Questões de Concurso Sobre arqueologia

Questões Discursivas

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Q3386566 Arqueologia

A Portaria nº 316 de 2019, determina que a caracterização é o detalhamento do sítio arqueológico e deverá conter minimamente os seguintes itens:


(__) Síntese do bem.

(__) Tipo de sítio.

(__) Classificação dos vestígios.

(__) Ano de descoberta.

(__) Estudo geográfico. A sequência correta de cima para baixo é:

Alternativas
Q3386562 Arqueologia

De acordo com o Art. 58 da Portaria nº 375 de 2018, são espaços passíveis de ações de Interpretação, Promoção e Difusão do patrimônio cultural material:


I. os bens culturais protegidos.

II. os lugares de memória.

III. os centros de delimitação e ajustes.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q3386558 Arqueologia
Segundo o Art. 10 da Instrução Normativa nº 1 de 2015, é correto afirmar que, com base nas informações da Ficha de Caracterização da Atividade (FCA) ou documento equivalente, o IPHAN emitirá o Termo de Referência Específico (TRE) no prazo máximo de:
Alternativas
Q3386557 Arqueologia
Conforme prevê a Portaria nº 375 de 2018, o Fiscalis está organizado em quantos módulos?
Alternativas
Q3386556 Arqueologia
Com base no Art. 12 da Portaria nº 375 de 2018, assinale a alternativa que indica corretamente um instrumento de identificação dos bens culturais materiais.
Alternativas
Q3386554 Arqueologia
São considerados sítios arqueológicos os locais que apresentam testemunhos da passagem ou permanência humana em algum momento do passado. Neste sentido, são exemplos de sítios arqueológicos anterior à chegada dos europeus ao Brasil:
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Q3319156 Arqueologia
Sobre a origem do Homem Americano: na década de 1990, o pesquisador Walter Neves confirmou que Luzia foi a primeira habitante do continente. Esta descoberta suplantou a que até então era considerada como verdadeira:
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Q3032609 Arqueologia
No Parque encontra-se a maior concentração de sítios arqueológicos atualmente conhecida nas Américas, com mais de mil sítios cadastrados. Nos abrigos, além das manifestações gráficas, encontram-se vários vestígios da presença do homem préhistórico, com datações mais antigas conhecidas no continente americano. A região abriga 173 sítios arqueológicos abertos à visitação.
(Disponível em: https://www.gov.br/icmbio/pt-br/assuntos/biodiversidade/unidade-de-conservacao/unidades-debiomas/caatinga/lista-de-ucs/.)
A qual parque o texto acima se refere:
Alternativas
Q3032607 Arqueologia
Quanto à conservação de materiais arqueológicos, assinale a alternativa correta.
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Q3032606 Arqueologia
[...] Na maioria das vezes se contentava com os frutos das árvores baixas e retorcidas, uns coquinhos de palmeira, tubérculos e folhagens. Em ocasiões especiais, dividia com seus companheiros um pedaço de carne de algum animal que conseguiam caçar. Foi possivelmente vítima de um acidente, ou do ataque de um animal. O corpo ficou jogado numa caverna. Passados mais de 100 séculos, a mais antiga brasileira está emergindo das profundezas de um sítio arqueológico para a notoriedade do mundo científico.
        (TEICH, 1999, p. 80 apud GASPAR NETO; SANTOS, 2009, p. 455.)
Na década de 1970 a região de Lagoa Santa (MG) tornou-se mais conhecida porque foi encontrado nela:
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Q2477590 Arqueologia
Leia o texto.

Ao conceituarmos a Arqueologia como a disciplina que investiga a emergência, a manutenção e a transformação dos sistemas socioculturais através dos tempos, por meio da cultura material por eles produzida, fica implícito que seu interesse primordial é explanar fenômenos de mudança cultural, operando, fundamentalmente, a partir de três dimensões interrelacionadas que estruturam a vida social: forma, espaço e tempo.

(LIMA, Tânia. Cultura material: a dimensão concreta das relações sociais. Boletim do Museu Paraense Emilio Goeldi, vol. 6, n° 1, 2011.)



De acordo com essa interpretação, a Arqueologia deve
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Q2477589 Arqueologia
O IPHAN, pela portaria n° 316/2019, analisará necessariamente uma série de aspectos para o reconhecimento dos sítios arqueológicos. Sobre esses aspectos, considere:

I. A coerência entre os dados fornecidos nas documentações associadas e as informações constantes no cadastro.

II. A sequência cronológica do sítio fundamentada através de estratigrafia.

III. A acurácia no georreferenciamento e na delimitação.

IV. Os dados relativos à caracterização e à contextualização.

V. A completude e a pertinência dos dados apresentados.


Para reconhecimento dos sítios arqueológicos, o IPHAN analisará: 
Alternativas
Q2477588 Arqueologia
Leia o trecho e veja as imagens retiradas de uma memória técnica da escavação de sítios relacionados à guerrilha antifranquista conhecidos como “Ciudad de la Selva” na Espanha dos anos 1940.

