Questões de Concurso
Sobre urbanismo em arquitetura
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“A Secretaria Nacional de Habitação, junto ao Ministério das Cidades, sintetiza como objetivos das ZEIS – Zonas Especiais de Interesse Social: ‘estabelecer condições urbanísticas especiais para a urbanização e regularização fundiária dos assentamentos precários’; ‘ampliar a oferta de terra para produção de Habitação de Interesse Social (HIS)’; e ‘estimular e garantir a participação da população em todas as etapas de implementação’.”
(Presidência da República/Ministério das Cidades/Secretaria Nacional de Habitação, 2009, p. 17.)
Considerando a definição legal das ZEIS, conforme a Secretaria Nacional de Habitação, junto ao Ministério das Cidades (2009), é correto afirmar que:
Leia as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Paisagismo é o meio de se obter de volta a natureza para o homem através da recriação ou proteção da mesma.
II. Lugar é considerado a representação espacial que possui identidade, características intrínsecas, exclusivas que lhe proporciona a aproximação e a identificação deste conjunto de elementos com a população que o vivencia ou vivenciou.
III. Espaço livre público é todo espaço não edificado, ou seja, ruas, pátios, praças, largos, parques, entre outros.
Associe as normas ou resoluções elencadas na primeira coluna com as respectivas competências elencadas na segunda coluna.
(1) Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos:
(2) Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico e para o Estado de Pernambuco:
(3) Lei de Uso e Ocupação do Solo da Cidade do Recife e regulamentações:
(4) Norma de Desempenho de Edificações:
(5) Requisitos e critérios de desempenho aplicados ao sistema de pisos da edificação habitacional.
( ) ABNR NBR 15.575-3/2013.
( ) Lei nº 16.176/1996.
( ) Lei nº 11.186/1994.
( ) ABNT NBR 9050/2015.
( ) ABNR NBR 15.575/2013.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é
Há, na atualidade, uma enorme preocupação por parte dos formadores de profissionais de arquitetura, urbanismo e paisagismo, que, na maioria dos cursos do Brasil, são professores também arquitetos, com o risco que pode acarretar para os sítios, lugares e cidades e, por conseguinte, para a sociedade, a contextualização da arquitetura “pelo edifício no lote de terreno” tal qual foi a prática por várias décadas no Brasil, sem considerar o território enquanto direito, na melhor forma de uso, por todos os cidadãos. Essa preocupação tem ditado alguns fundamentos, ora em artigos, muito em ementas de disciplinas, pouco em livros nacionais. Leia atentamente as colocações que seguem, e aponte, entre elas, a fundamentação abrangente e a não procedente, respectivamente, em consonância com esse diálogo.
I. Cada profissional pode desenvolver uma metodologia ou uma ordem própria “de pensar” os projetos arquitetônicos, urbanísticos e paisagísticos, mas sempre com o foco no usuário/cliente e no contexto urbano, ou seja, indissociavelmente, no edifício e na cidade.
II. A identificação precisa do usuário, do tema e do contexto urbano; o programa de necessidades, as referências; a identificação autoral com sistemas construtivos e formas que possam influenciar o partido plástico; os dimensionamentos e leiautes, os traçados, esboços e maquetes até chegar na proposta.
III. O centro das atenções primeiro no objeto arquitetônico, no seu programa e nas possíveis formas plásticas; e segundo, no contexto urbano, com seus condicionantes naturais e suas interferências estruturais de serviços.
IV. A aptidão para o desenho à mão, atributo considerado por vários autores como fundamental e indispensável para a comunicação do arquiteto, urbanista e paisagista com o seu universo de trabalho e a sua clientela.
V. O exercício da percepção, do olhar sobre “o que se vê no dia-a-dia” e nas referências; o que se imagina sobre o tema; o que inspira a produção projetual e o que se representa ou apresenta por meio de modelos físicos.
Assinale a alternativa com a correspondência CORRETA.
