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Dentre os cuidados no pós-operatório de crianças submetidas a cirurgias pediátricas e que são admitidas em Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica, a analgesia é sempre um dos fatores mais importantes a serem considerados na realização da prescrição.
Com relação à analgesia é correto afirmar:
Imagem da tomografia de crânio:
Com relação à conduta inicial, hipótese diagnóstica e conduta a ser tomada imediatamente, assinale a alternativa correta.
Criança de 2 anos e 3 meses, 13 kg, é admitida na Unidade de Terapia Intensiva com hipótese diagnóstica de crise asmática grave. No pronto-socorro, já havia recebido 3 ciclos de Salbutamol – 4 puffs, 6 puffs e 8 puffs – sem melhora, metilprednisolona 25 mg endovenoso e sulfato de magnésio – 650 mg em 30 minutos. Instalado cateter nasal de alto fluxo – 20 L/minuto com FiO2 50%, mas mantendo desconforto respiratório moderado a grave, frequência respiratória – 55, saturação de oxigênio – 93% e retração intercostal e subdiafragmática, além de batimento de asa de nariz. Antecedente pessoal – nunca teve crise de broncoespasmo anterior; antecedente familiar – pais saudáveis, negam asma, rinite ou alergias, irmã mais velha escolar saudável, mas teve gripe há 1 semana. Quando questionada sobre engasgos recentes, a mãe relata que, há cerca de 4 dias, teve uma crise de tosse enquanto comia arroz integral, sete cereais, mas não tem certeza se engasgou ou pegou a gripe da irmã. Depois disso, com tosse esporádica e hoje cansaço.
No pronto-socorro, foi realizado o seguinte Rx de torax.

Quais são a hipótese diagnóstica e a conduta neste caso?
Com relação às queimaduras, assinale a alternativa correta
Leia o caso a seguir para responder à questão.
Uma criança de 3 anos e 2 meses, pesando 15 kg, dá entrada no pronto-socorro com história de dor abdominal e vômitos há 1 semana, já tendo passado por outro pronto-socorro há 2 dias e recebido ondansetrona e dipirona. Ao exame físico, encontra-se sonolenta, com respiração profunda e rápida, desidratada de algum grau, porém a mãe relata que a criança está urinando bastante e dor abdominal difusa à palpação. O médico do pronto-socorro faz uma hipótese diagnóstica de desidratação e dispepsia aguda, prescreve expansão com cristaloides, 20 mL/kg por 3 vezes em 1 hora, e solicita avaliação da UTI para internação, pois a criança se mantém muito sonolenta após as 3 expansões e ainda parece bem desidratada, apesar de diurese clara e abundante.
Leia o caso a seguir para responder à questão.
Uma criança de 3 anos e 2 meses, pesando 15 kg, dá entrada no pronto-socorro com história de dor abdominal e vômitos há 1 semana, já tendo passado por outro pronto-socorro há 2 dias e recebido ondansetrona e dipirona. Ao exame físico, encontra-se sonolenta, com respiração profunda e rápida, desidratada de algum grau, porém a mãe relata que a criança está urinando bastante e dor abdominal difusa à palpação. O médico do pronto-socorro faz uma hipótese diagnóstica de desidratação e dispepsia aguda, prescreve expansão com cristaloides, 20 mL/kg por 3 vezes em 1 hora, e solicita avaliação da UTI para internação, pois a criança se mantém muito sonolenta após as 3 expansões e ainda parece bem desidratada, apesar de diurese clara e abundante.
Criança de 4 anos, sexo masculino, pesando 20 kg, dá entrada na UTI sonolenta e bastante pálida, com desconforto respiratório intenso. Inicialmente o médico solicita monitorização, inicia oxigênio na forma de máscara com reservatório, não reinalante, e solicita obtenção de um acesso venoso. A via aérea se mostra pérvia e a criança gemente, expansibilidade pulmonar bilateral e simétrica, uso de musculatura acessória com batimento de asa de nariz, retração intercostal, retração subdiafragmática e retração de fúrcula, saturação 94%, frequência respiratória – 65, ausculta com MV presente bilateralmente e crepitação em ambas as bases. A perfusão periférica é de 5 segundos, com extremidades frias, pulso radial muito fino, pulso braquial um pouco fino, PA 80 x 60, ausculta cardíaca com BRNF sem sopros, fígado – 3,5 cm RCD, doloroso à palpação. Do ponto de vista neurológico, com Glasgow de 10, Dextro – 95, sem manchas na pele, temperatura – 37,5 ºC.
