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Buckingham (2010) propõe pensar o letramento digital a partir das discussões que o precedem sobre letramento midiático. Entre os aspectos gerais que compõem o letramento midiático, o autor apresenta o seguinte aspecto conceitual geral:
“Letramento envolve também saber quem está comunicando para quem e por quê. No contexto da mídia digital, os jovens precisam estar cientes da crescente importância das influências comerciais – em especial porque estas, com frequência, são invisíveis aos olhos do usuário. Há um aspecto de segurança aí: as crianças precisam saber quando estão sendo alvo de apelos comerciais e como as informações que fornecem podem ser usadas pelas corporações comerciais. Mas o letramento digital envolve também uma consciência mais ampla do papel global de publicação, promoção e patrocínio, e como elas influenciam a natureza da informação inicial disponível. É claro, esta consciência deve ser estendida às fontes não comerciais e aos grupos de interesse, que cada vez usam mais a web como meio de persuasão e de influência”.
(UCKINGHAM, D. Cultura Digital, Educação Midiática e o Lugar da
Escolarização. Educação & Realidade. 2010)
Trata-se do componente conceitual de
Libâneo (2018) entende o planejamento escolar como um meio para se programar as ações docentes, mas também como
Morin problematiza a temática do conhecimento em seu célebre Sete saberes necessários à educação do futuro. O autor discute, a título de exemplo, o caso da decodificação da estrutura do código genético (o DNA) empreendida por Watson e Crick, que “surpreenderam e escandalizaram a maioria dos biólogos, que jamais imaginavam que isto poderia ser transcrito em moléculas químicas”. Trata-se de um caso nas ciências que evidencia o funcionamento das ideias normativas, ancorando as causas desse erro
Hoffmann discute como o erro pode ser considerado a partir das diferentes perspectivas docentes, sendo indesejável ou fecundo. Corrigir ou refletir sobre a tarefa do aluno constitui
Discutindo os projetos de trabalho, Hernández e Ventura (2017) apontam, entre as bases teóricas que fundamentam a organização curricular,
Goulart (2015) situa as origens da psicologia fenomenológica e humanista na Filosofia, campo em que se encontram “suas raízes mais profundas”. Um dos autores revisitados é Husserl, segundo o qual a fenomenologia se identifica com um método de análise filosófica, constituindo uma tentativa para restituir fundamento ao cosmos e uma orientação à consciência e à vida. Nessa perspectiva, a fenomenologia torna-se
Leio o excerto adaptado de Hadji (2001) a seguir.
Trata-se de dizer sobre o que será a avaliação, quando ocorrerá, o tempo que lhe será concedido, as tarefas que o aluno deverá realizar, o tipo de atuação que será levado em conta, o suporte privilegiado (escrita ou fala) etc. Em seu sentido próprio articula, portanto, modalidades determinadas de “observação” do comportamento do aluno. Ainda que a avaliação formativa não se limite a priori a nenhum deles (desse ponto de vista, não há nenhum modelo, infalivelmente adequado), toda avaliação instituída exige uma proposta mais ou menos elaborada.
(HADJI, C. Avaliação Desmistificada. 2001)
O conceito discutido no excerto é denominado pelo autor de
Gentili (2013) problematiza a forma institucional do sistema de ensino, observando que a seletividade dos níveis mais altos significa uma oferta limitada de educação, que força desempenhos desiguais. Nesse contexto, o autor afirma que a legitimidade da competição educacional depende da existência de
Frigotto (in Frigotto, Ciavatta e Ramos, 2012) trata da situação enfrentada por milhares de jovens que necessitam trabalhar para sua subsistência. Para o autor, “parece pertinente que se faculte aos mesmos a realização de um ensino médio que, ao mesmo tempo com que preserva sua qualidade de educação básica como direito social e subjetivo, possa situá-los mais especificamente em uma área técnica ou tecnológica”. Nesse contexto, uma das duas condições necessárias apontadas é
Paulo Freire (2019) discute a historicidade do conhecimento, destacando como o conhecimento hoje novo envelhece e é “ultrapassado por outro amanhã”. Isso exige que o ser humano se mantenha aberto e apto à “produção do conhecimento ainda não existente”. Esses dois momentos, com que o ensinar, aprender e pesquisar lidam, são denominados pelo autor de
Demo (2015) destaca um traço distintivo da “educação pela pesquisa”. Esse concerne “à formação do sujeito competente, no sentido de ser capaz de, tomando consciência crítica, formular e executar projeto próprio de vida no contexto histórico”. Trata, ainda, da “instrumentação mais competente da cidadania, que é o conhecimento inovador e sempre renovado. Oferece, ao mesmo tempo, a base da consciência crítica e a alavanca da intervenção inovadora, desde que não seja mera reprodução, cópia, imitação”. O autor denomina esse traço distintivo como
São diversas as mudanças paradigmáticas às quais a educação está sujeita, incluindo aquelas ligadas aos seus aspectos organizacionais. Na obra de Lück (2015), as reflexões propostas partem da superação do paradigma
De acordo com Libâneo, Oliveira e Toschi (2018), a municipalização é uma forma de descentralização. Na década de 1930, Anísio Teixeira, importante educador brasileiro, propôs a descentralização do ensino primário de quatro anos de duração, não como reforma administrativa, mas como reforma política. Para os autores, a proposta do educador significaria
Imbernón (2017) defende formar um professor como um profissional prático-reflexivo, que recorre à investigação como uma forma de decidir e de intervir praticamente nas situações defrontadas. As situações enfrentadas pelo professor, de acordo com o autor, caracterizam-se por serem
A respeito da articulação entre processos de avaliação dos professores e sua formação continuada, Gatti e Barreto (2009) pontuam que “para alguns autores a questão não está na definição de padrões ou de competências”. Para que as exigências de diversos marcos referenciais não atentem contra o profissionalismo docente, é preciso que sejam validados pela existência de
A gestão democrática da escola é, hoje, compreendida como um caminho para a melhoria da qualidade do ensino. Associado à gestão democrática, o projeto político-pedagógico contempla, em suas reflexões, a questão da educação de qualidade, que é entendida por Veiga (2009), em duas dimensões indissociáveis:
De acordo com Alcântara (2022), esse modelo se refere à escola
( ) No Antinomismo não há normas.
( ) No Situacionismo há muitas normas particulares.
( ) No Absolutismo Ideal as normas universais não são conflitantes.
( ) No Hierarquismo as normas universais são hierarquicamente ordenadas.
Em Romanos 12.8, lê-se a respeito do dom da __________ (paraklesis), uma palavra cujo significado é __________. A passagem bíblica serve de inspiração para o exercício da capelania.
A sequência de palavras que preenche corretamente as lacunas é: