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Observe o mapa, que representa uma grande cultura comercial (2006), com os dados expressos em valor da produção em milhões de reais.

(THÉRY, H.; MELLO, N. A. Atlas do Brasil. Disparidades e dinâmicas do
território, 2018, p. 163. Adaptado)
O mapa e sua legenda representam a distribuição espacial da cultura de
Os sistemas frontais e os anticiclones que avançam pelo sul do país conseguem deslocar-se meridionalmente e atingir baixas latitudes, ultrapassando inclusive a linha do equador.
(CAVALCANTI, I. et al. Tempo e clima no Brasil, 2009,
p. 151-52. Adaptado)
As incursões de massas polares, até baixas latitudes, incluindo a Amazônia, são localmente conhecidos como
É considerado o sistema meteorológico mais importante gerador de precipitação sobre a região equatorial dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico, assim como sobre as áreas continentais adjacentes.
(CAVALCANTI, I. et al. Tempo e clima no Brasil, 2009, p. 25. Adaptado)
O texto faz referência ao conceito de
Um objeto está se deslocando proveniente da direção sudeste (SE). Considerando que mantenha essa trajetória linear, o seu destino será a direção
(MARTINELLI, M. Cartografia temática:
caderno de mapas, 2003, p. 18-20. Adaptado)
As projeções cartográficas podem ser classificadas de acordo com diferentes metodologias que buscam sempre um melhor ajuste da superfície terrestre a ser representada.
(FITZ, P.R. Cartografia Básica, 2008, p. 44. Adaptado)
Aquelas que mantêm a verdadeira forma das áreas a serem representadas e não deformam os ângulos existentes no mapa são definidas como projeções
Um observador situado na longitude de 90º a leste do meridiano de Greenwich tem uma reunião marcada com um observador situado na longitude 45º a oeste de Greenwich.
(FITZ, P.R. Cartografia Básica, 2008, p. 83. Adaptado)
Qual é a diferença de horas entre os dois observadores?
Medindo-se uma distância em uma carta topográfica, acharam-se 22 cm. Sendo a escala do mapa 1:50.000, a distância no terreno será:
(FITZ, P.R. Cartografia Básica, 2008, p. 23. Adaptado)
Observe a imagem.

(AB’SABER, Aziz. Nacib. Os domínios de natureza no Brasil:
potencialidades paisagísticas, 2003, p. 109)
A imagem retrata uma paisagem típica
Termo utilizado para definir manchas de ecossistemas típicos de outras províncias, porém, presentes no interior de um domínio de natureza totalmente diferente, como é o caso das Caatingas de Macaé-Cabo Frio, rodeadas por grandes contínuos de mata atlântica.
(AB’SABER, Aziz. Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003, p. 145. Adaptado)
O texto fornece exemplo do conceito de
Apresenta região nuclear onde predominam temperaturas médias de 24 a 27 ºC e as chuvas, em geral, superiores a 1700 mm anuais alcançando até 3500 mm em algumas áreas. Mesmo com variações regionais, é considerado o clima mais homogêneo e de ritmo anual habitual mais constante em todo o Brasil intertropical.
(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil:
potencialidades paisagísticas, 2003, p. 67. Adaptado)
O texto apresenta elementos do meio físico característicos do domínio morfoclimático:
A compartimentação atual do relevo brasileiro tem fortes ligações genéticas com o soerguimento da plataforma sul-americana e com os processos erosivos que ocorreram principalmente no terciário e se estenderam até o quaternário, em concomitância com o soerguimento da plataforma sul-americana.
(ROSS, J. L. S. (org). Geografia do Brasil, 2019, pg. 52. Adaptado)
Nesse contexto, o relevo brasileiro apresenta três tipos de unidades geomorfológicas, que refletem suas gêneses e que são:
Com todos os seus defeitos, a Constituição de 1988 refletiu o avanço ocorrido no país […].
Por outro lado, a Constituição refletiu o clima de instabilidade vivido pelo país, pois nasceu com o destino de durar pouco, na sua forma original.