As determinações legais referentes ao terreno e ao edifício a ser projetado, como a legislação municipal, são essenciais para as tomadas de decisões e o correto desenvolvimento do projeto arquitetônico. Levando-se em conta que, em atendimento à legislação municipal pertinente a um terreno com área de 5.000 m², em um estudo de viabilidade técnico-econômico para um Centro Cultural, um arquiteto utilizou a Taxa de Ocupação (T.O.) máxima permitida de 50% e o Coeficiente de Aproveitamento (C.A.) básico 1. Além disso, nesse estudo, o arquiteto optou por deixar todos os pavimentos com a mesma área (m²). Com base nessas informações, o T.O., o C.A. e o número de pavimentos do Centro Cultural proposto neste estudo são, respectivamente:
Para um mesmo terreno foram elaborados três estudos de viabilidade para a execução de uma residência unifamiliar, conforme volumetrias a seguir. Todos os pavimentos representados nos três estudos têm a mesma área (100 m2 cada pavimento), sendo que nos estudos 1 e 2 foram propostos dois pavimentos (total de 200 m2 de área projetada para cada estudo) e no estudo 3 apenas um pavimento (total de 100 m2 de área projetada).
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Em relação à Taxa de Ocupação (T.O.) e o Coeficiente de Aproveitamento (C.A.) dos estudos elaborados, analise as afirmativas.
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____________ESTUDO 1 (200 m2)___________________________ESTUDO 2 (200 m2)______________________________ESTUDO 3 (100 m2)
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I. A Taxa de Ocupação (T.O.) do Estudo 1 e do estudo 3 são iguais.
II. A Taxa de Ocupação (T.O.) do estudo 2 é maior que a T.O. dos estudos 1 e 3.
III. A T.O. do estudo 1 é igual à do estudo 3, porém, o Coeficiente de Aproveitamento (C.A.) do estudo 3 é maior que o do estudo 1.
IV. Tanto a T.O. quanto o C.A. dos estudos 2 e 3 são diferentes.
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Está correto o que se afirma apenas em
Um edifício com área construída computável total de 15 000 m² foi proposto em terreno com área total de 5 000 m². O zoneamento local define o coeficiente de aproveitamento básico de 1,5 e máximo de 4. Considerados apenas esses parâmetros, do ponto de vista do atendimento a essas limitações legais, o projeto proposto
No projeto de um equipamento comunitário, deverá ser atendida a limitação legal do coeficiente de aproveitamento e da taxa de ocupação. Prevê-se que a edificação possa ter até quatro pavimentos, em terreno de 2 000 m². O zoneamento do município em que o equipamento será construído prevê para esse terreno coeficiente de aproveitamento básico 1,5 e máximo 2,5, e taxa de ocupação de 0,7. A legislação local prevê a outorga gratuita de potencial construtivo para edificações públicas de uso institucional.
Nessas condições, a área máxima que a edificação poderá alcançar será de
Uma prefeitura quer proteger o conjunto arquitetônico de seu centro histórico, situado em terreno plano, no qual predominam ainda o casario residencial, e cujo marco paisagístico é o campanário da igreja. Propõe-se um mecanismo de manutenção das visuais dessa paisagem e estudam-se medidas na legislação urbanística que complementem um eventual tombamento de imóveis isolados.
É mais adequado a essa finalidade, dentre as alternativas apresentadas a seguir, adotar, nas quadras de interesse para a preservação de visuais, limitações de
Em um município da Região Metropolitana de São Paulo, um empreendedor propôs lotear terrenos que apresentam trechos extensos de várzea, não protegidos por legislação ambiental, nos quais predominam argilas orgânicas. Caso esses trechos de várzea sejam ocupados por lotes, é de se esperar que haja dificuldades de
I. Os traçados não ortogonais são antieconômicos na implantação de loteamentos urbanos. II. Os quarteirões retangulares têm uma diminuição de aproximadamente 20% no percurso das redes, quando a metade dos lotes fica voltada para uma rua e a outra metade fica de frente para a outra rua. III. As ruas de penetração em quarteirões extensos servem para a implantação de infraestrutura de uma forma mais econômica. IV. Os lotes com pouca profundidade quase sempre são os mais econômicos.
Quais estão corretas?