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O povo, em muitas coisas, julga melhor do que o indivíduo, seja quem for. Além disso, a multidão é mais incorruptível (...) e, se um indivíduo se deixa dominar pela ira ou por outra paixão semelhante, necessariamente corrompe o seu juízo; em compensação, é difícil que todos juntos se inflamem de cólera ou pequem.
(Aristóteles, 384-322 a.C. Política.)
As considerações do filósofo grego permitem afirmar que
“Goiás,minha cidade... eu sou aquela amorosa de tuas ruas estreitas curtas, indecisas, entrando, saindo uma das outras.”
Muitos consideram Cora Coralina como a escritora que melhor descreveu os “becos de Goiás” e o modo de viver do povo goiano. Em sua homenagem, a cidade histórica de Goiás Velho foi tombada pela UNESCO porque se trata, do ponto de vista arquitetônico, de um conjunto urbano que reflete:
Em 2001, o Ministério do Trabalho descobriu que um de seus programas sociais mais relevantes, o seguro-desemprego, benefício concedido por até cinco meses a trabalhadores demitidos sem justa causa, tinha um ralo graúdo.
Em três anos, foram desviados pelo menos 220 milhões de reais do programa.
Veja on-line, Edição 1.688, de 21 de fev. de 2001.
Em relação a esses problemas sociais que caracterizam a capital carioca, podemos afirmar que eles são agravados:
Com base nas informações apresentadas na tabela abaixo e nos seus conhecimentos sobre o assunto, marque a opção que apresenta a afirmativa correta.

(1) – Baixada Fluminense: Belford Roxo, Duque de Caxias, Japeri, Magé, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São João de Meriti, Seropédica
(2) – Leste Metropolitano: Guapimirim, Itaboraí, Niterói, São Gonçalo, Tanguá
Evolução da população do Estado e da Região Metropolitana do Rio de Janeiro (1970-2008)
Fonte: IBGE, censos 1970, 1980, 1991, 2000. Estimativa 2008.Tabulação: PCRJ / SMU / Coordenadoria Geral de Planejamento Urbano
Sobre a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, podemos afirmar que ela:
"(...) estava o terreno coalhado de moribundos e feridos inimigos. Vários dos nosso soldados, ébrios da pólvora e do fogo, queriam acabá-los. Horrorizados, debalde esforçavam-se nossos oficiais em lhes arrancar as vítimas às mãos, exprobrando-lhes a indignidade de semelhante chacina."
TAUNAY, Alfredo d'Escragnolle. A retirada da Laguna: episódio da Guerra do Paraguai. São Paulo: Melhoramentos, 1929, pp. 90-91.
Com base no texto acima e nos seus conhecimentos, pode-se afirmar que:
