Questões Militares
Para letras
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Considere o trecho abaixo.
“...a boa impressão que lhe causassem a mesa farta e os leitos macios dos grandes senhores de escravos talvez atenuasse a péssima, a vida dissoluta que todos eles levavam nos engenhos de açúcar.” (Texto 3, linha 6).
É correto afirmar que
Observe o trecho a seguir:
“...a classificação de tudo que há nas terras conquistadas no século XVI” (Texto 1, linha 25).
A forma verbal da oração acima tem o mesmo sentido em:
Considere os seguintes trechos.
Trecho I - “Mas de Cardim deve-se tomar em consideração o seu caráter de padre visitador”. (Texto 3, linha 4).
Trecho II - “Robéria Gomes, de 36, viajou grávida”. (Texto 4, linha 2).
Trecho III - “pois o curso de mestrado é de dois anos”. (Texto 4, linha 33) .
É correto afirmar que
Acerca do período:
“Apesar da proximidade à Faculdade de Educação da UFF, só andam em grupos: por insegurança, sensação que ainda não tinham experimentado.” (Texto 4, linha 13).
Podemos afirmar que:
“Sentia a vocação religiosa (...)” (Texto 2, linha 4).
A opção em que o verbo “sentir” tem o mesmo significado do período acima é:
Acerca dos sujeitos dos verbos “entrou” e “estabeleceram” presentes em:
“Em 1565, entrou com Estácio de Sá na baía de Guanabara, onde estabeleceram os fundamentos do que viria a ser a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”. (Texto 2, linha 29).
Podemos afirmar que
Considere o período a seguir e as cinco assertivas.
“... uma vasta literatura descritiva e narrativa, que assumiu várias formas desde os grandes tratados históricos ou geográficos em grossos volumes até às curtas reportagens em folhetos de cordel.” (Texto 1, linha 16).
I. Há duas preposições com a função de explicar a expressão “várias formas”.
II. A oração “que assumiu várias formas desde os grandes tratados históricos ou geográficos em grossos volumes até às curtas reportagens em folhetos de cordel” refere-se aos adjetivos “vasta”, “descritiva” e “narrativa”.
III. O autor denigre os “folhetos de cordel”, taxando-os de “curtos”.
IV. O uso do acento indicador da crase é optativo devido à presença do vocábulo “até”.
V. O período discute o conteúdo dos tratados e reportagens.
Pode-se dizer que estão corretas as afirmativas:
Considere o título do texto 1 destacado abaixo e as afirmativas a seguir.
Entre a lembrança e a realidade: registros de viagem.
I. De acordo com o texto, relatos orais não podem ser considerados registros de viagem.
II. A expressão “Entre a lembrança e a realidade” pode ser considerada como preocupação com a memória enquanto dado histórico de uma nação. Esta afirmativa pode ser comprovada com a seguinte afirmação da autora: “O empreendedor dessas jornadas tem a preocupação com a observação, a descrição e a classificação de tudo que há nas terras conquistadas nos século XVI para que os governos possam inventariar a fortuna natural de suas colônias e obter controle sobre elas”.
III. O objetivo primeiro das viagens, segundo a autora, foi: “serem realizadas para conquistar espaços mais apropriados para o bem estar da comunidade”.
Pode-se dizer que está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
No último livro que publicou em vida, Teia (1996), a escritora Orides Fontela escreveu o poema ao lado.

Podemos afirmar que:
I. nem a parte I nem a II indicam que o pássaro “joão-de-barro” pode ser visto como metáfora de um determinado tipo social.
II. apenas a parte III sugere que o trabalho feito pelo joão-de-barro aproxima-se daquele feito por um operário.
III. o poema, em seu todo, aproxima metaforicamente o “joão-de-barro” de um trabalhador brasileiro (um “João”, como o título indica).
IV. como no caso do pássaro, também para o operário vale a idéia de que o homem faz o trabalho e o trabalho faz o homem.
Estão corretas apenas as afirmações:
O poema ao lado faz parte da obra Livro sobre nada (1996), de Manoel de Barros:
A ciência pode classificar e nomear os órgãos de um sabiá
mas não pode medir seus encantos.
A ciência não pode calcular quantos cavalos de força
existem
nos encantos de um sabiá.
Quem acumula muita informação perde o condão de
adivinhar: divinare.
Os sabiás divinam.
É certo dizer que estamos diante de um poema
No romance A hora da estrela (1977), de Clarice Lispector, o narrador faz muitas observações acerca de Macabéa, tais como:
I. Há os que têm. E há os que não têm. É muito simples: a moça não tinha. Não tinha o quê? É apenas isso mesmo: não tinha.
II. Ela não pensava em Deus. Deus não pensava nela.
III. Vejo a nordestina se olhando no espelho e – um ruflar de tambor – no espelho aparece o meu rosto cansado e barbudo. Tanto nós nos intertrocamos.
IV. [...] ela era um acaso. [...] Pensando bem: quem não é um acaso na vida?
Tais frases nos permitem dizer que Macabéa provoca no narrador
Na obra Quaderna (1960), João Cabral de Melo Neto incluiu um conjunto de textos, intitulado “Poemas da cabra”, cujo tema é o papel desse animal no universo social e cultural nordestino. Um desses poemas é reproduzido ao lado:
Um núcleo de cabra é visível
por debaixo de muitas coisas.
Com a natureza da cabra
Outras aprendem sua crosta.
Um núcleo de cabra é visível
em certos atributos roucos
que têm as coisas obrigadas
a fazer de seu corpo couro.
A fazer de seu couro sola.
a armar-se em couraças, escamas:
como se dá com certas coisas
e muitas condições humanas.
Os jumentos são animais
que muito aprenderam da cabra.
O nordestino, convivendo-a,
fez-se de sua mesma casta.
Acerca desse poema, NÃO se pode afirmar que:





