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I. O estado movimenta negócios de cadeias produtivas ligadas à celulose e à fabricação de móveis. II. O Espírito Santo possui empresas que atuam desde a extração/produção de rochas ornamentais até a sua exportação. III. Em 2021, o estado do Espírito Santo foi reconhecido como o maior produtor de frutas do país.
I. Localizado na Serra do Caparaó, na divisa dos estados da Bahia e do Espírito Santo, o Parque Nacional do Caparaó abriga o terceiro ponto mais alto do País, o Pico da Bandeira. II. Localizados na porção oeste do estado, os manguezais, bioma preservado e em constante expansão, mesmo tendo solos pobres em matéria orgânica, geram renda para muitas famílias. III. Na região litorânea do estado, é possível perceber a presença de restingas, um ecossistema costeiro que compõe o bioma Mata Atlântica.
O trecho acima diz respeito a:
Em 3 de dezembro de 1870 foi publicado o jornal A República, que trazia estampado o “Manifesto republicano brasileiro”, o mesmo que daria base para a fundação de um novo partido em 17 de janeiro de 1872. Formado inicialmente por profissionais liberais ligados a setores urbanos, nomeadamente paulistas, o Partido Republicano organizou seu primeiro congresso em julho de 1873, quando foi reforçado por novos adeptos de fôlego: fazendeiros paulistas que, descontentes com o que consideravam ser uma política intervencionista do Estado, passaram a engrossar as fileiras da oposição à monarquia.
[…]
A cisão do Partido Liberal levou, então, à formação do Partido Republicano Paulista, em 18 de abril de 1873, que se reuniu na hoje famosa Convenção de Itu.
(Lilia M. Schwarcz e Heloísa M. Starling, Brasil, uma biografia)
O novo partido
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Um quilombo dirigido por homens livres. Um quilombo com escravidão. Um quilombo agrícola e cuja produção estava integrada ao mercado regional. Que quilombo era esse? Esta é a história – ou uma das histórias possíveis – do quilombo do Oitizeiro, na Bahia de 1806.
(João José Reis, Escravos e coiteiros no quilombo do Oitezeiro –
Bahia, 1806. Em: João José Reis e Flávio dos Santos Gomes (org.),
Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil)
A partir do excerto, acerca dos quilombos no Brasil,
segundo o artigo de João José Reis, é correto afirmar
que