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Mulher de 49 anos procurou o médico de família e comunidade, apresentando queixa de dispneia progressiva aos esforços, sendo identificado sopro cardíaco ao exame físico. Realizou o ecocardiograma reproduzido abaixo.

Considerando esse caso,
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Homem de 52 anos comparece ao consultório do cardiologista pela primeira vez, para uma consulta de rotina, sem sintomas cardiovasculares. Refere ser portador de diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica, ambos diagnosticados há 3 anos. Atualmente, encontra-se em uso de metformina 2 gramas/dia, ramipril 10 mg e anlodipino 5 mg uma vez ao dia. Ao exame físico apresentou: PA 136x86 mmHg, FC 72 bpm, IMC 26,0 kg/m², auscultas cardíaca e pulmonar normais, ausência de sopro abdominal, pulsos presentes e simétricos. Realizou alguns exames cujos resultados foram os seguintes: glicemia 114 mg/dL, Hb glicada 6,1%, colesterol total 220 mg/dL, HDL 42 mg/dL, LDL 128 mg/dL, TG 250 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, K 4,1 mEq/L, Na 136 mEq/L, ácido úrico 5,0 mg/dL, TSH 3,0 uM/L, EAS normal e eletrocardiograma sem alterações.
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Homem de 52 anos comparece ao consultório do cardiologista pela primeira vez, para uma consulta de rotina, sem sintomas cardiovasculares. Refere ser portador de diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica, ambos diagnosticados há 3 anos. Atualmente, encontra-se em uso de metformina 2 gramas/dia, ramipril 10 mg e anlodipino 5 mg uma vez ao dia. Ao exame físico apresentou: PA 136x86 mmHg, FC 72 bpm, IMC 26,0 kg/m², auscultas cardíaca e pulmonar normais, ausência de sopro abdominal, pulsos presentes e simétricos. Realizou alguns exames cujos resultados foram os seguintes: glicemia 114 mg/dL, Hb glicada 6,1%, colesterol total 220 mg/dL, HDL 42 mg/dL, LDL 128 mg/dL, TG 250 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, K 4,1 mEq/L, Na 136 mEq/L, ácido úrico 5,0 mg/dL, TSH 3,0 uM/L, EAS normal e eletrocardiograma sem alterações.
Para responder à questão, considere o caso clínico abaixo.
Paciente E. P.W., sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia desde os 20 anos, comparece ao pronto-socorro após episódio de agressividade relacionado a novo episódio psicótico. Já passou por dois internamentos anteriores e tem como histórico medicamentoso uma resposta inadequada à risperidona utilizada até a dose de 8 mg/dia, por tempo suficiente para caracterizar falha terapêutica. Em seguida foi prescrita a olanzapina, chegando até a dose de 20 mg. Recebeu alta do internamento anterior com tal medicamento, mantendo sintomas residuais. No seguimento ambulatorial, devido à persistência de delírios persecutórios e de alucinações auditivas (vozes que diziam que iriam matar o paciente), teve seu esquema progredido até a dose de 30 mg de olanzapina, a qual vem utilizando há seis meses. Mesmo com os familiares garantindo adesão, o paciente segue persecutório e com alucinações. Agrediu um familiar, evento que motivou sua vinda ao pronto-socorro para a avaliação atual. O paciente apresentou histórico de ganho de 30 kg desde o início da olanzapina, além de já ter diagnóstico de síndrome metabólica há um ano.