Questões Militares
Para pedagogia
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Estão corretas:
Estão corretas as afirmativas:
Coluna I A. Atividades para introduzir conteúdo ou capacidade, familiarizando o aluno com conceitos e procedimentos que serão enfatizados no período. B. Atividades para trabalhar, de forma sistemática, conteúdos, procedimentos ou capacidades em desenvolvimento pelo aluno. C. Atividades para consolidar o processo de aprendizagem do aluno e seus avanços em conhecimentos e capacidades
Coluna II I. Atividades que abordam os usos e funções sociais da escrita (usos públicos e particulares de diferentes gêneros, com diferentes funções). II. Atividades voltadas para o domínio do sistema de escrita. III. Atividades de exploração dos materiais escolares de escrita. IV. Exercícios de escrita voltados para o domínio do princípio alfabético V. Atividades de revisão e reelaboração do texto escrito, considerando sua adequação aos objetivos, ao destinatário e ao contexto de circulação previstos. VI. Atividades que demandam escuta atenta e compreensão de textos falados ou lidos, para posterior realização de tarefas.
Estão corretas as afirmativas:
Observe a charge a seguir:

Fonte:http://batepaposobrequasetudo.blogspot.com.br/2014/02/a-era-das-redes-sociais-e-ainda-somos.html . Acesso em 12 de dez. de 2014.
A charge acima destaca um dos problemas do processo de formação do leitor - a não compreensão dos sentidos dos textos. A apropriação da leitura perpassa diferentes etapas de desenvolvimento, desde o desenvolvimento de atitudes favoráveis à leitura até a compreensão que é lido. Para que a criança consiga passar por todo esse processo de forma favorável é importante que o educador saiba que:
I. É necessário que a criança saiba decodificar e reconhecer globalmente as palavras contidas num texto, pois tais habilidades são pré-requisitos para ler e compreender.
II. Esse processo só deve ocorrer nas séries iniciais do ensino fundamental.
III. Quando o professor lê em voz alta e comenta ou discute com seus alunos os conteúdos e usos dos textos lidos, está contribuindo para o desenvolvimento da capacidade de compreensão. Este é um procedimento que pode ocorrer desde a educação infantil, tomando como objetos contos infantis, poemas e notícias cujos temas interesse às crianças.
IV. É necessário oferecer ao seu aluno diferentes gêneros textuais, pois a capacidade de reconhecer diferentes gêneros textuais e identificar suas características gerais favorece bastante o trabalho de compreensão, porque orienta adequadamente as expectativas do leitor diante do texto.
I. Do universo escolar. Somente na escola a criança tem condições e oportunidades de adentrar e conhecer esse universo. Para isso o professor deve incentivar o gosto pela leitura e oferecer diferentes gêneros textuais aos seus alunos. II. De um processo contínuo; Dessa forma, é importante que os professores levem em conta que as atitudes favoráveis à leitura e a disposição de adquirir comportamentos sociais típicos de leitor são fruto de um trabalho que acontece tanto na escola, quanto em outros contextos. III. De um trabalho que incentive o gosto pela leitura. Assim, o professor deve ter consciência de que não é necessário esperar que a criança aprenda a ler para ter acesso a leitura, afinal ela poderá ler através dos “olhos” do professor e de outros mediadores culturais. Para adquirir uma atitude descontraída com os textos, é importante também que o aluno manuseie livros e outros impressos, que tente ler e adivinhar o que está escrito.
Estão corretas as afirmativas:
Observe a charge a seguir:

Fonte:http://totememtabu.blogspot.com.br/2008/03/mafalda-e-questo-qual-o-melhor-mtodo.html. Acesso em 19 de dez. de 2014.
Segundo o dicionário Houaiss de Língua Portuguesa (2001) alfabetizar é um ato ou efeito de ensinar as primeiras letras. Dessa forma, uma pessoa alfabetizada é aquela que domina a escrita e a leitura das primeiras letras. Comparando a charge acima e o conceito de alfabetização, analise as afirmativas a seguir:
I. O significado de alfabetização do dicionário Houaiss está atualizado e em consonância com os estudos psicológicos e psicolinguísticos atuais.
