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Q3744000 Veterinária
O Complexo Respiratório Felino é uma síndrome comum em gatos, caracterizada por sinais como espirros, secreção nasal e ocular. Embora vários agentes possam estar envolvidos, dois vírus são responsáveis pela grande maioria dos casos. Os dois principais agentes virais primários que causam mais de 90% dos casos dessa síndrome são:
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Q3743999 Veterinária
A Peritonite Infecciosa Felina (PIF) é uma doença fatal causada pela mutação do coronavírus felino. A forma efusiva ("úmida") é caracterizada pelo acúmulo de líquido em cavidades, como o abdômen e o tórax. A análise desse líquido é um passo diagnóstico crucial. As características clássicas do líquido efusivo que o tornam altamente sugestivo de PIF, e que resultam em um teste de Rivalta positivo, são a:
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Q3743998 Patologia
A erliquiose monocítica canina, popularmente conhecida como "doença do carrapato", é uma hemoparasitose que causa uma variedade de sinais clínicos. A avaliação do hemograma é uma ferramenta diagnóstica fundamental na suspeita dessa doença. Dentre as alterações hematológicas, o achado laboratorial mais comum e consistente, presente na maioria dos cães infectados com Ehrlichia canis, é a:
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Q3743997 Veterinária
A Hepatite Infecciosa Canina, causada pelo adenovírus canino tipo 1, pode apresentar uma fase de recuperação característica em alguns animais, cerca de 1 a 2 semanas após os sinais agudos da doença. Um sinal clínico ocular que pode surgir nessa fase, resultante de uma reação imunomediada no olho, é o desenvolvimento de:
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Q3743996 Veterinária
Os testes rápidos (ELISA) para FIV e FeLV são essenciais na rotina felina. O teste de FeLV detecta o antígeno p27, indicando a presença do vírus, enquanto o teste de FIV detecta anticorpos, indicando exposição e resposta imune. Essa diferença fundamental no que é detectado leva a uma importante consideração interpretativa em filhotes com menos de 6 meses de idade, que é a possibilidade de:
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Q3743995 Veterinária
A Cinomose Canina é uma doença viral, multissistêmica e grave, causada por um Morbilivírus. A doença pode se manifestar com uma ampla variedade de sinais clínicos, dependendo da cepa viral e da resposta imune do hospedeiro. Um sinal dermatológico tardio e característico, frequentemente associado à forma crônica da doença e conhecido como "doença do coxim duro", manifesta-se como:
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Q3743994 Veterinária
A Panleucopenia Felina é uma doença viral altamente contagiosa e frequentemente fatal, causada pelo parvovírus felino (FPV). O vírus tem tropismo por células de rápida divisão, como as da medula óssea e do tecido linfoide. O achado laboratorial mais característico e que dá nome à doença, resultante da ação do vírus na medula óssea, é uma:
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Q3743993 Veterinária
O tratamento das doenças imunomediadas, como a anemia hemolítica e a trombocitopenia imunomediada, baseia-se na supressão da resposta imune anômala do corpo contra suas próprias células. A classe de fármacos considerada a base da terapia e a primeira linha de tratamento para induzir a remissão na maioria dessas condições é a dos:
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Q3743992 Veterinária
As convulsões são manifestações de disfunção do prosencéfalo e são classificadas como focais ou generalizadas, de acordo com sua origem e apresentação clínica. A correta identificação do tipo de evento é crucial para o diagnóstico. A manifestação que descreve clinicamente uma convulsão de origem focal consiste em:
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Q3743991 Veterinária
A intussuscepção é uma emergência gastrointestinal comum em animais jovens, na qual um segmento do intestino se invagina em um segmento adjacente. O diagnóstico precoce é crucial e, embora a radiografia possa ser sugestiva, a ultrassonografia abdominal é o método de imagem de eleição. O achado ultrassonográfico patognomônico, que confirma o diagnóstico de intussuscepção em um corte transversal do intestino, é a imagem de:
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Q3743990 Veterinária

A abordagem diagnóstica de um cão com prurido crônico envolve um processo sistemático de exclusão de causas primárias, como ectoparasitas e infecções, antes de se considerar um diagnóstico de dermatite alérgica. O método considerado "padrão-ouro" para o diagnóstico definitivo da dermatite atópica canina e para a seleção de alérgenos para imunoterapia é o(a):

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Q3743989 Veterinária
As doenças endócrinas em cães e gatos frequentemente se manifestam por meio de um conjunto de sinais clínicos característicos que refletem o desequilíbrio hormonal subjacente. O reconhecimento desses sinais é o primeiro passo para o diagnóstico correto. A combinação clássica de sinais clínicos conhecida como os "4 Ps" (poliúria, polidipsia, polifagia e perda de peso progressiva) é fortemente sugestiva de:
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Q3743988 Veterinária
Os sinais clínicos associados às doenças respiratórias em cães variam conforme a localização e a natureza da afecção. A caracterização precisa do tipo de tosse é fundamental para a localização do problema. Uma tosse seca, paroxística, que piora com a excitação ou ao puxar a coleira, descrita frequentemente pelos tutores como um som de "buzina de ganso", é o sinal clínico clássico de:
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Q3743987 Veterinária
A ultrassonografia em modo-B é a base da avaliação abdominal, gerando uma imagem em escala de cinza, na qual a ecogenicidade dos órgãos é comparada. O conhecimento da ecogenicidade relativa normal entre os órgãos é essencial para a detecção de alterações difusas. Considerando um cão adulto saudável, a ordem correta de ecogenicidade, do órgão menos ecogênico (mais escuro) para o mais ecogênico (mais claro), é:
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Q3743986 Veterinária
A avaliação do parênquima pulmonar em radiografias torácicas baseia-se no reconhecimento de padrões radiográficos (alveolar, bronquial, intersticial e vascular). A identificação correta do padrão predominante é crucial para a lista de diagnósticos diferenciais. A presença de broncogramas aéreos, que ocorrem quando os brônquios cheios de ar se tornam visíveis em meio a um pulmão opacificado, é o sinal patognomônico do padrão pulmonar:
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Q3743985 Veterinária
As doenças ortopédicas do desenvolvimento são causas comuns de claudicação em cães jovens de raças grandes. A osteocondrose é uma falha na ossificação endocondral que pode progredir para a formação de um fragmento de cartilagem, condição denominada osteocondrite dissecante (OCD). O achado radiográfico clássico de OCD na articulação do ombro de um cão é uma alteração:
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Q3743984 Veterinária
Na interpretação de radiografias da cavidade nasal em cães e gatos, a perda do padrão trabecular fino e detalhado das conchas nasais é um achado significativo, indicando um processo patológico. A destruição agressiva e lise das conchas nasais, associada ao aumento de radiopacidade de tecidos moles na cavidade, é mais fortemente sugestiva de:
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Q3743983 Veterinária
A interpretação das radiografias da coluna vertebral em cães requer um conhecimento anatômico preciso, incluindo a contagem correta das vértebras em cada segmento. Variações anatômicas podem ocorrer, mas existe uma fórmula vertebral padrão para a espécie. De acordo com a fórmula vertebral padrão para a espécie canina, o número de vértebras lombares é:
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Q3743982 Veterinária
A ultrassonografia é uma modalidade de diagnóstico por imagem que utiliza ondas sonoras de alta frequência para gerar imagens em tempo real. A escolha do transdutor (sonda) adequado, especialmente sua frequência, é fundamental para a obtenção de uma imagem de alta qualidade. Ao selecionar um transdutor de alta frequência, o operador obtém uma imagem com maior resolução de detalhes, porém, em detrimento de uma:
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Q3743981 Veterinária
A formação da imagem radiográfica em um paciente veterinário depende da atenuação diferencial do feixe de raios X pelos diversos tecidos do corpo. Essa interação resulta em cinco opacidades radiográficas básicas, que vão do mais radiotransparente (preto) ao mais radiopaco (branco). Dentre as estruturas biológicas do animal, aquela que apresenta a menor radiopacidade natural, aparecendo mais preta na radiografia, é a opacidade de:
Alternativas
Respostas
1561: B
1562: A
1563: C
1564: D
1565: A
1566: B
1567: D
1568: B
1569: A
1570: D
1571: C
1572: A
1573: B
1574: C
1575: D
1576: C
1577: A
1578: D
1579: C
1580: A