentes - inclusive as produtoras de KPC - já não são um problema restrito ao ambiente hospitalar no Brasil.
Ao analisar espécimes de K. pneumoniae isolados da urina de 48 pessoas diagnosticadas com infecção urinária na região de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, cientistas observaram que 29 amostras (60,4%) continham bactérias não suscetíveis a três ou mais classes de antibióticos e, portanto, consideradas multirresistentes (MDR). Em 30 amostras (62,5%), foram identificados 73 diferentes genes de virulência - codificadores de proteínas que ajudam o microrganismo a driblar o sistema imune ou a se disseminar mais facilmente no ambiente.
"Ficamos surpresos ao encontrar bactérias com tanta multirresistência e virulência em pessoas que não estavam hospitalizadas. Algumas das bactérias analisadas tinham perfil genético caraterístico de cepas causadoras de infecção hospitalar", disse à Agência FAPESP André Pitondo da Silva, professor da Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp) e coautor do artigo.
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A K. pneumoniae é considerada uma bactéria oportunista, ou seja, pode integrar a microbiota de um indivíduo durante anos, sem causar problemas. Porém, quando há queda na imunidade - em decorrência de uma doença, de um tratamento ou do envelhecimento - o microrganismo pode se manifestar de diversas formas - infecções pulmonares, urinárias, feridas (cirúrgicas ou escaras) e até mesmo sepse (infecção generalizada).
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Atualmente, além das bactérias isoladas de infecções comunitárias e hospitalares, o grupo de microbiologia da Unaerp está pesquisando o perfil de resistência e virulência de Klebsiellas causadoras de infecções orais (endodônticas) e também a possível disseminação de bactérias multirresistentes no meio ambiente por meio de águas fluviais e de esgoto hospitalar.
Toledo, Karina. https://agencia.fapesp.br/bacterias-multirresistentes-saoidentificadas-fora-do-ambiente-hospitalar.