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Paciente 1
10/07/2025 Paciente com 50 anos de idade, sexo feminino, é internada com diagnóstico de crise hipertensiva descompensada. Sem queixas ou sinais de infecção.
11/07/2025 Apresenta queixa de dor ao urinar. Temperatura axilar = 38,6 ºC. Realizada a coleta de amostra de urina para realização de exames: urina tipo 1 e urocultura.
13/07/2025 Resultado de urocultura: Escherichia coli > 105 UFC*/mL.
*Unidades de Formação de Colônia
Paciente 2
10/06/2025 Paciente com 32 anos de idade, sexo masculino, é internado com diagnóstico de crise asmática.
11/06/2025 Transferido para a unidade de terapia intensiva. Foi intubado e iniciada a ventilação mecânica.
12/06/2025 Intubado, em uso de ventilação mecânica. 13/06/2025 Intubado, em uso de ventilação mecânica.
14/06/2025 Temperatura axilar = 38,8 ºC. Raio-X de tórax apresentando imagem compatível com pneumonia.
Paciente 3
10/06/2025 Paciente com 65 anos de idade, sexo masculino, em uso de cateter vesical de demora há vários dias, procedente do domicílio, é internado com diagnóstico de acidente vascular encefálico.
11/06/2025 Paciente estável, em uso de cateter vesical de demora.
12/06/2025 Paciente estável, em uso de cateter vesical de demora.
13/06/2025 Paciente estável, em uso de cateter vesical de demora.
14/06/2025 Paciente estável, em uso de cateter vesical de demora.
15/06/2025 Retirado o cateter vesical de demora.
16/06/2025 Temperatura axilar = 38,9 ºC. Coletada amostra de urina para urocultura.
18/06/2025 Urocultura: Escherichia coli > 105 UFC/mL.
Frente a essa situação, o enfermeiro deve considerar que os dados
1. Avaliação de enfermagem
2. Planejamento de enfermagem
3. Implementação de enfermagem
4. Evolução de enfermagem
5. Diagnóstico de enfermagem
( ) Coleta de dados subjetivos e objetivos, inicial e contínua, relacionados à saúde da pessoa, da família, da coletividade e de grupos especiais, realizada mediante auxílio de técnicas e instrumentos validados, para a obtenção de informações sobre as necessidades do cuidado de enfermagem e saúde relevantes para a prática.
( ) Identificação de problemas existentes, condições de vulnerabilidades ou disposições para melhorar comportamentos de saúde que representam o julgamento clínico das informações obtidas sobre as necessidades do cuidado de enfermagem e saúde da pessoa, da família, da coletividade ou de grupos especiais.
( ) Priorização de diagnósticos de enfermagem, determinação de resultados, quantitativos e/ou qualitativos, esperados e exequíveis de enfermagem e de saúde e tomada de decisão terapêutica, declarada pela prescrição de enfermagem das intervenções, ações/atividades e protocolos assistenciais para o desenvolvimento de um plano assistencial direcionado à pessoa, à família, à coletividade, a grupos especiais, e compartilhado com os sujeitos do cuidado e a equipe de enfermagem e saúde.
( ) Realização das intervenções, ações e atividades previstas no planejamento assistencial, pela equipe de enfermagem, por meio da colaboração e comunicação contínua, inclusive com a checagem quanto à execução da prescrição de enfermagem, respeitando os documentos emanados pelo Conselho Federal e Conselhos Regionais de Enfermagem quanto à competência técnica de cada profissional.
( ) Avaliação dos resultados alcançados de enfermagem e saúde da pessoa, da família, da coletividade e de grupos especiais, permitindo a análise e a revisão de todo o processo de enfermagem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.
I. N° de pacientes encontrados no chão, sem dano
II. N° de pacientes encontrados no chão, com dano
III. N° de pacientes que, apesar do amparo durante o deslocamento, chegaram ao chão
IV. N° de pacientes cujo amparo durante o deslocamento evitou que chegassem ao chão
Para o cálculo do indicador, é utilizada a fórmula proposta no Manual de Indicadores de Enfermagem (NAGEH) que consiste em:
Considerando esse cálculo, para a construção do numerador, o enfermeiro deverá utilizar os dados constantes da planilha apresentados em
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
(CASTRO, I. E. de. Geografia conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1997. Adaptado)
Trata-se do conceito geográfico denominado de
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000. Adaptado).
Esse sistema fluvial é denominado de
(ROSS, J. L. S. (org). Geografia do Brasil. 6a ed. São Paulo: EDUSP, 2019. Adaptado)
A alternativa que corresponde corretamente a esse conceito é:
(ROSS, J. L. S. (org). Geografia do Brasil. 6a ed. São Paulo: EDUSP, 2019. Adaptado)
Dentre os fatores responsáveis pelo surgimento dessas cidades no período destacado, é correto destacar:
(THÉRY, H.; MELLO, N. A. Atlas do Brasil. Disparidades e dinâmicas do território. 3. ed. São Paulo: EDUSP, 2018. Adaptado)
A informação espacial representada no mapa é compatível com o PIB do setor
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000
O texto refere-se ao seguinte mineral:
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000)
Essas feições do relevo são denominadas
(BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Geografia (versão final – dezembro de 2017). Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/pesquisar?q=Geografia>)
Essa habilidade está prevista na seguinte unidade temática:
(BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Geografia (versão final – dezembro de 2017). Disponível em: <http://basenacionalcomum.mec.gov.br/pesquisar?q=Geografia>)
O texto está vinculado a seguinte unidade:
(MORAES, A. C. R. Geografia – pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1981. Adaptado)
A lacuna pode ser preenchida pela alternativa:
(MORAES, A. C. R. Geografia – pequena história crítica. São Paulo: Hucitec, 1981)
O texto refere-se aos autores
(CAVALCANTI, I. F. A.; FERREIRA, N.J., DIAS, M. A. F., J., M. G.A. Tempo e Clima no Brasil. (Org). São Paulo: Oficina de Textos; 2009. Adaptado)
O enxerto define o fenômeno denominado de
(CAVALCANTI, I. F. A.; FERREIRA, N.J., DIAS, M. A. F., J., M. G.A. Tempo e Clima no Brasil. (Org). São Paulo: Oficina de Textos; 2009. Adaptado)
Esse fenômeno é denominado
(FITZ, P. R. Cartografia Básica. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. Adaptado)
Esse tipo de gráfico, amplamente utilizado em estudos sobre análises populacionais, denomina-se