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 525-526)
Um dos aspectos que corroboram o contexto apresentado pelo excerto refere-se ao fato de que
A política de Delfim, que ficou conhecida como “milagre econômico”, estendendo-se de 1963 a 1973, destinava-se a promover o que se chamou de desenvolvimento capitalista associado. Seria engano pensar que essa política aplicava uma receita liberal, deixando à “mão invisível do mercado” a tarefa de promover o desenvolvimento.
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 486. Adaptado)
A afirmação feita pelo historiador Boris Fausto no fragmento pode ser explicada pelo fato de que o governo Médici
O novo governo, encabeçado pelo General Castelo Branco, altera profundamente a política econômica do país, chamando para o ministério dois políticos identificados com uma linha mais ortodoxa, Roberto Campos e Bulhões de Carvalho. As medidas tomadas pela nova equipe objetivavam a retomada imediata do desenvolvimento econômico e a contenção da inflação.
(Maria Yedda Linhares (org.).
História Geral do Brasil, p. 293. Adaptado)
Uma das medidas adotadas, pela equipe mencionada no fragmento, foi constituída
A indefinição foi superada quando, entre 5 e 17 de agosto de 1942, cinco navios mercantes brasileiros foram afundados por submarinos alemães. Sob pressão de grandes manifestações populares, o Brasil entrou na guerra ainda naquele mês. O alinhamento brasileiro ao lado da frente antifascista se completou com o envio de uma força expedicionária – a FEB – para lutar na Europa, a partir de 30 de junho de 1944.
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 382)
Segundo o historiador Boris Fausto, o envio da FEB à Europa foi
Muito valorizado pelos estudos sobre o período [primeiro governo Vargas, de 1930 a 1934] – sobretudo no que tange ao tratamento dado ao capital estrangeiro –, ele costuma ser interpretado como fruto de uma escolha política conscientemente ditada pelo esforço de construir um capitalismo nacional autônomo no país. Sem desprezar o conteúdo de realidade que o postulado possa ter tido para certos segmentos sociais, convém contextualizá-lo […].
Antes de mais nada é preciso deixar de lado a ligação automática estabelecida entre o nacionalismo e a escassa penetração do capital forâneo no país à época.
(Sônia R. Mendonça. As bases do desenvolvimento capitalista
dependente: da industrialização restringida à internacionalização.
Em: Maria Yedda Linhares (org.). História Geral do Brasil, p. 248-249)
Considerando o contexto apresentado pelo excerto, segundo a autora, a “opção nacionalista” do período foi uma decorrência
A Constituição de 1891 estabeleceu os três poderes – o Executivo, o Legislativo e o Judiciário – ‘’harmônicos e independentes entre si”. O Poder Executivo, que antes coubera ao imperador, seria exercido por um presidente da República, eleito por um período de quatro anos. Como no Império, o Legislativo foi dividido em Câmara de Deputados e Senado, mas os senadores deixaram de ser vitalícios.
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 250)
Em relação ao processo eleitoral, essa Constituição, segundo Boris Fausto,
O desenvolvimento dos estudos de história econômica e o aparecimento de monografias sobre o movimento republicano ofereceram novos subsídios para a interpretação do movimento de 1889. Os historiadores tentaram fazer uma análise mais objetiva dos acontecimentos, partindo de uma nova problemática e recorrendo a novas fontes de informação. Abandonando as versões subjetivas dos testemunhos, procuraram explicar a queda da Monarquia pela inadequação das instituições vigentes ao progresso do país.
(Emília Viotti da Costa. Da monarquia à república:
momentos decisivos, p. 451)
Partindo do exposto no fragmento, para a historiadora Emília Viotti, a República foi, em síntese, resultado
Foram, em geral, favoráveis à abolição os representantes das classes urbanas, que começavam a ganhar importância em virtude das transformações econômicas que se processavam no país. Igualmente favoráveis à libertação dos escravos foram os grupos artesanais: trabalhadores livres, nacionais ou estrangeiros, que encontravam novas oportunidades de emprego. Sua colaboração foi decisiva na ação revolucionária desencadeada na década de 1880.
(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república:
momentos decisivos, p. 330. Adaptado)
Para a historiadora, tal ação revolucionária refere-se