Desde a sua concepção, o projeto arqueológico em Ciudad de la Selva contou com a comunidade local e, mais especificamente, com a comunidade de Casaio. Ciudad de la Selva pode ser considerada como uma “paisagem ausente”, não só escondida na paisagem da década de 1940, mas mais como resultado das profundas transformações das economias locais dos últimos 30 anos. Assim, só graças ao conhecimento do território, e do seu guia, por parte da comunidade local de Casaio foi possível encontrar os diferentes sítios que o compõem. (...) Em resposta, o projeto sempre teve uma intenção comunicativa clara com o resto da sociedade para divulgar os resultados das investigações. 



Imagem associada para resolução da questão



(TEJERIZO GARCÍA, Carlos; RODRÍGUEZ GUTIÉRREZ, Alejandro. Memoria Técnica – Escavación de chozos da guerrilla antifranquista nos sitios de As Morteiras e Teixadal na “Ciudad de la Selva”. Casaio, Carballeda de Val d’Eorras), Ourense. Memória técnica inédita depositada no Museu de Ourense, 2019.)


As práticas descritas nessa memória técnica podem ser classificadas como Arqueologia
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Q2477587 Arqueologia
Leia o texto.


O sentido da história, do passado, de forma nenhuma se encontra num objeto ou no acúmulo de objetos numa reserva técnica, mas num contexto situado; contradizer esse princípio é negar fundamentalmente a Arqueologia, e por contexto entendemos um complexo de relações numa paisagem social, num sistema vivo. Portanto, destruir o sítio, o lugar, a paisagem, o ambiente, para resgatar peças não legitima os beneméritos do contrato, porque ele parte de uma premissa falsa, a de que a peça resgatada compensa, ainda que minimamente, a destruição cientificamente questionável de um contexto.

(STUCHI, Francisco, et al. Arqueologia pelas gentes: um manifesto. Constatações e posicionamentos críticos sobre a arqueologia brasileira em tempos de PAC. Revista de Arqueologia, vol. 26, n° 1, 2013.)



O texto acima critica um tipo de prática arqueológica e apela para um elemento do exercício da profissão de arqueólogo. Eles são, respectivamente: 
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Q2477586 Arqueologia
Entre os anos de 2003 e 2004, no entorno da Casa Dom Aquino, em Cuiabá, foi desenvolvido um sítio-escola pelo Instituto Ecoss em parceria com a UNIVAG. Hoje os artefatos encontrados nessa escavação compõem parte da coleção abrigada no Museu de História Natural de Mato Grosso, bem ao lado de onde foram escavados. Abaixo há um registro dessa atividade.

Imagem associada para resolução da questão



(Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Escava%C3%A7%C3%A3o_arqueol%C3%B3gica_no_entorno_da_Casa_Dom_Aquino.png Acesso em: 9/2/2024.)



A técnica utilizada para escavação nesse caso foi:
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Q2477585 Arqueologia
O IPHAN, pela portaria n° 317/2019, estabelece atividades científicas próprias do campo profissional da Arqueologia. Tendo em vista essas atividades, considere:

I. Coordenar pesquisas arqueológicas na condição de coordenador-geral ou coordenador de campo.

II. Integrar equipe de pesquisa arqueológica como arqueólogo ou na condição de especialista, mestre ou doutor em arqueologia.

III. Executar ações de prospecção, escavação, acompanhamento ou monitoramento arqueológicos.

IV. Ministrar disciplinas relacionadas à arqueologia, enquanto professor arqueólogo.

V. divulgação científica feita através de redes sociais como elemento de publicização do conhecimento arqueológico.

VI. Executar ações de análise, curadoria e interpretação de bens arqueológicos.



São atividades estabelecidas pela referida portaria do IPHAN:
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Q2477584 Arqueologia
Leia o texto retirado do site da UNESCO.

O próprio turismo representa uma faca de dois gumes, pois proporciona benefícios econômicos, mas também resulta em grandes impactos culturais e ecológicos. O forte aumento do número de visitantes ao Santuário Histórico de Machu Picchu deve ser acompanhado por uma gestão adequada que regule o acesso, diversificando a oferta e esforços para compreender plenamente e minimizar os impactos. Uma parcela maior, apropriada e crescente, das receitas significativas do turismo poderia ser reinvestida no planejamento e na gestão. O planejamento e organização dos transportes e da construção de infraestruturas, bem como as condições sanitárias e de segurança tanto para os turistas como para os novos residentes atraídos pelo turismo exigem a criação de novas soluções de elevada qualidade e de longo prazo, sendo uma preocupação constante e significativa.

