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Na Figura 1, o corpo A, constituído de gelo, possui massa m e é solto em uma rampa a uma altura h. Enquanto desliza pela rampa, ele derrete e alcança o plano horizontal com metade da energia mecânica e metade da massa iniciais. Após atingir o plano horizontal, o corpo A se choca, no instante 4T, com o corpo B, de massa m, que foi retirado do repouso através da aplicação da força f(t), cujo gráfico é exibido na Figura 2.
Para que os corpos parem no momento do choque, F deve ser dado por
Dado:
• aceleração da gravidade: g.
Observações:
• o choque entre os corpos é perfeitamente inelástico;
• o corpo não perde massa ao longo de seu movimento no plano horizontal.

A figura acima, cujas cotas estão em metros, exibe uma estrutura em equilíbrio formada por três barras rotuladas AB, BC e CD. Nos pontos B e C existem cargas concentradas verticais. A maior força de tração que ocorre em uma barra, em kN, e a altura h, em metros, da estrutura são
Consideração:
• as barras são rígidas, homogêneas, inextensíveis e de pesos desprezíveis.

Uma partícula de massa m e carga + Q encontra-se confinada no plano XY entre duas lâminas infinitas de vidro, movimentando-se sem atrito com vetor velocidade (v,0,0) no instante t = 0, quando um dispositivo externo passa a gerar um campo magnético dependente do tempo, cujo vetor é (f(t),f(t),B), onde B é uma constante. Pode-se afirmar que a força normal exercida sobre as lâminas é nula quando t é
Consideração:
• desconsidere o efeito gravitacional.

Um corpo de carga positiva, inicialmente em repouso sobre uma rampa plana isolante com atrito, está apoiado em uma mola, comprimindo-a. Após ser liberado, o corpo entra em movimento e atravessa uma região do espaço com diferença de potencial V, sendo acelerado. Para que o corpo chegue ao final da rampa com velocidade nula, a distância d indicada na figura é
Dados:
• deformação inicial da mola comprimida: x;
• massa do corpo: m;
• carga do corpo: + Q;
• aceleração da gravidade: g;
• coeficiente de atrito dinâmico entre o corpo e a rampa: µ;
• ângulo de inclinação da rampa: θ;
• constante elástica da mola: K.
Considerações:
• despreze os efeitos de borda;
• a carga do corpo permanece constante ao longo da trajetória.
O rendimento dessa máquina é de:
Pode-se dizer queemuma transformação adiabática:
A variação temporal do momento angular é igual a uma outra grandeza conhecida como:


Uma casca esférica metálica fina, isolada, de raio R=4,00cm e carga Q, produz um potencial elétrico igual a 10,0V no ponto P, distante 156cm da superfície da casca (ver figura). Suponha agora que o raio da casca esférica foi alterado para um valor quatro vezes menor. Nessa nova configuração, a ddp entre o centro da casca e o ponto P, em quilovolts, será

0 capacitor C1 encontra-se inicialmente com uma tensão constante V=4 volts. Já o capacitor C2 estava descarregado. Fechando-se a chave CH1, o sistema atinge o equilíbrio com uma tensão de 4/3 volts e redução de 8/3 Joules da energia armazenada. A carga inicial Q, em coulombs, é igual a

O recipiente da Fig.1 possui as paredes externas e a parede móvel interna compostas de isolante térmico. Inicialmente, os compartimentos de mesmo volume possuem, cada um, um mol de certo gás ideal monoatômico na temperatura de 300K. Então, por meio da fonte externa de calor, o gás do compartimento B. (gás B) se expande lentamente comprimindo adiabaticamente o gás A. Ao fim do processo, estando o gás B na temperatura de 522K e volume 20% maior que o volume inicial, a temperatura, em °C, do gás A será de