Questões de Concurso
Comentadas sobre história, estética e crítica das artes visuais em artes visuais
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I. A produção artística indígena contemporânea restringe-se à replicação de técnicas tradicionais, como pintura corporal, cerâmica e cestaria, permanecendo fiel aos códigos simbólicos ancestrais, sem incorporar inovações de linguagem ou diálogo com suportes artísticos contemporâneos.
II. A circulação da produção artística indígena se dá exclusivamente em espaços institucionalizados voltados à cultura indígena, como museus etnográficos, centros culturais indígenas e feiras artesanais, tendo acesso limitado ao circuito de arte contemporânea brasileiro.
III. A arte indígena contemporânea tem se destacado pela apropriação de suportes e linguagens diversos, como instalações, performances, arte digital e vídeo, afirmando a visibilidade de pautas identitárias e políticas em diálogo com o cenário artístico contemporâneo.
Diante do exposto, assinale a alternativa correta:
( ) A Arte Contemporânea se restringe a pintura e desenho, focada em realismo técnico.
( ) Desafia classificações tradicionais, articulando múltiplas linguagens e instigando reflexão subjetiva sobre a obra.
( ) As bienais de arte constituem vitrines globais da produção contemporânea.
( ) Valoriza processos e ideias sobre o objeto final, dialogando com o cotidiano urbano e a tecnologia.
Assinale a sequência correta:
I. Rio de Janeiro é a cidade que possui o maior acervo barroco do Brasil, com construções ricas em detalhes e elementos cobertos por uma camada de ouro.
II. Em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco, que eram regiões enriquecidas pelo comércio de açúcar e pela mineração, encontram-se igrejas com trabalhos em relevo feitos em madeira recobertos por finas camadas de ouro, com janelas, cornijas e portadas decoradas com detalhados trabalhos de escultura.
Está CORRETO o que se afirma:
VERGÈS, Françoise. Decolonizar o Museu: programa de desordem absoluta; traduzido por Mariana Echalar. São Paulo: Ubu, 2023.
Assinale a alternativa que aponta uma diretriz convergente com a construção de um pós-museu.
COCCHIARALE, F. Sobre a relação entre arte e a palavra – o olhar e a explicação. In: PÁDULA, C; TORNAGHI, M.; QUEIROZ, T. (Orgs.). O Mundo é mais do que isso: mediação e a complexa rede de significações da arte e do mundo. Rio de Janeiro: EAV, 2014.
O público demanda mais explicações para a arte contemporânea porque
FREIRE, Cristina. Arte conceitual. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
Assinale a alternativa que expressa, corretamente, o que é Arte Conceitual.
COCCHIARALE, Fernando. Quem tem medo de arte contemporânea? Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 2006.
A multiplicidade de interpretações em arte contemporânea implica que
CHAND, Jacqueline. Teoria critica em História da Arte. In: BARBOSA, Ana Mae. Arte/educação contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez, 2005.
Assinale a alternativa que expressa, corretamente, a intenção de uma mediação desconstrutivista.
Em 1946, foi criado o Ateliê do Engenho de Dentro, como parte do Setor de Terapia Ocupacional do Hospital Nacional Psiquiátrico Pedro II, dirigido pela psiquiatra Nise da Silveira. A iniciativa logo angariou a simpatia e o interesse de Abraham Palatnik, Ivan Serpa e Mário Pedrosa, que, com outros artistas e críticos, discutiam a qualidade das obras dos artistas/internos do espaço, a exemplo de Lygia Pape e Leon Dégand, diretor do MAM paulista.
A montagem e orientação desse espaço foi trabalho realizado por