Questões de Concurso
Sobre teoria e abordagem arquivística em arquivologia
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“A proposta de uma noção de governança arquivística, na minha perspectiva, tem origem nos meus estudos e vivências sobre o tema, relacionados à gestão arquivística e a políticas públicas.”
Fonte: JARDIM, J. M. Governança Arquivística: territórios em movimento. In: VENANCIO, R. P.; NASCIMENTO, A.; PANISSET, B.; CHAGAS, C. A.; CUNHA, F. J. A. P. (org.). Governança Arquivística: repensando políticas arquivísticas. Florianópolis, SC: Rocha Gráfica e Editora; Belo Horizonte: PPGCI/UFMG, 2024. p. 136.
Considerando as relações entre governança arquivística, gestão arquivística e políticas públicas, analise as afirmativas a seguir:
I. A governança arquivística pressupõe uma interação dinâmica com diversas políticas públicas, não se restringindo às políticas arquivísticas.
II. O objeto da governança arquivística é a gestão arquivística.
Assinale a alternativa CORRETA.
I.A incorporação do conjunto do órgão extinto aos fundos das secretarias sucessoras é recomendável porque a continuidade das competências torna equivalentes os contextos de produção.
II.O conjunto produzido pelo órgão extinto constitui fundo fechado e deve manter sua individualidade, ainda que as competências tenham sido redistribuídas.
III.Os documentos produzidos pelas secretarias sucessoras no exercício das competências recebidas integram os fundos dessas secretarias e não o fundo do órgão extinto.
É correto o que se afirma em:
Um documento arquivístico_____________ é aquele que pode ser localizado, recuperado, apresentado e interpretado.
Diante do Ciclo Vital dos Documentos, qual é a qualificação arquivística correta para esse conjunto documental e a conduta a ser adotada pelo órgão dentre as alternativas abaixo:
No que concerne à análise tipológica de documentos de arquivo, julgue o item a seguir.
A análise tipológica é uma metodologia aplicável a diversas funções arquivísticas.
Vemos que desde o início os papéis do Conselho das Índias estavam ligados ao poder. Mas não se tratava de um poder que se estendia exclusivamente da metrópole à periferia, e sim de uma dinâmica dialógica, que mantinha íntegro um império em constante expansão. Essas comunicações eram polifônicas, e delas participaram não apenas conquistadores, oficiais régios ou inquisidores, mas muitos outros atores. Essa lógica comunicativa, somada à inesperada novidade das Índias, exigia uma organização maior do que aquela que os ministros podiam oferecer. Isso impediu que o Conselho se convertesse em um centro de poder autoritário. Além disso, conferiu ao Conselho um caráter dialógico que estava longe de ser epistemologicamente absoluto. O arquivo do Conselho, e, portanto, o Arquivo de Índias, nasce como instrumento de poder, sim, mas cocriado, malformado, incompleto, histórico, polifônico.
Adaptado de MASTERS, Adrian. “Cómo usar un archivo colonial”, Memórias Digitais e os Acervos Coloniais, 2024, p. 352.
As opções a seguir descrevem corretamente a interpretação do autor sobre o arquivo colonial, à exceção de uma. Assinale-a.