Quanto à classificação do perfil hemodinâmico deste paciente e à conduta a ser tomada, assinale a alternativa correta.
Uma criança de 2 anos e 3 meses está na UTI pediátrica com insuficiência respiratória grave por síndrome de desconforto respiratório pediátrico (PARDS), em ventilação de alta frequência, e veio com uma gasometria arterial com Ph-7,51 pCO2-22 pO2-71 Bic-24 Saturação-92% K-3,2. O médico optou por aumentar a frequência respiratória da ventilação de alta frequência oscilatória de 7 Hertz para 9 Hertz, pois o PCO2 está baixo e a criança está em alcalose respiratória, e, ao mesmo tempo, prescreveu uma correção de potássio de 0,5 mEq/kg/hora em 2 horas, pois ela está em uso de furosemida e o potássio está baixo. Após 2 horas, a enfermagem chama o médico, pois a criança subitamente ficou muito pálida e o monitor está alarmado. Foi realizado o eletrocardiograma a seguir:

A criança tem pulso central presente, fraco e rápido e pressão arterial de 70 x 40 mmHg.
A respeito do caso apresentado, assinale a alternativa correta.
Um lactente de 20 dias de vida, com rebaixamento do nível de consciência, com pesquisa de Glasgow demonstrando abertura ocular ao chamado, retirada em resposta ao toque e choro à dor, é internado na UTI pediátrica proveniente da sala de emergência com os seguintes exames laboratoriais: Na-110 mEq/L K-7,6 mEq/L CL-84mEq/L, Bicarbonato de sódio-15 mEq/L, Glicose-80 mg/dL. Logo após a monitorização, a enfermeira percebe uma movimentação da boca, com movimentos de sucção.
Além da oferta de oxigênio, a terapia imediata mais apropriada é:
Um lactente de 4 meses e internado na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica com um quadro de diarreia, desidratação e febre, apresenta critérios clínicos de risco nutricional e suspeita de um quadro séptico.
Frente ao quadro clínico descrito, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta.
Criança de 2 anos internada na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica por pneumonia, que vinha sendo tratada na ceftriaxona, em uma enfermaria de pediatria, quando a criança inicia quadro de oliguria (menor que 0,3 mL/kg/hora nas últimas 24 horas), aumento da creatinina, que inicialmente era de 0,5 mg/dL e hoje se encontra 1,8 mg/dL, além de queda na contagem de plaquetas de 160000 cels/mm3 para 70000 cels/mm3 e queda da hemoglobina de 9 g/dL para 7 g/dL nas últimas 24 h.
A criança está mais apática e com baixa ingesta oral.
Assinale a alternativa que apresenta a causa mais provável para justificar esta evolução.
Uma criança de 7 anos, 25 kg, é internada na Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) com hipótese diagnóstica de asma grave e com histórico de ser asmático com algumas internações anteriores, inclusive em UTI. No pronto-socorro, recebeu Salbutamol em spray – 4 puffs inicialmente, associado a Metilprednisolona – 50 mg, depois Salbutamol – 6 puffs e, na terceira vez, Salbutamol – 8 puffs, sem melhora significativa; chega ao uso de máscara com reservatório, não reinalante, com saturação 94%, mas mantendo desconforto respiratório grave.
Ao chegar na UTIP, qual deve ser a conduta do médico intensivista, devido ao desconforto grave?
Uma criança de 2 anos de idade, que foi prematura de 26 semanas de idade gestacional e apresenta doença pulmonar crônica, fazendo uso de 0,5 l/minuto de oxigênio domiciliar, está sendo atendendida. Tem história de tosse, congestão nasal e aumento do trabalho respiratório há 2 dias. Se apresentava com um quadro de falência respiratória aguda hipoxêmica e o médico optou por intubá-la em decorrência da hipoxemia grave e do aumento do trabalho respiratório. Sua radiografia de tórax mostra um infiltrado bilateral crônico (comparado a uma radiografia anterior), mas com um novo infiltrado à direita. Em ventilação mecânica, com pressão controlada com pico de pressão inspiratório de 28 cmH2 O PEEP 8 cmH2 O FR-35 rpm e FiO2 0,8. A sua saturação de oxigênio é de 96% e a pressão média da via aérea de 15 cmH2 O. Quatro horas depois da intubação, ainda no PA aguardando o leito de UTI, é possível afirmar que ela preenche o critério para síndrome de desconforto respiratório agudo pediátrico (PARDS)?
Fórmula do Índice de Saturação de Oxigênio = FiO2 xMAPx100/SatO2