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O tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa, TTPT) mede o tempo que o plasma leva para coagular quando exposto a substâncias que ativam os fatores de contato, que avalia as vias intrínsecas e comuns de coagulação.
Das situações a seguir, assinale aquela em que a avaliação do TTPa está indicada.
Praticamente todos os pacientes submetidos a transplante autólogo ou alogênico de células progenitoras hematopoéticas (CPH) necessitam de suporte transfusional na forma de transfusões de concentrado de hemácias (CH) e/ou plaquetas até que as células da medula transplantadas sejam enxertadas o suficiente para suportar a hematopoiese.
Com relação ao suporte transfusional no transplante de medula óssea (TMO), é correto afirmar:
O transplante de órgãos sólidos é frequentemente realizado com considerável incompatibilidade HLA. Para pacientes com ampla sensibilização aos antígenos HLA, isso pode resultar em maior rejeição do enxerto e sua perda potencial. Para transplante cardíaco, um painel de anticorpos reativos (PRA) superior a 50% é frequentemente usado como ponto de corte clínico para determinação da necessidade de troca plasmática terapêutica para dessensibilização.
De acordo com as diretrizes da American Society For Apheresis (ASFA) de 2023, a categoria de indicação de troca plasmática para dessensibilização do transplante cardíaco é
Homem de 55 anos, residente em Manaus, chega a um hemocentro em São Paulo para doar sangue total vestindo uma camiseta de sobrevivente de câncer com um grupo que irá participar de uma maratona. Durante a avaliação da saúde do doador, ele afirma com orgulho que está livre do câncer há 2 anos, após o tratamento do câncer de próstata, e tem estado ativamente envolvido no apoio à pesquisa do câncer, participando de corridas de caridade.
A elegibilidade desse doador para doação de sangue total hoje é
Durante muitas décadas, a decisão de transfundir glóbulos vermelhos (hemácias) baseou-se na “regra 10/30”: a transfusão era usada para manter uma concentração de hemoglobina no sangue >10 g/dL) e um hematócrito >30%.No entanto, a preocupação com a transmissão de patógenos transmitidos pelo sangue e os esforços para contenção de custos causaram um reexame das práticas de transfusão na década de 1980.
Com relação a essa informação, o limite para se indicar a transfusão de concentrado de hemácias, em pacientes internados, é
Paciente, masculino, 54 anos, atleta de alta performance, procura seu cardiologista com queixa de fadiga. Durante a investigação, é feito o diagnóstico de uma citomegalovirose e chama atenção um pico monoclonal em gama na eletroforese de proteínas de 0,77 g/dL, padrão monoclonal IgA/lambda, ausência de proteínas monoclonais em urina de 24h, mielograma com 5% de plasmócitos e ausência de lesões líticas, hipercalcemia, anemia e insuficiência renal.
O diagnóstico mais provável, para esse caso, é
Paciente, feminina, 32 anos, previamente hígida, não sedentária, bebe socialmente. Revela início de menorragia leve de início recente e hematomas ocasionais (aparentemente) excessivos. Seu histórico médico revela que ela teve períodos intermitentes de diarreia acompanhada de cólicas abdominais, que não foi avaliada posteriormente, mas não ocorre há mais de 05 anos. A paciente tomou anticoncepcionais orais por muitos anos para controle de natalidade, mas agora está tentando engravidar. Como parte de seus cuidados de saúde de rotina, foram solicitados exames gerais e descobriu-se que ela tinha uma contagem de plaquetas de 845 × 10^9/L, uma contagem diferencial de leucócitos normal, exceto pela presença de um número moderado de basófilos e plaquetas de aparência normal, algumas gigantes.
Qual é o diagnóstico mais provável do paciente?