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Q753378 Português
De acordo com a norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a regência da forma verbal sublinhada está correta.
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Q753377 Português
Leia os trechos para responder à questão. “...sua dedicação à invenção de neologismos...” “Mas voltemos à história do galo de Malaquias.” 
Assinale a alternativa que justifique o uso da crase nessa ocorrência.
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Q753376 Português
Analise as afirmações a seguir. I - “Adoro a sua coluna...” - (Sujeito oculto EU). II - “Um dia o campeão de rinha ...” - (Um dia é adjunto adverbial de tempo). III -"... mas não sei onde.” - (mas dá a ideia de oposição, adversidade). Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões) apresentada(s) em:
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Q753375 Português
Analise as afirmações seguintes. I - As expressões SALÁRIO e APLICÁVEL são paroxítonas. II - As expressões OLÁ e SÉRGIO são oxítona e paroxítona, respectivamente. III - Nas expressões MELISSA e BRASILEIRO, temos dígrafo, encontro consonantal e encontro vocálico, respectivamente. IV - As expressões PROVÉRBIO e HISTÓRIA são paroxítonas terminadas em ditongos abertos. Assinale a alternativa que apresenta a(s) afirmação(ões) correta(s).
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Q753374 Português
Assinale a alternativa em que o significado apresentado na Coluna 2 NÃO corresponde ao significado da palavra ou expressão destacada na Coluna 1.
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Q753373 Português

Leia o trecho a seguir para responder à questão.

Melissa, dizem que esse galo cantou no Rio de Janeiro colonial, provavelmente numa madrugada da segunda metade do século XVIII. 


A expressão MELISSA, no trecho, é classificada como: 

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Q753371 Português
A oração sublinhada em “Todos comentavam que Ana era orgulhosa e iniusta.” classifica-se como:
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Q753370 Português
“Espere, Maria, que o João não deve demorar.’’, a oração destacada é corretamente classificada como:
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Q753369 Português
Assinale a alternativa em que a partícula SE é índice de indeterminação do sujeito.
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Q753368 Português
Em “Na juventude, muitos fatos lhe haviam acontecido”, ocorre oração com:
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Q753365 Português
Nas relações de regência, um termo regente, quer seja nome quer seja verbo, pode ter mais de um termo regido. Observe as frases a seguir:  A- Ela sempre gostou de conquistar, de sobressair, de dominar. B - Na época, demonstrava interesse por sapatos, por livros e por chapéus. C - Fazia jus a ser criticada, porém não a sofrer discriminação. Pode-se afirmar que: I - Em A, as expressões sublinhadas são regidas pelo mesmo verbo: gostar. II - Em B, os termos sublinhados estão sob a regência do verbo demonstrar. III - Em C, as orações sublinhadas estão regidas pelo substantivo jus. Está correto o que se afirma em:
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Q753363 Português
Numere a segunda coluna pela primeira, considerando a concordância nominal (adjetivo posposto), de acordo com a norma culta. (1)novos (2)novas ( ) saia e blusa.............................. ( ) sapato e blusa.......................... ( ) calça e camisa.......................... ( ) chapéu e casaco...................... ( ) boné e camisa......................... A sequência numérica correta, de cima para baixo, é:.
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Q753361 Português

Um rio do Éden

29 de agosto de 2013 | 2h 19.

Luiz Fernando Veríssimo - O Estado de S. Paulo.

   O meu relógio biológico é um Rolex. Não, brincadeira. Nós todos temos um relógio dentro de nós que sempre "sabe" exatamente que horas são, embora nem todo mundo saiba que ele sabe, ou confie nele. O relógio biológico funciona mais ou menos como uma portaria de hotel, à qual você pede para ser acordado a certa hora. Ou como um despertador, que você marca para acordá-lo. O relógio interior pode falhar - as portarias de hotel e os despertadores também falham -, mas sempre que não acreditei no meu me arrependi. O que aconteceu mais de uma vez foi que o relógio biológico me acordou e fiquei na cama, aflito para saber se a portaria iria se lembrar ou o despertador funcionar, e acabei me atrasando. E minha tese é que quando o relógio biológico não nos acorda é porque, no fundo, não queremos acordar. Algum outro instrumento instintivo que carregamos sem saber prevaleceu e neutralizou o relógio.

