Questões Militares
Para história
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(Citado por Denis Antônio de Mendonça Bernardes. “Pernambuco e o Império (1822 – 1824): sem Constituição soberana não há união.” In: István Jancsó (org.) Brasil: formação do Estado e da Nação, 2003, p. 246)
O excerto é de um artigo de jornal de 3 de junho de 1824 escrito por Frei Caneca, um dos líderes da Confederação do Equador. O conteúdo do artigo manifesta
Missão cumprida em Campos das Palmas
Laguna, heroísmo na retirada
Glória em Canudos, e, de armas e almas
Ao nosso Julho da Clarinada
Sob as arcadas vem, um a um
Dos cento e trinta de trinta e um
(…)”
(Guilherme de Almeida)
Na estrofe da Canção da Força Pública transcrita são referenciados alguns dos marcos históricos da Polícia Militar do Estado de São Paulo, representados pelas dezoito estrelas que figuram em seu brasão de armas. A qual dos marcos históricos faz alusão o trecho “… de armas e almas ao nosso Julho da Clarinada”?
Os comerciantes estão sequestrando o nosso povo dia após dia – filhos deste país, filhos de nossos nobres e vassalos, mesmo as pessoas de nossa própria família [...]. Essa corrupção e depravação estão tão generalizadas que a nossa terra é inteiramente despovoada. [...] Precisamos neste reino só de sacerdotes e professores, e nenhuma mercadoria, a menos que seja vinho e farinha para o santo sacramento [...]. É nosso desejo que este reino não seja um lugar para o comércio ou transporte de escravos.
(MEREDITH, Martin. O Destino da África: cinco mil anos de riquezas, ganância e desafios. Tradução Marlene Suano. Rio de Janeiro: Zahar, 2017, p. 122.)
Com base no texto acima e nos conhecimentos acerca dos contatos entre sociedades africanas e europeias no início da Idade Moderna, é correto afirmar que:
[...] essa foi a única revolta de escravos bem-sucedida da História, e as dificuldades que tiveram de superar colocam em evidência a magnitude dos interesses envolvidos.
(JAMES, C. J. R. Os Jacobinos Negros. Tradução Afonso Teixeira Filho. São Paulo: Boitempo, 2010, p. 15.)
O excerto acima se refere à/ao:
[...] o acúmulo de agressões que atingiram as populações do Ocidente de 1348 ao começo do século XVIII criou, de alto a baixo do corpo social, um abalo psíquico profundo [...]. Constitui-se um ‘país do medo’ no interior do qual uma civilização se sentiu ‘pouco à vontade’ e povoou de fantasmas mórbidos.
(DELUMEAU, J. História do Medo no Ocidente: 1300-1800, Uma Cidade Sitiada. Tradução Maria Lucia Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 43.)
De acordo com os conhecimentos sobre a Europa no século XIV, são duas das principais “agressões” relacionadas ao excerto acima:
O choque da morte de Maomé foi uma das mais sérias crises que a comunidade muçulmana teve de enfrentar. Até então, Maomé guiara cada um de seus passos. Como então poderiam continuar sem ele? [...] Alguns muçulmanos mais comprometidos também ficaram imaginando se a morte de Maomé pusera mesmo fim à sua empreitada, e os que desejavam apontar um sucessor dividiram-se imediatamente em grupos rivais.
(ARMSTRONG, Karen. Maomé: uma biografia do profeta. Tradução Andréia Guerini, Fabiano Seixas Fernandes, Walter Carlos Costa. São Paulo: Companhia das Letras, 2002, p. 288-289.)
Considerando o excerto acima, é correto afirmar que a crise acarretada pela morte de Maomé teve como resultado:
( ) Em Goiás, somente no contexto do coronelismo é que as elites regionais, organizadas na forma de oligarquias, assumiram a direção estadual.
( ) A aliança entre Getúlio Vargas e Pedro Ludovico era garantida pelo principal projeto de Ludovico durante sua permanência no poder em Goiás, ou seja, a construção da nova capital.
( ) O ato revolucionário intervencionista surpreendeu antigas oligarquias no Estado. O grupo de dominação política mais afetado foi o dos Caiados, grupo em pleno apogeu.
( ) Com a reforma constitucional de 1898, o Legislativo goiano bicameral foi fechado, com isso a Assembleia Legislativa de Goiás voltou a reunir-se com poderes de constituinte.
Fonte: TerraBrasilis. Disponível em: <http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/>. Acesso em: 05 jan. 2022.