Questões de Concurso
Sobre edição de linguagem e tecnologia audiovisual em áudio e vídeo
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Editar um vídeo é o processo de corte e montagem de imagens em movimento registradas de forma analógica ou digital. Conceitualmente, a edição de vídeo consiste em decidir que tomadas usar e uni-las na sequência desejada, seja ela cronológica ou não, de modo a construir uma narrativa visual. É na edição linear ou não linear, que o vídeo ganha um ritmo, que são inseridos efeitos especiais, trilhas sonoras, letreiros e, se necessário, legendas. Sobre edição, analise e julgue as afirmativas abaixo.
I. A edição linear é feita com sistemas baseados em reprodutores e gravadores ligados entre si por um controlador de edição.
II. O processo de edição não linear se inicia com a digitalização das imagens.
III. Sistemas de edição linear não possuem interfaces gráficas.
IV. Na edição não linear, o acesso às imagens ocorre sempre de maneira sequencial.
V. Na edição não linear, os takes digitalizados viram arquivos do sistema e podem ser acessados e processados em qualquer ordem.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas constantes nos itens
A duração dos planos é um dos princípios básicos da edição e, juntamente com outros, determina o ritmo de um filme.
A edição ou montagem refere-se ao momento de organização dos planos de um filme, quando se estabelece uma relação de continuidade temporal e espacial entre eles.
A principal vantagem na edição de um arquivo de áudio digital é a possibilidade de não apenas ouvir, mas ver, na tela do computador, um gráfico em formato de ondas.
Diferentemente do áudio analógico, que é representado por um sinal elétrico, o áudio digital faz uma medição constante do sinal acústico e o converte em impulsos de 0 e 1, código binário que pode ser reconstituído novamente no sinal anterior.
A utilização de softwares adequados facilita a edição de áudio em entrevistas e telejornais, em que a preocupação principal é manter o volume do áudio em nível que possa ser compreendido pelo espectador.
O multiteste ou multímetro é um aparelho de medição que permite vários testes e em várias escalas porque incorpora, basicamente, o voltímetro, o amperímetro, o ohmímetro, entre outros.
O procedimento de abertura de um projeto de edição deve respeitar às características e codecs da imagem gravada. Assim, é importante que o usuário reconheça o formato específico da imagem gerada pela câmera para que a escolha, na abertura do projeto, seja feita em conformidade com esse formato.
Quando se importa um vídeo em um programa de edição, todas as modificações inseridas são editadas em um microcomputador usando edição linear e demandam cálculos internos efetuados pelo processador a fim de serem integradas às imagens. Esses cálculos são efetuados pelo software e/ou pelo software em conjunto com o hardware da placa de captura.
Em um projeto de edição não linear, uma imagem pode ser inserida entre outras duas já gravadas anteriormente na fita sem que se refaça todo o processo desde seu início. Para isso, o editor grava cada trecho em outra fita master e monta uma sequência lógica que resultará no vídeo final.
No processo de edição não linear, as imagens devem ser previamente capturadas para o computador. Ao final da edição, é possível salvar o arquivo editado em um DVD, em um HD externo ou na Internet.
Na edição linear, as imagens são digitalizadas e convertidas em arquivos do sistema que podem ser acessados e processados.
No processo de edição de áudio, deve-se observar a frequência de sampling de cada fonte. Ao iniciar um projeto no programa de edição, deve-se ajustar a taxa de sampling para o maior valor, pois o próprio programa fará o processo up-sampling para compensar as diferenças.
Na fotografia analógica, para imagens em preto e branco, é comum o uso de filtros, como vermelho ou amarelo, colocados na objetiva para resultar em efeitos como, por exemplo, o céu mais escuro, dando dramaticidade à cena fotografada. Na fotografia digital, para produzir imagens em preto e branco, é possível fotografar a cena em cores e aplicar, posteriormente, recursos que fazem as vezes de filtros, lançando mão de softwares de edição.
A edição não destrutiva, característica de programas como o Adobe Photoshop, é uma vantagem do tratamento de imagem digital em relação ao trabalho de realização de cópias, pelo laboratorista, em laboratórios fotográficos analógicos.