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Os sarcomas de partes moles constituem um grupo heterogêneo de doenças de origem mesenquimal.
Em relação a seu tratamento, é correto afirmar que
Nesse caso, a conduta indicada é
Paciente do sexo feminino, de 43 anos de idade, tem o diagnóstico de carcinoma ductal in situ na mama direita realizado a partir de material obtido por mamotomia. É realizada cirurgia, quadrantectomia, com pesquisa de linfonodo sentinela, sem intercorrências. O exame anatomopatológico da peça revela, além do carcinoma ductal in situ, a presença de carcinoma invasor de tipo não especial de mama direita, de 1,2 cm, com margens livres, tanto do componente invasor quanto do componente in situ. Linfonodo sentinela negativo. Imuno-histoquímica da área com carcinoma invasor: receptor de estrogênio negativo, receptor de progesterona negativo, HER2 escore zero.
Nesse caso, a conduta indicada é
Em paciente de 65 anos de idade, sexo feminino, com diagnóstico recente de câncer de mama esquerda, é realizada biópsia da lesão. Anatomopatológico: carcinoma invasor tipo não especial, G3H, G3N, com presença de invasão angiolinfática e perineural. Imuno-histoquímica: receptor de estrogênio positivo 90%, receptor de progesterona positivo 30%, HER2 positivo escore 3+/3+, Ki67 positivo 50%. A lesão tem 3 cm no maior eixo e a punção de linfonodo ipsilateral é positiva para neoplasia. Não há sinais de metástases a distância em exames de imagem.
Nesse caso, a melhor conduta é
Paciente de 35 anos de idade, sexo feminino, procura o ginecologista por ter apresentado recentemente sangramento pós coito. Exame clínico revela lesão em colo uterino, friável. É realizada biópsia da lesão, cujo anatomopatológico é compatível com carcinoma de células escamosas de colo uterino. A ressonância magnética de pelve mostra lesão de 8 cm centrada no colo uterino, com acometimento de paramétrios e linfonodos pélvicos. Não foram identificadas metástases a distância nos exames de imagem. Exames de sangue revelam hemograma, função hepática e função renal normais.
Nesse caso, a conduta adequada é
Paciente do sexo feminino, de 72 anos de idade, com antecedentes de hipertensão arterial sistêmica controlada e diabetes mellitus do tipo II, controlado com medicação oral, apresenta quadro de aumento de volume abdominal há dois meses, empachamento pós-prandial e alteração do hábito intestinal. Exames de imagem revelam cisto complexo em topografia de ovário à direita, de 16 cm, ascite moderada e carcinomatose peritoneal, além de derrame pleural moderado à direita. Citologia oncótica do derrame pleural positiva para células neoplásicas. É realizada cirurgia, com citorredução incompleta do tumor. Anátomo patológico: carcinoma seroso de alto grau, p53 mutado. Análise molecular mostra HDR e mutação somática em BRCA1.
O tratamento indicado para essa paciente é
Paciente de 47 anos de idade, sexo masculino, tabagista de 30 anos/maço, etilista social, sem comorbidades, com diagnóstico de carcinoma de células escamosas de boca, não relacionado ao HPV, estádio III, com comprometimento linfonodal N2, recusa a cirurgia em virtude de potencial deformidade decorrente do tratamento.
Nesse caso, a melhor conduta é
Pacientes com carcinoma de pulmão de não pequenas células, ECOG 0 ou 1, estádio IIIA após ressecção cirúrgica e exames de estadiamento, perfil molecular: PD-L1 1%, ausência de rearranjos em ALK e deleção do exon 19 no EGFR.
Assinale a alternativa correta em relação a esses pacientes.
Nesse caso, a melhor conduta é
Paciente assintomática realiza endoscopia digestiva alta e tem como achado lesão cujo resultado de exame anatomopatológico é compatível com tumor neuroendócrino gástrico, G1, Ki67= 1%. Ela apresenta gastrina sérica dentro da normalidade. Exames de estadiamento não mostram doença metastática nem comprometimento linfonodal.
