Questões de Concurso
Comentadas sobre pecuária em agropecuária
Foram encontradas 1.455 questões
Sobre as diversas espécies de gramíneas que podem ser destinadas para áreas de pastagem, analise as afirmativas a seguir.
I - Quando manejadas na sua capacidade de suporte, gramíneas rasteiras e estoloníferas, tais como Tifton e Coast cross, apresentam boa cobertura do solo, protegendo-o contra o processo erosivo promovido pela chuva.
II - As plantas do gênero Brachiaria são caracterizadas pela sua vasta flexibilidade de uso e manejo, sendo tolerantes a uma série de limitações e/ou condições restritivas de utilização para um grande número de espécies forrageiras.
III - As plantas do gênero Panicum são caracterizadas pelo seu pequeno potencial de produção de forragem, sendo, porém, mais flexíveis que plantas como as do gênero Brachiaria por não apresentarem limitações e/ou dificuldades para serem manejadas sob lotação contínua.
IV - Espécies como Brachiaria decumbens e Andropogon gayanus são tolerantes ao alumínio do solo, ao contrário do Panicum maximum e Pennisetum purpureum.
Estão corretas as afirmativas
Analise a afirmação abaixo.
Considerando-se um piquete com 50 hectares (ha) onde foram alojados 100 bovinos com peso vivo médio de 450 Kg, pode-se afirmar que a taxa de lotação é 4 UA/ha ou de 4 cabeças por hectare.
A afirmação é equivocada, pois a taxa de lotação correta é:
A utilização de rações e fertilizantes é prática comum entre os produtores a fim de promover maior produção de peixes; no entanto, esse enriquecimento artificial, muitas vezes, pode ocasionar mortalidade de peixes devido ao déficit de oxigênio dissolvido na água provocado pelo crescimento excessivo de algas e plantas aquáticas.
Os procedimentos de abate humanitário visam garantir o bem-estar dos animais desde a recepção até a operação de sangria, razão por que foi banido o uso de dispositivos produtores de descargas elétricas nas operações de movimentação dos animais.
O SISBOV se aplica a todas as fases da produção, transformação e distribuição, sendo de adesão obrigatória por produtores rurais e demais segmentos da cadeia produtiva de bovinos.
Antes de determinar o local de entrada do material vegetal no Brasil, a empresa importadora deverá consultar se o porto ou estação de fronteira a ser determinado conta com o serviço de defesa sanitária vegetal instalado.
Uma empresa poderá importar produtos de origem animal sem apresentação do certificado sanitário, desde que os regulamentos de inspeção de produtos de origem animal dos países de procedência sejam aprovados e reconhecidos pelas autoridades sanitárias brasileiras.
Para obter autorização de despacho de vegetais, a empresa importadora deverá apresentar o certificado de origem e de sanidade vegetal emitido pelo serviço oficial de proteção aos vegetais do país exportador.
Para fins de registro de insumos agrícolas novos e importados, deve-se seguir o mesmo trâmite exigido para o registro de produtos de fabricação nacional, sendo considerados tanto os trabalhos de pesquisa internacionais, quanto os conduzidos no território brasileiro.
Produtos de uso exclusivo para embelezamento e desprovidos de ação profilática e terapêutica, bem como materiais destinados à identificação, ao adestramento ou à contenção de animais, não necessitam de registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
No Brasil, são enquadrados no regime de produção extensivo: sistemas que envolvem o povoamento de grandes reservatórios de água; cultivos de peixes realizados por pequenos produtores, que raramente usam rações comerciais, e nos quais os peixes são alimentados, tradicionalmente, com subprodutos agrícolas ou dejetos animais; malacocultura, que utiliza espécies filtradoras (ostras e mexilhões), com pouca tecnologia e cultivos realizados em áreas costeiras abrigadas.
A aquicultura brasileira se baseia em regimes intensivos de produção, como é o caso do cultivo de camarões, que é sustentado basicamente por pequenos produtores, com emprego de tecnologia bem desenvolvida de produção.
As espécies nativas reofílicas com potencial para a piscicultura, como a carpa, o pintado e o tambaqui, ao contrário das espécies introduzidas, como a tilápia, não se reproduzem em cativeiro, porém o uso da técnica de hipofisação permitiu que a piscicultura de espécies nativas no Brasil pudesse se desenvolver com a produção massal de alevinos em cativeiro.