Questões de Concurso
Sobre teoria e abordagem arquivística em arquivologia
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Segundo Paes (2007), a finalidade para a qual os arquivos foram criados é tornar disponíveis as informações contidas no acervo documental sob sua guarda.
O arquivista da atualidade deve levar em consideração dois fatores que afetam a preservação do material sob sua custódia, fatores esses apontados pela Repartição de Normas Técnicas (Bureau of Standards) como agentes “externos" e “internos" de deterioração. (SCHELLENBERG, 2006, p. 231).
Com base na afirmação de Schellenberg, pode-se concluir:
O arquivista, em suas ações de preservação, deve dar atenção ao tipo e à qualidade do suporte do documento.
De acordo com a teoria arquivística, para se evitar que os documentos fiquem amontoados nas repartições e dificultem a execução dos trabalhos, ocupando espaços valiosos, os administradores devem implementar a gestão de documentos e transferi-los para os arquivos permanentes.
A difusão da informação requer a utilização de suportes variados, desde os estabelecidos pelo computador até aquele que é ainda o mais conhecido e mais divulgado, o papel.
Os idealizadores das novas estruturas informacionais, no contexto da globalização e da sociedade do conhecimento, devem reconhecer o fato de que a simples existência da informação em redes de computadores, atrelada aos melhores estoques e aos mais habilidosos fornecedores, são a garantia de sua distribuição em termos social e politicamente corretos e equitativos.
O homem chega ao final do século tão impactado pelas transformações que vêm ocorrendo em seus ambientes social, cultural, laboral, econômico e político. [...] essas transformações são, em grande parte, trazidas pela constante evolução das tecnologias de informação, um termo que compreende em si muitos conceitos e que vai moldando uma nova organização e um novo funcionamento da sociedade, a sociedade da informação. (AGUIAR. In: LUBISCO e BRANDÃO, 2000, p. 37 e 38).
Com base nessas afirmações, pode-se concluir:
Os mecanismos através dos quais o conhecimento do esforço de execução de pesquisa em ciência e tecnologia é comunicado e difundido não são afetados.
O homem chega ao final do século tão impactado pelas transformações que vêm ocorrendo em seus ambientes social, cultural, laboral, econômico e político. [...] essas transformações são, em grande parte, trazidas pela constante evolução das tecnologias de informação, um termo que compreende em si muitos conceitos e que vai moldando uma nova organização e um novo funcionamento da sociedade, a sociedade da informação. (AGUIAR. In: LUBISCO e BRANDÃO, 2000, p. 37 e 38).
Com base nessas afirmações, pode-se concluir:
A nova realidade afeta, de forma especial, a qualidade, a eficiência e a rapidez do processo de geração do conhecimento científico e tecnológico.
O documento de arquivo só tem sentido se estiver relacionado ao meio que o produziu.
A partir desse elemento, pode-se afirmar que essa é a base da teoria de “fundos", a qual preside a organização dos arquivos permanentes.
O técnico do Programa Geral de Informação da UNESCO, Montviloff, acentua a importância da formulação de políticas nacionais de informação, cuja finalidade é
assegurar, com vistas à sua utilização, o acesso aos conhecimentos especializados e profissionais, às informações científicas, técnicas e econômicas assim como à soma dos saberes produzidos e reunidos no país e em outras partes do mundo, a fim de auxiliar a solução de problemas concretos e ao desenvolvimento de todos os setores da sociedade. (MONTVILOFF. In: JARDIM, 1995, p. 25).
Os aspectos relacionados aos meios de acesso e difusão da informação não fazem parte de políticas de informação.
O técnico do Programa Geral de Informação da UNESCO, Montviloff, acentua a importância da formulação de políticas nacionais de informação, cuja finalidade é
assegurar, com vistas à sua utilização, o acesso aos conhecimentos especializados e profissionais, às informações científicas, técnicas e econômicas assim como à soma dos saberes produzidos e reunidos no país e em outras partes do mundo, a fim de auxiliar a solução de problemas concretos e ao desenvolvimento de todos os setores da sociedade. (MONTVILOFF. In: JARDIM, 1995, p. 25).
Sob tal objetivo, a perspectiva de sistemas nacionais de informação persiste no discurso da UNESCO, norteada pela formulação de uma ou várias políticas de informação, cujos domínios de aplicação incluem aspectos como o desenvolvimento de recursos e serviços de informação.
Uma redução da incerteza, oferecida quando se obtém respostas a uma pergunta. (Weaver, 1975)
Todo sinal físico que, introduzido em dado sistema, é capaz de reduzir seu grau de entropia. (Rudiger, 1998)
Dados coletados, organizados, ordenados, aos quais são atribuídos significados e contextos. (Prusak, 1994)
Toda base de conhecimento fixada materialmente, suscetível de prova, estudo e confronto. (Briet, 1995)
Um ou vários elementos de conhecimento passíveis de transmissão por meio de sinais. (Deveze, 2000)
As definições acima representam o que os autores, mencionados entre parênteses, entendem por
Segundo T. R. Schellenberg, os valores de prova e de informação estão vinculados ao valor primário dos documentos.
Neste trecho de seu livro Arquivos para quê? (São Paulo, 2010), Bruno Delmas refere-se ao binômio
I. A Lei nº 8.159/1991, conhecida como Lei dos Arquivos, e o decreto de criação do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo (SIGA) são marcos jurídicos da implantação da gestão de documentos na administração pública federal.
II. Os instrumentos de gestão arquivística, como, por exemplo, o plano de classificação e a tabela de temporalidade são as bases técnicas do programa de gestão de documentos.
III. A primeira fase da gestão de documentos, denominada criação de documentos, compreende o controle, a utilização e o armazenamento dos documentos necessários para a realização ou facilitação das atividades de uma organização.
IV. A noção de pré-arquivo está superada, sob o ponto de vista terminológico, no âmbito da comunidade arquivística brasileira, que passou a utilizar o conceito de arquivo corrente.
verifica-se que
a seguir.