Nesse caso, a melhor conduta é
Paciente do sexo masculino, de 32 anos de idade, procura atendimento médico por aumento de volume em testículo esquerdo, indolor, há 3 meses. Exames de imagem mostram massa em testículo esquerdo, de 7 cm no maior diâmetro, além de linfonodomegalias retroperitoneais de até 5 cm no menor diâmetro. Tomografia computadorizada de tórax apresenta conglomerado linfonodal mediastinal de 10 cm no maior diâmetro. Exames de laboratório apresentam hemoglobina: 11 g/dL, leucócitos: 8.800/mm3 com diferencial normal, plaquetas: 164.000/mm3 , C: 0,9, TGO: 34 U/L, bilirrubinas totais: 1,2 mg/dL; DHL: 2.400 U/L; alfafetoproteína: 34 ng/mL, bHCG: 120 UI/mL.
Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é
Paciente do sexo masculino, de 63 anos de idade, tabagista 20 anos/maço, ECOG 0, tem o diagnóstico de carcinoma de células transicionais de bexiga, estádio clínico T3N2. Exames de imagem não evidenciam metástases a distância, e o paciente apresenta clearance de creatinina estimado de 88 ml/min.
Nesse caso, a melhor conduta é
Paciente do sexo masculino, de 72 anos de idade, tem o diagnóstico de adenocarcinoma de próstata, estádio clínico T1a, Gleason 6, PSA = 8,2 ng/dL. O paciente é portador de insuficiência cardíaca congestiva classe funcional III, tem IMC de 42,52 Kg/m2 , dislipidemia e diabetes mellitus tipo II de difícil controle.
Nesse caso, a melhor conduta é
Paciente de 74 anos de idade, sexo feminino, durante exames de check up tem identificada lesão pancreática. A paciente não tem histórico pessoal ou familiar de câncer. CA19-9: 64 U/mL, demais exames dentro da normalidade. Após biópsia que confirma o diagnóstico de adenocarcinoma de pâncreas, é avaliada pela equipe cirúrgica, que considera a lesão localizada e ressecável. O teste genético não encontra mutações patogênicas ou potencialmente patogênicas. A paciente é submetida à cirurgia, a ressecção é completa, não tem comprometimento linfonodal e as margens estão livres. Exames recentes não mostram recorrência da doença e CA19-9 = 32 U/mL. Sua recuperação clínica é bastante satisfatória, a paciente está na 10ª semana do pós-operatório e vem para avaliação com oncologistas.
Nesse caso, a melhor conduta é
Paciente de 58 anos de idade, sexo feminino, sem histórico pessoal ou familiar de câncer. Realiza colonoscopia por desconforto abdominal, dificuldade para evacuação e presença esporádica de sangue nas fezes. Foi evidenciada lesão não obstrutiva em cólon descendente. Exame anatomopatológico revela tratar-se de adenocarcinoma G3. Imuno-histoquímica: MLH1 positivo, MSH2 positivo, MSH6 positivo e PMS2 positivo. KRAS, NRAS e BRAF selvagens. CEA: 42. Tomografia computadorizada (TC) de tórax sem sinais de acometimento secundário. TC de abdômen com sinais de carcinomatose peritoneal e duas lesões hepáticas compatíveis com acometimento secundário.
Nesse caso, a melhor conduta é
Paciente de 69 anos de idade, ECOG 0, sexo masculino, com hipertensão arterial controlada com dieta, sem outras comorbidades, apresenta-se com o diagnóstico de adenocarcinoma gástrico, estádio T1b N0 M0.
Nesse caso, a conduta mais apropriada é
Paciente de 34 anos de idade, com diagnóstico recente de sarcoma metastático, refere dor no local da lesão primária, graduada em 6 pela escala visual analógica. Não faz uso de qualquer analgésico. A dor é contínua, piora com o movimento, não apresenta irradiação ou parestesias.
Nesse caso,