II. O conceito de alfabetização não é algo imutável, pelo contrário, sofreu e sofre alterações em decorrência das necessidades sociais e políticas, a ponto de já não se considerar alfabetizado aquele que apenas domina as habilidades de codificação e de decodificação.
III. A ampliação do conceito de alfabetização se manifesta também na escola. Até muito recentemente, considerava-se que a entrada da criança no mundo da escrita se fazia apenas pela alfabetização, pelo aprendizado das “primeiras letras”, pelo desenvolvimento das habilidades de codificação e de decodificação. O uso da língua escrita, em práticas sociais de leitura e escrita, seria uma etapa posterior à alfabetização, devendo ser desenvolvido nas séries seguintes.
Em nosso país se faz necessária a superação de seu padrão histórico e também de sua identificação irreal entre liberdade e privatismo. Fazer isso equivale a deixar para trás certos traços personalistas e abrir mão de muitos interesses particularistas. Por ser tão marcante nas relações sociais brasileiras, curiosamente é essa identificação equivocada entre liberdade e privatismo que tem assegurado a presença do Ensino Religioso nas escolas públicas brasileiras. É a Igreja tem justificado sua luta pela presença dessa disciplina na escola pública em nome do princípio de liberdade religiosa. Mas, esse preceito apenas assegura a possibilidade legal de cada indivíduo procurar a realização de seus interesses religiosos, não devendo, dessa forma, ser entendido como um direito de impor de forma coercitiva regras de conduta pautadas em visões de mundo religiosas particulares. Isso é, na melhor das hipóteses, a negação desse princípio constitucional (AMARAL, 2003, p. 15). Com esta reflexão, analise as afirmativas que se seguem:
I. Por mais convincente que pareça ser, não há razão que justifique a presença do Ensino Religioso nas escolas públicas em um país cuja separação entre o Estado e a Igreja é determinada constitucionalmente.
II. Para evitar que cidadãos sejam discriminados, o poder público deve permanecer laico e pautar-se por critérios jurídicos.
III. Por se tratar de política pública, a educação deve pautar-se em critérios técnicos e científicos e não morais, e muito menos, religiosos.
Estão corretas as afirmativas:
Há um problema sempre comum nas discussões dos projetos educacionais e que vem carregado de discussões intensas em torno de sua presença e factibilidade em um país laico e multicultural: como um Estado pode ser laico e, ao mesmo tempo, presidir a uma sociedade mais ou menos secular, mais ou menos religiosa? (CURY, 1993, p. 183). Há grupos sociais que se professam agnósticos ou ateus; outros preferem o reencantamento do mundo e muitos deles continuarão seguindo várias e variadas confissões religiosas e todos podem convergir na busca da paz (Zanone, 1986 apud Bobbio et al., p. 670-674). Também se pode observar muitas polêmicas com fundo religioso explícito: a proposta de afirmação do cristianismo na Constituição da União Europeia, cujo texto não incluiu o patrimônio cristão como um valor da Europa; na Itália há a presença dos crucifixos em prédios públicos e, nas escolas francesas, há a questão dos véus das moças de grupos islâmicos. E, no Brasil, houve uma recente polêmica entre criacionismo e evolucionismo nos currículos das escolas estaduais. Tudo isso torna o ensino religioso problemático, envolvendo o necessário distanciamento do Estado laico ante o particularismo próprio dos credos religiosos. Avalie as afirmativas a seguir:
I. Não se deve envolver outras questões como a secularização da cultura, nem mesmo da realidade socioantropológica dos múltiplos credos e da face existencial de cada indivíduo.
II. O ensino religioso nas escolas públicas envolve a questão da laicidade do Estado.
III. O ensino religioso tornou-se uma questão de alta complexidade e de profundo teor polêmico.
IV. O ensino religioso é legalmente aceito como parte dos currículos das escolas oficiais do ensino fundamental no Brasil.
