Questões de Concurso Sobre urbanismo em arquitetura

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Q2951388 Arquitetura

É sabido que a precipitação das chuvas ocorre de um modo aleatório e que, para projetos de drenagem, utilizamos métodos estatísticos para encontrar volumes e dimensionar tubulações, bueiro e caixas. Alguns conceitos são fundamentais para o entendimento e o desenvolvimento de projetos nesta área. Assinale o conceito INCORRETO.

Alternativas
Q2913464 Arquitetura

Qual o nome da licença expedida pela Prefeitura que autoriza a construção ou a reforma de uma imóvel?

Alternativas
Q2913463 Arquitetura

O HABITE-SE é um documento expedido pela prefeitura que libera o imóvel construído ou reformado para a moradia ou a permanência de pessoas. Analise as afirmativas I, II e III abaixo, relacionadas aos documentos necessários para a liberação do HABITE-SE, e assinale a alternativa correta:


I. Necessita apenas do memorial descritivo da obra.

II. Entre outros documentos necessita da apresentação dos comprovantes de pagamento dos impostos (INSS e ISS).

III. O alvará é um destes documentos.

Alternativas
Q2227148 Arquitetura
Considerando a Lei n.º 6.766/1979, regulamentada pela Lei n.º 9.785/1999, que dispõe sobre o parcelamento do solo urbano, assinale a opção correta. 
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Q2227123 Arquitetura
No que tange às instalações de esgoto, cujos projetos são normalizados pela NBR-19, assinale a opção correta.
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Ano: 2009 Banca: CESGRANRIO Órgão: MS
Q1227782 Arquitetura
A proposta de Reforma do Estado desenvolvida pelo governo federal, contendo o Plano Diretor da Reforma do Aparelho do Estado de 1995, identificava claramente a necessidade de redefinição do papel do Estado, apontando um quadro de crise que se diferenciava em várias dimensões, dentre elas, a crise fiscal, definida por 
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNIPAMPA
Q1225589 Arquitetura
A Revolução Industrial marcou a origem do pensamento urbanístico, que passou a olhar a cidade sob uma abordagem reflexiva e crítica, com vistas a preparar as transformações por meio de projetos. Quanto às teorias urbanas que fundamentaram o processo de planejamento urbano no século XX, julgue o item a seguir. 
O Plano Voisin, proposto em meados do século XIX pelo Barão de Haussmann, representou a principal transformação no traçado urbano de Paris, cujo projeto objetivava a modernização e embelezamento da cidade em detrimento da desordem e falta de saneamento dos antigos bairros góticos.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNIPAMPA
Q1225583 Arquitetura
A Revolução Industrial marcou a origem do pensamento urbanístico, que passou a olhar a cidade sob uma abordagem reflexiva e crítica, com vistas a preparar as transformações por meio de projetos. Quanto às teorias urbanas que fundamentaram o processo de planejamento urbano no século XX, julgue o item a seguir. 
No modelo naturalista, o espaço da cidade era resultado das projeções sociais — relação campo/cidade — e suas características não poderiam ser definidas a priori. Dessa maneira, o planejamento das organizações morfológicas da cidade estava condicionado a uma necessária mudança nas relações de dominação das classes sociais.
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Q1207908 Arquitetura
O Plano Diretor de um município estabelece as condições para o desenvolvimento das cidades, garantindo inclusive a função social da propriedade urbana.
Anteponha V (verdadeiro) e F (falso) às alternativas abaixo. O Plano Diretor é:
( ) uma lei aprovada pela Câmara de Vereadores, sem a participação da comunidade.
( ) um pacto estabelecido pelos administradores municipais com a população.
( ) obrigatório para as cidades com mais de 20.000 habitantes.
( ) obrigatório para todas as cidades situadas em regiões metropolitanas, como também as integrantes de áreas dE especial interesse turístico.
A sequência CORRETA de cima para baixo, é:
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IBRAM-DF
Q1201672 Arquitetura
Quanto os equipamentos urbanos, julgue o item que se segue.
Defende-se a abertura de novos equipamentos públicos distantes do centro das cidades e próximos dos locais residenciais.
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IBRAM-DF
Q1201633 Arquitetura
Quanto os equipamentos urbanos, julgue o item que se segue.
A falta de equipamentos públicos de esporte e de lazer pode ser considerada um dos motivos que favorecem a violência entre os jovens nos bairros.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IBRAM-DF
Q1201082 Arquitetura
Quanto os equipamentos urbanos, julgue o item que se segue.
Entre os nomes seguintes, dois deles não se enquadram na categoria de equipamentos públicos: banca de jornal, banco de jardim, biblioteca, centro de assistência social, creche, escola, centro de saúde, feira, lixeira, posto policial, quadra poliesportiva.
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Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: UFFS
Q1199887 Arquitetura
O Plano Diretor é obrigatório para cidades integrantes de regiões metropolitanas e no caso de cidades maiores, deverá ser elaborado um plano de  transporte urbano integrado, compatível com o plano diretor ou nele inserido.  Esse plano de transportes deve ser realizado por cidades a partir de:
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Ano: 2009 Banca: FADESP Órgão: SESPA-PA
Q1193438 Arquitetura
Sobre questões ambientais urbanas, especificamente no que diz respeito à definição de áreas de proteção, planejamento urbano e enchentes, é apropriado, tecnicamente e socialmente, considerar que: 
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Ano: 2009 Banca: IPAD Órgão: Prefeitura de Caruaru - PE
Q1182813 Arquitetura
Novas metrópoles enfrentam velhos problemas
A industrialização do país, após a era JK, promoveu um crescente processo de urbanização e consequente aumento das principais cidades brasileiras. Em 1950, apenas São Paulo e Rio de Janeiro tinham mais de 1 milhão de habitantes. Em quatro décadas, 13 cidades do Brasil atingiram esse patamar. Com o aumento do tamanho das cidades, surgiram novas metrópoles. Além da região metropolitana de São Paulo, que abrange 39 municípios, e da do Rio de Janeiro, que engloba 21 cidades, existem hoje, no Brasil, outras dez grandes metrópoles. Juntas, elas abrigam 33,6% da população brasileira.
Um dos problemas enfrentados pelos grandes centros metropolitanos é a alta demanda pela sua infraestrutura hospitalar. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a demanda pela infraestrutura na área de saúde adquire escala geométrica. Lá, havia, em 1999, 145 hospitais particulares, 37 estaduais e 17 municipais. Apesar de a Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelecer como padrão aceitável o número de 4,5 leitos para cada mil habitantes, São Paulo tinha naquele ano apenas 3,7. E isso, contando apenas a população da capital, que atende a demanda de grande parte da sua região metropolitana. No ABC paulista, onde a demanda de municípios vizinhos com menos estrutura também é grande, o número de leitos em hospitais públicos aumentou 73%, de 1990 a 1997. Mesmo assim, apenas São Caetano do Sul possui o número de leitos recomendado pela OMS.
Outro grande problema das metrópoles brasileiras, que diz respeito à ocupação espacial, é o da habitação. Segundo a Prefeitura Municipal de São Paulo, entre 1973 e 1987, enquanto a população total do município cresceu 60%, o número de residentes em favelas aumentou mais de 100%. Em 1996, 7,61% dos paulistanos residia em favelas. No Rio de Janeiro, de acordo com o IBGE, os favelados passaram de 7,13 % da população, em 1950, para 17,57%, em 1991. No Rio de Janeiro, as favelas representam 35% da área total da cidade.
A favelização é um dos fatores responsáveis pelo que os pesquisadores chamam de “polarização social”. Com base em dados estatísticos do IBGE, os pesquisadores do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR/UFRJ) Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro e Luciana Corrêa do Lago defendem que enquanto 63,2% da população dos bairros possui pelo menos oito anos de estudo, 74,2% dos residentes em favelas estudaram no máximo sete anos. Nos postos de emprego, 34,5% dos moradores de bairro são trabalhadores de classe média, 23,1% são proletários do setor terciário, 13% são trabalhadores de elite e 12,4% são operários. Nas favelas, 33,5% são proletários do setor terciário, 27,8% são operários, 17,1% estão em subempregos e 15,2% são trabalhadores de classe média.
Para a jornalista carioca Ana Lúcia Vieira de Azevedo, a sustentabilidade das metrópoles só será possível com a descentralização da política urbana. "Cada bairro ou micro-região deveria ser uma estrutura administrativa com razoável autonomia", ela diz. Segundo Azevedo, essa autonomia seria suficiente para identificar, gerir e solucionar mais rapidamente os problemas da micro-região. O urbanista Eduardo Alva, no entanto, diz que a descentralização e a participação nas decisões têm que ser conquistadas pelas comunidades locais. Já a pesquisadora Regina Maria Prosperi Meyer, do Centro de Estudos da Metrópole, ligado à USP, diz que as políticas públicas nas metrópoles têm que abranger todos os municípios envolvidos. "O projeto desenvolvido em escala metropolitana é sempre impulsionado e sustentado por questões abrangentes, que só encontrarão respostas efetivas nessa escala", declara Meyer.
Texto disponível em: http://www.comciencia.br/reportagens/cidades/cid07.htm.  Acesso em 29/08/09. Adaptado.
No texto a “alta demanda pela infraestrutura hospitalar” e a “habitação” são utilizadas como exemplos, na defesa da seguinte tese:
Alternativas
Q142294 Arquitetura
Na gestão da paisagem e do ambiente, diante da impossibilidade
de renovação de alguns recursos naturais, deve-se considerar
formas de produção orientadas para um desenvolvimento
ordenado, racional, eficiente e econômico, envolvendo
planejamento integrado na produção de espaços. Acerca da
gestão ambiental, julgue os itens de 70 a 72.

O direito a preempção previsto no Estatuto da Cidade representa um ganho para a gestão urbana ambiental, pois viabiliza a aquisição, pelo poder público, em detrimento da especulação imobiliária, de áreas para a realização de projetos de interesse social que visem a criação de unidades de conservação ou proteção de áreas de interesse ambiental.
Alternativas
Q142290 Arquitetura
Acerca do tema planejamento urbano estratégico, julgue os itens
subsequentes.

Um dos aspectos que diferenciam o planejamento urbano estratégico do planejamento racional-abrangente é a ênfase na consideração dos stakeholders, entendidos como todos aqueles indivíduos, grupos ou organizações que têm algum interesse e(ou) que podem, de alguma maneira, influenciar o processo de planejamento.
Alternativas
Q142289 Arquitetura
Acerca do tema planejamento urbano estratégico, julgue os itens
subsequentes.

O planejamento urbano estratégico visa proteger a cidade do crescimento desenfreado sem planejamento, com características mercadológicas de modernização sem desenvolvimento, marcado pelo urbanismo moderno instituído em meados do século XX.
Alternativas
Q142288 Arquitetura
Acerca do tema planejamento urbano estratégico, julgue os itens
subsequentes.

Planejamento urbano estratégico consiste na transposição dos conceitos do planejamento de empresas para o planejamento urbano e, desde a década de 80, do século XX, tem exercido grande influência nas cidades do Brasil.
Alternativas
Q142271 Arquitetura
Regulamentações como o Estatuto da Cidade e o parcelamento do
solo urbano caracterizam-se como instrumentos da política
urbana no Brasil, em que se inserem diretrizes de planejamento
para o desenvolvimento e a estruturação das cidades, de modo a
evitar e corrigir as distorções do crescimento urbano e seus
efeitos negativos sobre o meio ambiente. Acerca do planejamento
de estruturas urbanas e regionais, julgue os itens seguintes.

Em zonas habitacionais já constituídas e declaradas por lei como de interesse social (ZHIS), quando necessária a expansão urbana ao longo das faixas de domínio público das rodovias, é dispensada a exigência de reserva de uma faixa não edificável.
Alternativas
Respostas
2381: E
2382: D
2383: D
2384: B
2385: A
2386: A
2387: E
2388: E
2389: C
2390: C
2391: C
2392: E
2393: B
2394: B
2395: E
2396: C
2397: C
2398: E
2399: C
2400: E