(Disponível em: https://whc.unesco.org/en/list/274/ Acesso 12/2/2024.)



Com base no trecho, é correto afirmar:
Alternativas
Q2477583 Arqueologia
Leia o texto.

A continuidade das pesquisas afro-diaspóricas é fundamental para caracterizar-se a magnitude e heterogeneidade da presença africana no Brasil. Como disciplina, ela frisa a materialidade das ações sociais e criatividade cultural de africanos e seus descendentes. Ela pode, assim, ajudar a definir políticas públicas de preservação e valorização do patrimônio afro-brasileiro, as quais (...) podem abrir caminhos afroreparatórios.

(SYMANSKI, Luis; FERREIRA, Lucio. Transformação e resistência: Arqueologia da diáspora africana no Brasil. In SYMANSKI, Luis; SOUZA, Marcos André de (Org.). Arqueologia histórica brasileira. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2022.)



Com base no texto, é correto afirmar que Arqueologia afro-diaspórica tem 
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Q2477582 Arqueologia
Leia o texto.


(...) a história de tantos anos de repressão militar na América Latina tem sido apagada e distorcida (...). Isso envolveu a construção e propagação de um discurso histórico que, além de desconsiderar, renegar e/ou diminuir os crimes humanitários cometidos e os movimentos de resistência, dificulta o desenvolvimento de políticas públicas efetivas de reparação histórica e de uma reflexão social sobre as consequências desses regimes no contexto sociopolítico e econômico atual e futuro. No entanto, a Arqueologia da Repressão e da Resistência pode desempenhar um papel fundamental na reversão desse quadro, principalmente se considerarmos a importância do estudo da materialidade nesse cenário. Afinal, (...) as histórias das vítimas de violência política (como da violência institucional dos regimes civis-militares) são histórias subalternas como as dos povos colonizados, dos negros e das mulheres, que não têm voz nos registros oficiais – quase sempre atrelados (...) às fontes de poder.


(LEMOS, Caroline Murta. A violência institucional do terrorismo de Estado e suas materialidades: por uma Arqueologia da Repressão e da Resistência. In ROSIGNOLI, Bruno; et al. (Orgs.). Arqueología de la dictadura en Latinoamérica y Europa. Oxford: BAR, 2020.)



Com base no trecho acima, é corretor afirmar que a Arqueologia
Alternativas
Q2477581 Arqueologia
Inserem-se o trecho de um discurso proferido por Mussolini em 1933 e uma imagem da sua viagem à Líbia realizada em 1937, quando visitou ruínas romanas nesse território.

Você abre um jornal e lê que foi descoberto um imenso anfiteatro romano (...) perto de Lyon (...). Da França seguimos para a Alemanha e de Berlim teremos notícias da descoberta de gigantescas fortificações romanas em Wetzlar (...). Até agora foram identificados cinco castelos fortificados e cinco acampamentos, bem como uma estrada militar romana que ia até o Baixo Reno. (...) Notícias de importantes descobertas romanas também chegam de Viena. Um sarcófago romano foi descoberto em Florença. Não passa um dia sem que algum documento da grandeza de Roma volte à luz do dia. A terra parece ansiosa por restaurar os vestígios daquele que foi o maior império da história. Por que negar a existência de algo misterioso no fato de estas descobertas em todos os cantos da Europa coincidirem com a época fascista, que retomou os símbolos de Roma e apontou ao povo italiano as virtudes que tornaram Roma dominante e poderosa?

(SUSMEL, Edoardo; SUSMEL, Dulio (Orgs.). Opera Omnia di Benito Mussolinivol. XXVI. Florença: La Fenice, 1958.)


Imagem associada para resolução da questão



(Disponível em: https://luceperladidattica.com/2017/11/29/immagini-dellarcheologia-italiana-in-libia-documentazione-epropaganda-dallarchivio-storico-luce-di-alessandra-tomassetti/ Acesso 9/2/2024.)

De acordo com as informações, é correto afirmar que durante o regime fascista de Mussolini os registros arqueológicos foram 
Alternativas
Respostas
121: D
122: A
123: A
124: A
125: C
126: C
127: E
128: B
129: B
130: B
131: B
132: C
133: A
134: D
135: D
136: A
137: B
138: C
139: A
140: D