Estão corretas as afirmativas:
Segundo a Lei nº 9745/97 (MINAS GERAIS, 1997), competem às denominações religiosas constituídas como Entidade Civil:
I. Tomar conhecimento de projetos educativos que visem a uma prática pedagógica, desde que respeitem os princípios da liberdade religiosa, a finalidade da educação, o direito da sociedade em se organizar e optar por uma formação que corresponda às suas aspirações particulares.
II. Fiscalizar a atuação da Secretaria de Estado da Educação – MG quanto aos seus critérios de seleção, formação e admissão de professores para o exercício da função em Ensino Religioso e do acompanhamento de seu desempenho pedagógico.
III. Auxiliar a Secretaria de Estado da Educação - MG na seleção e/ou análise de conteúdos propostos para o Ensino Religioso, a partir de sugestões encaminhadas pelas respectivas escolas, ou dos currículos de Ensino Religioso organizados pelas mesmas, de modo a salvaguardar os direitos da família, quanto aos princípios e valores, por esta propugnados, as necessidades dos educandos e os princípios da liberdade religiosa assegurados pela Constituição e Leis menores consequentes.
IV. Selecionar entre as outras práticas, somente as que visam ao aprofundamento da reflexão sobre o papel do Ensino Religioso na Escola, elegendo seus próprios representantes de suas respectivas instituições, setores da educação e comunidade educativa de forma excludente.
Está correta a afirmativa:
A presença do Ensino Religioso se discute como disciplina nas escolas públicas do Ensino Fundamental no país. Essa discussão se aprofunda sobre as relações entre educação e religião no Brasil, mais precisamente se analisa que a origem e o desenvolvimento histórico da educação pública no Brasil são estreitamente ligados ao estabelecimento da religião católica no país. E esta relação permanece ainda no horizonte acadêmico como importante referência de pesquisa, após quase cinco séculos de história. Durante este período, o Ensino religioso esteve presente em todo o processo histórico educacional brasileiro, excetuando-se o período da instituição da República. Apenas no final do século XX surgiu a ideia da criação de uma identidade pedagógica, pautada em parâmetros epistemológicos a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – a LDBEN n°. 9394/96. Essa LDB permitiu a inclusão da disciplina como componente curricular da educação básica, tendo como principais fontes: o documento dos Parâmetros Curriculares para o Ensino Religioso, a legislação educacional brasileira e os documentos recentes da Igreja Católica. E, é justamente nestes últimos documentos que se constata que o atual modelo proposto para o Ensino Religioso na Escola Pública não mantém uma isenção proselitista (AMARAL, 2003, p. 1).
Avalie as afirmativas seguintes e assinale a que apresenta evidências desta falta de isenção proselitista:
I. Nunca, na história brasileira, o Ensino Religioso conseguiu tanto espaço na esfera pública.
II. O Ensino Religioso na Escola Pública apresenta visões de mundo particulares.
III. O Ensino Religioso na Escola Pública evidencia uma estratégia para garantir a manutenção dessa disciplina pelo Estado em benefício das Igrejas, especialmente as cristãs.
IV. O Ensino Religioso na Escola Pública além de ter afiançada sua permanência na Constituição de 1988, tem garantida pela Lei 9.475/97 o status de disciplina junto às demais constantes do currículo básico nacional.
Está correta a afirmativa:
Dentre as inúmeras manifestações culturais da humanidade há diferentes expressões, crenças, movimentos e tradições religiosas que influenciam a organização dos grupos sociais. Portanto, cabe à escola pública aprender, conhecer e ensinar sobre a diversidade religiosa? Sim, porque esses sistemas simbólicos de abrangência social e cultural assumem a tarefa de significar o mundo e a vida, atribuindo o caráter de sagrado e profano, puro e impuro, ético e não-ético aos acontecimentos do cotidiano. Assim, diferentes religiosidades, crenças, movimentos, filosofias, religiões, dentre outras, contribuem e, por vezes, determinam os modos de como o ser humano se posiciona no mundo, orientando o relacionamento com seus semelhantes e com a natureza, constituindo referências para a constituição das identidades culturais. Portanto, qual é a razão de ainda se identificar presenças e ausências curriculares quando se trata da diversidade religiosa no cotidiano das escolas públicas.
