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O texto faz referência
Tancredo Neves apoiou a campanha das Diretas Já, pela volta da eleição direta para presidente, porém entendia que o caminho viável para vitória da oposição seria o voto indireto no colégio eleitoral, conforme relatou em 1983 ao Jornal do Brasil: “A campanha pelas diretas é necessária, mas lírica. E o PMDB necessita instrumentalizar-se para a negociação possível”.
(Guilherme Mazui e outros, “Há 40 anos morria Tancredo Neves, peça-chave da redemocratização”, G1. Disponível em: https://g1.globo.com/politica/ noticia/2025/04/21/ha-40-anos-morria-tancredo-neves-presidente-que-naotomou-posse-mas-virou-peca-chave-da-redemocratizacao.ghtml. Adaptado)
O contexto político em questão resultou
Criado em 1973, a partir dos Clubes de Mães e das Comunidades Eclesiais de Base (CEB) da Igreja Católica na periferia sul de São Paulo, o Movimento do Custo de Vida (MCV) incorporou outras forças políticas, cresceu em número e articulação e, em 1978, colocou nas ruas mais de 20 mil pessoas, em um ato público realizado na Praça da Sé, em pleno período militar.
(José Tadeu Arantes, “Estudo resgata a história do movimento do Custo de Vida”, Agência Fapesp. Disponível em: https://agencia.fapesp.br/estudoresgata-a-historia-do-movimento-do-custo-de-vida/26791. Adaptado)
O movimento citado no texto foi
Getúlio Vargas mandou realizar a cerimônia da queima das bandeiras estaduais, que teve lugar no Rio de Janeiro. Nessa cerimônia, foram hasteadas vinte e uma bandeiras nacionais em substituição às vinte e uma bandeiras estaduais que foram incineradas numa grande pira erguida no meio da praça, ao som do Hino Nacional tocado por várias bandas e cantado por milhares de colegiais, sob a regência do maestro Heitor Villa-Lobos.
(Luís Nassif, “A cremação das bandeiras estaduais...”, Jornal GGN. Disponível em: https://jornalggn.com.br/historia/a-cremacao-das- -bandeiras-estaduais-no-estado-novo/. Adaptado)
A cerimônia a que o texto faz referência
No dia 1o de setembro de 1939, as Forças Armadas da Alemanha nazista cruzaram a fronteira polonesa sob as ordens de Hitler. Essa agressão sem declaração de guerra marcou o início da Segunda Guerra Mundial. Hitler justificou a invasão como Guerra Defensiva, acusando os poloneses de terem iniciado o conflito contra os alemães. Na verdade, o exército alemão usou de estratagemas para acusar os poloneses de terem iniciado o ataque à Alemanha.
(Joelza Ester Domingues, “Início da Segunda Guerra Mundial”, Ensinar História. Disponível em: https://ensinarhistoria.com.br/ linha-do-tempo/inicio-da-segunda-guerra-mundial-2/. Adaptado)
O expansionismo alemão apresentado no trecho está relacionado
Quando falamos da Primeira Guerra Mundial, falamos muito sobre as batalhas, os novos armamentos, as estratégias militares, as origens e os desdobramentos do conflito. Isso tudo é muito importante. Mas precisamos falar mais da vida cotidiana, da história social, explorar a vida e os sentimentos dos soldados que participaram dos combates. Eles têm muito a dizer, e a partir dessas falas podemos compreender melhor as nuances da Grande Guerra. Mais do que um sistema de posição e fortificação, as trincheiras eram um ecossistema cultural, extremamente dinâmico e complexo.
(Bruno Leal, em “A vida cotidiana nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial”, Boletim Café História. Disponível em: https://cafehistoria.substack.com/p/ a-vida-cotidiana-nas-trincheiras. Adaptado)
Em relação às trincheiras na Primeira Guerra Mundial, é correto afirmar que
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o nome e a localização desse campo de concentração tombado.
(WEHLING, Arno. Formação do Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994. p. 71)
O trecho acima faz referência a um dos episódios de invasão por parte dos franceses ao litoral brasileiro. Dentre as afirmativas abaixo, assinale aquela que identifica corretamente o episódio tratado:
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. 14ª ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2024. p. 72)
Conforme afirmou Boris Fausto, a predominância do açúcar na economia nacional não significou a inexistência de outras atividades produtivas, em especial aquelas voltadas para o mercado interno. É neste sentido que podemos entender, por exemplo, o papel da pecuária na economia nacional. Sobre a pecuária durante o período colonial, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:
(WEHLING, Arno. Formação do Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994. p. 45)
O sistema, estabelecido no período pré-colonial, através do qual estabeleceu-se o monopólio sobre a exploração do pau-brasil era conhecido como:
(SODRÉ, Nelson Werneck. História Militar do Brasil. 2ª ed. São Paulo: Expressão Popular, 2010. p.28)
O primeiro sistema de administração do Brasil Colonial foi o chamado sistema de Capitanias Hereditárias. Este sistema conferia à empresa colonizadora o caráter de empreendimento privado – amplos poderes eram cedidos aos donatários, que os exerciam em nome da Coroa, em troca da assunção por estes dos riscos e gastos necessários. O fracasso desse sistema, porém, levaria o governo português a centralizar a administração – o que também afetou a organização da defesa da colônia. Sobre a organização militar no período colonial, assinale a afirmativa correta:
(SCHWARTZ, Stuart. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 122)
A escravidão foi uma das bases das atividades desenvolvidas durante o período colonial no Brasil, tendo deixado raízes que marcaram a sociedade brasileira mesmo após a abolição da escravatura no final do século XIX. Essa dinâmica, com o predomínio da mão de obra africana, marca um traço distintivo da colonização portuguesa. Neste sentido, diversas são as razões apontadas pelos historiadores para a escolha da mão de obra africana como base do sistema escravista colonial. Dentre os enunciados abaixo, assinale a alternativa que apresenta uma razão incorreta para este predomínio:
GONDIM, Linda M. P. In: SOUZA, Simone de (org.) Uma nova história do Ceará. Fortaleza: Ed. Demócrito Rocha, 2000.
O momento histórico da vida política e social do estado do Ceará a que o trecho se refere diz respeito