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Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera, a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente.
E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.
(Rubem Braga, Meu ideal seria escrever... Elenco de cronistas modernos. Adaptado)
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera, a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente.
E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.
(Rubem Braga, Meu ideal seria escrever... Elenco de cronistas modernos. Adaptado)
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa, enlutada, doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera, a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário do distrito, depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente.
E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.
(Rubem Braga, Meu ideal seria escrever... Elenco de cronistas modernos. Adaptado)
Considerando alguns tipos de levantamentos na topografia, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1 – Levantamentos de terras
2 – Levantamentos hidrográficos
3 – Levantamentos de minas
4 – Levantamento as-built
( ) São realizados após o término de um projeto de construção, para fornecer as posições e dimensões das feições do projeto como elas foram realmente construídas. Tais levantamentos fornecem não somente um registro do que foi construído, mas também um meio de verificar se o trabalho foi realizado de acordo com o projeto.
( ) Estão relacionados a lagos, rios e outros corpos d’água. São mapeadas linhas de costa e as formas de áreas sob a superfície da água, determinados os fluxos dos rios e outras informações relativas à navegação e ao controle de enchentes e obtidas informações sobre fontes de água.
( ) São realizados para obter as posições e alturas de poços subterrâneos, formação geológica, e assim por diante, e para determinar volumes, linhas e perfis para o trabalho a ser executado.
( ) São levantamentos topográficos planos para locação de limites de propriedades, subdivisão de terras, levantamento de áreas, fornecendo qualquer informação que envolva a transferência de terra de um proprietário para outro.
Analise as assertivas sobre os tipos de levantamento topográfico.
1 – Levantamento expedito é utilizado para reconhecimento, sem prevalecerem critérios de exatidão.
2 – Levantamento altimétrico objetiva, exclusivamente, a determinação das alturas relativas a uma superfície de referência, dos pontos de apoio e dos detalhes.
3 – Levantamento planialtimétrico utiliza-se de dados estimados do terreno, visando determinar perímetros e referências cadastrais.
São verdadeiras:
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto abaixo.
As ___________________ do apoio topográfico devem ter suas altitudes ou cotas assinaladas até o milímetro, se estas foram obtidas por nivelamento e contranivelamento geométrico, e até o centímetro, se por nivelamento trigonométrico.
O sistema GPS é constituído por três componentes ou seguimentos, sem os quais não pode funcionar. Considerando o fato, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1 – Seguimento espacial
2 – Seguimento de controle
3 – Seguimento terrestre
( ) Formado pelos vários satélites operacionais.
( ) Responsável pelo fornecimento de informação aos satélites e pela sua monitoração.
( ) Formado pelos diferentes tipos
de receptores.
Complete as lacunas das afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
O erro relativo de fechamento _______________, após a compensação angular, não define a exatidão da poligonal, sendo necessário apenas para o julgamento das operações de campo, controlando a precisão interna da poligonal, como um indicador da divergência linear relativa no sistema de coordenadas cartesianas, x e y.
Somente o erro médio __________ de posição dos pontos determinados pela poligonal é que define a sua exatidão.
Sobre os pontos em um levantamento topográfico, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1 – Ponto cotado
2 – Ponto de apoio
3 – Ponto de detalhe
4 – Ponto de segurança
( ) Pontos materializados para controle do nivelamento.
( ) Pontos importantes dos acidentes naturais e/ou artificiais, definidores da forma do detalhe e/ou do relevo, indispensáveis à sua representação gráfica.
( ) Pontos convenientemente distribuídos que amarram ao terreno o levantamento topográfico e, por isso, devem ser materializados por estacas, piquetes, marcos de concreto, pinos de metal, tinta, dependendo da sua importância e permanência.
( ) Pontos que, nas suas representações gráficas, se apresentam
acompanhados de sua altura.
Relacione as colunas de acordo com as definições topográficas baseadas na NBR 13133/1994, e assinale a alternativa com a sequência correta.
1 – Alinhamento de via
2 – Ponto
3 – Seção
( ) Segmento entre duas referências de nível.
( ) Posição de destaque na superfície a ser levantada topograficamente.
( ) Linha divisória que separa o lote de terreno do logradouro público.
Assinale a alternativa que completa a afirmação abaixo.
Levantamento ____________ se refere ao levantamento relativo em que um receptor GPS está localizado em uma estação base enquanto outro receptor é levado para outros pontos.
Complete as lacunas do texto abaixo e assinale a alternativa com a sequência correta.
A curva _______ consiste em um simples arco. A curva _______ em dois ou mais arcos com raios diferentes. A curva _______ compõe-se de dois arcos com curvatura em direções diferentes. A _______ tem um raio variável, de forma que ela começa muito achatada e aumenta sua curvatura à medida que progride para a curva.
Complete as lacunas no texto abaixo e assinale a opção correta.
Uma curva é, inicialmente, definida com duas linhas retas ou tangentes. Essas linhas se estendem até que se interceptem no ponto de _______________. A primeira tangente encontrada é chamada de _______________, e a segunda é chamada de _______________.
Avalie as características das curvas de nível apresentadas abaixo.
1 – As linhas de curva de nível são uniformemente espaçadas quando a superfície do terreno é uniformemente inclinada.
2 – Para inclinação íngreme, as curvas ficarão próximas umas das outras, enquanto para áreas relativamente planas, elas serão bastante espaçadas.
3 – As curvas de nível conectam pontos de cotas iguais, portanto não podem se cruzar, exceto em cavernas ou situações similares.
4 – As linhas de curvas de nível são interrompidas nas bordas dos prédios.
Quantas afirmações estão corretas?
Marque a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas seguintes.
Um ________________ é uma superfície curva que se aproxima da forma e dimensões da Terra.
O ________________ é definido como uma figura hipotética que representa a forma elipsóidica da Terra, mas com sua superfície representada como o nível médio dos mares (NMM).