I. Isso ocorre porque, oficialmente, ao longo da origem da escola, o conhecimento religioso passa de objeto central da ação educativa a elemento combatido e desprestigiado.
II. Isso ocorre porque, por outro lado, oficiosamente, continua presente nas escolas, nas quais, determinadas culturas e tradições religiosas são reconhecidas e valorizadas, seja pelo currículo oficial ou real, em detrimento de outras, que são exotizadas, silenciadas ou negadas.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação entre as afirmações I e II:
O Ensino Religioso, como componente obrigatório no currículo da escola, traz uma reflexão necessária para a formação do ser humano a partir das perspectivas e desafios contemporâneos.
O Ensino Religioso, uma vez compreendido a partir da legislação vigente, tem como objetivo a reflexão sobre a formação do ser humano numa sociedade complexa, uma formação marcada por experiências religiosas que buscam dar um sentido para a vida nas relações cotidianas.
Assinale a alternativa correta e coerente quanto à formação do ser humano:
A Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural, para resgatar a dignidade dos grupos vulneráveis ou ordinariamente vítimas de violações aos direitos humanos, no seu art. 4º, expressa: “A defesa da diversidade cultural é um imperativo ético, inseparável do respeito à dignidade humana” e, no art. 5º, estabelece que a diversidade cultural é “parte integrante dos direitos humanos, que são universais, indissociáveis e interdependentes” (UNESCO, 2002).
Analise as afirmativas seguintes:
I. O estudo do tema diversidade cultural atualmente, encontra-se estritamente vinculado ao tema dos Direitos Humanos.
II. Nessas perspectivas é que surgem o desrespeito pela diversidade, devido aos grupos que, nas relações sociais, sentem-se desfavorecidos com esta diversidade religiosa.
III. A incorporação deste tema na Educação Brasileira é mediado pelos órgãos Internacionais: ONU, UNESCO, OIT, FMI, entre outros.
IV. Os movimentos sociais têm se organizado em vista das reivindicações de seus direitos básicos na sociedade: acesso à educação, à saúde, entre outros.
Estão corretas as afirmativas:
Há diversas linguagens usadas na experiência com o sagrado, como os símbolos, os mitos e os ritos; elementos com que o ser pessoal busca preencher o significado de sua existência: “O homem toma conhecimento do sagrado porque este se manifesta, se mostra como algo absolutamente diferente do profano” (OTTO, 1985, p. 15). O símbolo faz parte da linguagem humana o tempo todo: “Qualquer elemento natural pode ser constituído de símbolo, ele não pode ser objetivado por palavras” (REIMER, 2004, p. 83). Rocher apresenta ainda outra definição de símbolos (1971, p. 156):
A maneira mais simples de definir o símbolo é dizer que é ‘qualquer coisa que toma o lugar de outra coisa’ ou ainda ‘qualquer coisa que substitui e evoca uma outra coisa’. Uma estátua evoca simbolicamente um personagem, um acontecimento ou uma ideia, e assegura-lhe assim presença e ação contínua. Uma palavra substitui simbolicamente uma coisa e consegue evocá-la sem que seja necessária a presença física da coisa.
Analise as afirmativas seguintes:
I. O mito usa uma narrativa para justificar uma realidade. Sua linguagem é simples. Em toda cultura existem os mitos e sentidos que norteiam a vida daqueles que creem. Mito é, também, a narrativa de uma criação: conta-nos de que modo algo, que não era, começou a ser.
II. O mito é capaz de trazer de volta à realidade algo que já foi. É capaz de fazer vivenciar uma experiência atual vivida por outra pessoa em tempos passados. O ser humano estrutura sua religiosidade na crença dos mitos que são repassados de geração em geração fazendo com que algo ou situação vivida no passado por um antepassado faça sentido ou servia de orientação para uma experiência no presente.
III. O símbolo nos leva a um sentido subjacente a ele próprio, que ao menor contato nos remete a ideia que ele representa. Tornando forte a presença de seu significado. É uma forma de expressão e de linguagem resultante de uma experiência que faz de um simples objeto ou animal, símbolo, que ao ser visto relembra aquele momento sagrado.
Assinale a alternativa correta: