Questões de Concurso Comentadas sobre artes cênicas

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Q1153305 Artes Cênicas
Segundo Japiassu (Metodologia do ensino de teatro), o modernismo no ensino do teatro se caracteriza por
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Q1153304 Artes Cênicas
“Teatro-mito – Trata de descobrir o que está por trás dos mitos. Conta-se uma fábula (um mito conhecido), de forma a identificar as relações de produção material e de poder ‘ocultas’ na narração original”.
(Japiassu. Metodologia do ensino de teatro)

A prática do Teatro-mito se realiza no contexto do
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Q1153303 Artes Cênicas
Segundo Japiassu (Metodologia do ensino de teatro), sabe-se que dramatizações escolares e leituras de peças teatrais em latim ocorriam em escolas e universidades já durante
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Q1106833 Artes Cênicas

“A criança pode dar uma contribuição honesta e verdadeira ao teatro se lhe for permitida a liberdade pessoal para experenciar. Sua responsabilidade para com a comunicação teatral desenvolve relacionamentos, cria novas realidades e ensina a improvisar cenas válidas teatralmente, como fazem os adultos” (SPOLIN, 2003, p. 250).


Relacione a coluna II com a coluna I, associando os termos aos seus respectivos conceitos.


COLUNA I


1. Desempenho

2. Diálogo

3. Caracterização

4. Espontaneidade


COLUNA II


( ) Verbalização que cresce organicamente a partir da vida da cena.

( ) Um momento livre para autoexpressão.

( ) Momento de entrega, que cria harmonia; não deve ser confundido com exibicionismo.

( ) Maneirismos físicos, tons de voz, ritmos, etc.


Assinale a sequência correta.

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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Arte Educador |
Q1088826 Artes Cênicas
Em relação à maquiagem teatral e à mímica em atuação teatral, quais são os signos respectivamente desenvolvidos por essas práticas associadas aos músculos da face?
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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Arte Educador |
Q1088825 Artes Cênicas
O figurino está sempre presente no ato teatral como
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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Arte Educador |
Q1088821 Artes Cênicas
O aprendizado do ambiente lúdico e prazeroso do jogo, quando corretamente desenvolvido, é
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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Arte Educador |
Q1088820 Artes Cênicas
Improvisação é um processo de criação, em que os artistas contam com a improvisação para fomentar suas investigações coreográficas. Na atualidade, muitos artistas utilizam-se da improvisação em seus processos coreográficos. A opção em se trabalhar nesse formato está ligada
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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Arte Educador |
Q1088818 Artes Cênicas
A unidade de movimento, como soma da contração e do relaxamento, forma e determina o ritmo do movimento corporal. François Delsarte utilizava uma teoria da qual fez análise da sistematização dos gestos e expressão corporal. Nesse sentido, os gestos foram subdivididos em
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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA Prova: AOCP - 2018 - FUNPAPA - Arte Educador |
Q1088811 Artes Cênicas
Um indivíduo à sua frente cruza e descruza as pernas, vira a cabeça para o lado, coloca as palmas das mãos para baixo. Tudo isso se relaciona com o que passa no íntimo das pessoas e é chamado de
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Q1043961 Artes Cênicas
O sistema de jogos teatrais, difundido a partir dos anos 1960, enfatizava a dimensão improvisacional do fazer teatral e destacou a importância das interações intersubjetivas na construção do sentido da representação cênica e na apropriação de algumas convenções teatrais. Seu criador foi
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Q1043960 Artes Cênicas
“Consiste em atuar representando papéis em lugares públicos, sem que haja conhecimento prévio das pessoas que lá se encontram de que se trata de uma atuação teatral. É a proposição mais radical e polêmica de Boal, contestada por muitos estudiosos do teatro – que não a consideram válida por entenderem que ela prescinde do acordo indispensável entre espectador e público que funda e justifica o ato teatral. Polêmica à parte, essa modalidade se revelou muito eficaz na conscientização, mobilização e agitação pública.” (Japiassú, 2001)
Essa modalidade, proposta por Augusto Boal, é denominada
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Q1043959 Artes Cênicas
Inicialmente dedicado à pesquisa cênica com o objetivo de renovacão da linguagem teatral, J. L. Moreno questionava a tradição ocidental das convenções teatrais e terminou por descobrir o valor terapêutico do teatro na cura de distúrbios do comportamento.
A descrição, de Japiassú (2001), define o
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Q1013216 Artes Cênicas

No jogo dramático entre sujeitos, portanto, todos são “fazedores” da situação imaginária, todos são “atores”. No jogo teatral, o grupo de sujeitos que joga pode se dividir em equipes que se alternam nas funções de “jogadores” e de “observadores”, isto é, os sujeitos jogam deliberadamente para outros que os observam.

(Japiassu)


O trecho indica

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Q1013215 Artes Cênicas
O play way ou método dramático, segundo Japiassu, é
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Q1013214 Artes Cênicas

Conjunto de procedimentos de atuação teatral improvisada, com o objetivo de, em suas origens, transformar as tradicionais relações de produção material nas sociedades capitalistas pela conscientização política do público. Do ponto de vista cênico, é caracterizado pela solução denominada curinga, na qual, aos atores, não são distribuídos personagens, mas funções.


A descrição define, de acordo com Japiassu,

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Q972802 Artes Cênicas
Augusto Boal afirma que o corpo humano deve ser a primeira palavra do vocabulário teatral, uma vez que é nossa principal fonte de som e movimento. Para o autor, precisamos conhecer primeiramente nosso corpo, para somente depois sermos capazes de torná-lo expressivo. Esse conhecimento deve ser dominado pelo “espectador”, que somente depois de ter este autoconhecimento corporal estará habilitado a praticar formas teatrais que, por etapas, ajudem-no a liberar-se de sua condição de espectador.

BOAL, Augusto. Teatro do Oprimido e outras poéticas políticas. Rio de Janeiro: Civilização, 2010, p.138.

Partindo desse pressuposto, Boal elaborou um plano geral de conversão do espectador em ator que consiste, sistematicamente, no seguinte esquema geral:
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Q972801 Artes Cênicas

As pedagogias do teatro de muitos autores dialogam fortemente no que se refere ao fato de repensar o lugar do espectador, mas diferem na forma como ele deve agir em relação ao personagem. A seguir destacamos a poética de alguns desses pensadores/fazedores de teatro, que chamamos de X, Y e Z, cada um com seu jeito peculiar de pensar e fazer arte: 


 X propõe uma poética em que os espectadores delegam poderes ao personagem para que este atue e pense em seu lugar;  

 Y propõe uma poética em que o espectador delega poderes ao personagem para que este atue em seu lugar, mas se reserva o direito de pensar por si mesmo, muitas vezes em oposição ao personagem;  

 Z propõe uma poética em que o espectador não delega poderes ao personagem para que atue nem para que pense em seu lugar. Ao contrário, ele mesmo assume um papel protagônico, transforma a ação dramática inicialmente proposta, ensaia soluções possíveis, preparando-se para a ação real.
 
Os autores X, Y e Z são, respectivamente,

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Q972800 Artes Cênicas
“Por volta da metade do século XVIII, durante a dinastia Ching, a peça musical lírica e poética começou a se desenvolver na direção de um novo estilo, acentuando um sentido de realidade e exigindo um palco maior, ‘público’. O imperador Chien Lung (1736-1795) tinha um grande interesse pelas trempes teatrais da China e encontrava tempo, em suas viagens, para visitar os teatros das províncias. Assistia atentamente à atuação, canto e dança dos artistas. Os melhores deles eram então chamados a Pequim.”

BERTHOLD, Margot. História mundial do teatro. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.

Um dado correto no que diz respeito à Ópera de Pequim é o fato de que
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Q972799 Artes Cênicas

A estreia de O rei da vela, em 1968, marcou um momento importante na história do teatro brasileiro, muito embora tivesse sido escrita trinta anos antes, por Oswald de Andrade. A montagem, que sofreu muitas críticas positivas e negativas do público, mexeu com as estruturas do pensamento teatral da época, por ter sido considerada ousada e atual. Recentemente, mais precisamente em abril de 2018, o espetáculo voltou à cena carioca e recebeu o seguinte comentário da atriz Fernanda Montenegro, que assistia ao espetáculo da oitava fileira:


A cultura teatral brasileira está no fundo de um precipício. […] Há muito tempo os nossos palcos não apresentam nada igual. Há uma comoção geral na plateia, silenciosa, porque há uma necessidade de renascermos. Nós temos que renascer nos nossos palcos.

Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em: 1 ago. 2018.

Este espetáculo teve direção assinada por

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Respostas
1801: E
1802: A
1803: D
1804: B
1805: A
1806: E
1807: B
1808: C
1809: D
1810: B
1811: C
1812: B
1813: A
1814: A
1815: E
1816: D
1817: A
1818: C
1819: A
1820: D