Questões de Concurso
Sobre edição de linguagem e tecnologia audiovisual em áudio e vídeo
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Quando se importa um vídeo em um programa de edição, todas as modificações inseridas são editadas em um microcomputador usando edição linear e demandam cálculos internos efetuados pelo processador a fim de serem integradas às imagens. Esses cálculos são efetuados pelo software e/ou pelo software em conjunto com o hardware da placa de captura.
Em um projeto de edição não linear, uma imagem pode ser inserida entre outras duas já gravadas anteriormente na fita sem que se refaça todo o processo desde seu início. Para isso, o editor grava cada trecho em outra fita master e monta uma sequência lógica que resultará no vídeo final.
No processo de edição não linear, as imagens devem ser previamente capturadas para o computador. Ao final da edição, é possível salvar o arquivo editado em um DVD, em um HD externo ou na Internet.
Na edição linear, as imagens são digitalizadas e convertidas em arquivos do sistema que podem ser acessados e processados.
No processo de edição de áudio, deve-se observar a frequência de sampling de cada fonte. Ao iniciar um projeto no programa de edição, deve-se ajustar a taxa de sampling para o maior valor, pois o próprio programa fará o processo up-sampling para compensar as diferenças.
Na fotografia analógica, para imagens em preto e branco, é comum o uso de filtros, como vermelho ou amarelo, colocados na objetiva para resultar em efeitos como, por exemplo, o céu mais escuro, dando dramaticidade à cena fotografada. Na fotografia digital, para produzir imagens em preto e branco, é possível fotografar a cena em cores e aplicar, posteriormente, recursos que fazem as vezes de filtros, lançando mão de softwares de edição.
A edição não destrutiva, característica de programas como o Adobe Photoshop, é uma vantagem do tratamento de imagem digital em relação ao trabalho de realização de cópias, pelo laboratorista, em laboratórios fotográficos analógicos.
A edição não linear, NLE (non-linear editing system), permite o acesso direto (acesso aleatório) do editor a qualquer quadro, ou frame, em um vídeo digital.
Um trecho de áudio em arquivo de formato WAVE (.wav), se criado a partir de quantização ou profundidade do bit (bit depth) em dezesseis bits, é menor do que o mesmo trecho digitalizado em oito bits.
Quanto mais alta a taxa de amostragem (sampling rate) de um registro sonoro digital, medida em Hz, maior a fidelidade ao som original.
Os arquivos em formato AIFF são nativos do sistema operacional Windows, desenvolvido pela Microsoft.
Arquivos MDI (.mid) não são considerados arquivos de áudio digital, pois representam a música a partir de dados da partitura (altura das notas, intensidade, duração), e não de amostras sonoras.
O formato MP3 (.mp3) é significativamente menor do que os formatos WARE (.way) ou AIFF porque utiliza codificação em sub-bandas (sub-band coding), responsável pela eliminação de frequências auditivas mascaradas (auditory masking).
A edição feita em assemble e corte seco não permite fusões, o áudio e o vídeo são copiados juntos.
Os softwares mais usados para edição linear são o Adobe Premiere, Final Cut e Avid Media Composer.
Após o término da edição linear, recomenda-se, gravar uma fita chamada de primeira geração e, em seguida, deve-se fazer uma cópia ou fita master dessa gravação para uso diário.
A base para a edição não linear é a linha do tempo, na qual são visualizados e montados, em camadas, o áudio, o vídeo e as transições.
O carregamento de material digital na ilha de edição é mais rápido com cartão de memória do que com fita, a qual deve ser carregada em tempo real.
Na etapa da montagem, por meio do trabalho de edição, do tratamento e das correções na imagem, da decupagem das cenas, da finalização e, até mesmo, da aplicação de efeitos visuais ou sonoros, é possível que a mensagem original seja deturpada no produto final.