   É fascinante essa ideia de que trazemos nos genes recursos, impulsos, fobias e encargos dos quais não nos damos conta, como relógios embutidos ligados a alguma fonte inimaginavelmente precisa de tempo certo. Somos portadores de mensagens cifradas que não conhecemos, e não entenderíamos se conhecêssemos. Há uma teoria segundo a qual o pavor universal de cobras vem de um resquício do passado reptiliano que ficou num dos cantos primitivos do nosso cérebro. E a mais nobre e misteriosa missão que nossos genes realizam à nossa revelia é a de trazer nosso DNA desde as origens da espécie humana até agora. Ninguém nos contratou, mas nossa função no mundo é transportar DNA.

   O famoso biólogo darwinista Richard Dawkins deu um título poético a um dos seus livros: River Out of Eden. Tirado de Gênese 2:10 "E saía um rio do Éden para regar o jardim, e dali se dividia". O rio do Éden de Dawkins e de DNA, e passa por todos nós.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,um-rio-do-eden-,1069085,0.htm. Acesso em 6/9/2013.

Ao justificar por que “a mais nobre e misteriosa missão que nossos genes realizam à nossa revelia é a de trazer nosso DNA desde as origens da espécie humana até agora” (§2), Veríssimo:
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Q753360 Português

Um rio do Éden

29 de agosto de 2013 | 2h 19.

Luiz Fernando Veríssimo - O Estado de S. Paulo.

   O meu relógio biológico é um Rolex. Não, brincadeira. Nós todos temos um relógio dentro de nós que sempre "sabe" exatamente que horas são, embora nem todo mundo saiba que ele sabe, ou confie nele. O relógio biológico funciona mais ou menos como uma portaria de hotel, à qual você pede para ser acordado a certa hora. Ou como um despertador, que você marca para acordá-lo. O relógio interior pode falhar - as portarias de hotel e os despertadores também falham -, mas sempre que não acreditei no meu me arrependi. O que aconteceu mais de uma vez foi que o relógio biológico me acordou e fiquei na cama, aflito para saber se a portaria iria se lembrar ou o despertador funcionar, e acabei me atrasando. E minha tese é que quando o relógio biológico não nos acorda é porque, no fundo, não queremos acordar. Algum outro instrumento instintivo que carregamos sem saber prevaleceu e neutralizou o relógio.

   É fascinante essa ideia de que trazemos nos genes recursos, impulsos, fobias e encargos dos quais não nos damos conta, como relógios embutidos ligados a alguma fonte inimaginavelmente precisa de tempo certo. Somos portadores de mensagens cifradas que não conhecemos, e não entenderíamos se conhecêssemos. Há uma teoria segundo a qual o pavor universal de cobras vem de um resquício do passado reptiliano que ficou num dos cantos primitivos do nosso cérebro. E a mais nobre e misteriosa missão que nossos genes realizam à nossa revelia é a de trazer nosso DNA desde as origens da espécie humana até agora. Ninguém nos contratou, mas nossa função no mundo é transportar DNA.

   O famoso biólogo darwinista Richard Dawkins deu um título poético a um dos seus livros: River Out of Eden. Tirado de Gênese 2:10 "E saía um rio do Éden para regar o jardim, e dali se dividia". O rio do Éden de Dawkins e de DNA, e passa por todos nós.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,um-rio-do-eden-,1069085,0.htm. Acesso em 6/9/2013.

No início do segundo parágrafo, Veríssimo afirma: “É fascinante essa ideia de que trazemos nos genes recursos, impulsos, fobias e encargos dos quais não nos damos conta, como relógios embutidos ligados a alguma fonte inimaginavelmente precisa de tempo certo”. Nessa afirmação, a expressão destacada “essa ideia" foi utilizada para: I - retomar algo já mencionado no primeiro parágrafo. II - detalhar melhor os aspectos apresentados no primeiro parágrafo. III - manter o tema e, ao mesmo tempo, acrescentar informações novas. IV - fazer o texto progredir sequencialmente. V - introduzir apenas informações completamente novas. Estão corretas apenas : 
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Q746995 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

O Mundo Moderno e a Violência


No trecho “É difícil, talvez impossível, dizer que um século é mais violento que outro” (linha 18), a supressão da palavra sublinhada provocaria o seguinte efeito argumentativo no texto:
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Q746674 Português
É ideia defendida no texto:
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Q746537 Português
Em relação ao modo como o texto está semanticamente organizado, verifica-se que a última frase de cada parágrafo exerce, em relação a ele, a função de
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Q742244 Português
No trecho “o amor não é mero sentimento, mas algo permanente” (linha 11), o uso da conjunção “mas” evidencia a ideia de que, no texto, “mero sentimento” e “permanente”
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Q742241 Português
Ao usar a expressão “objeto inteligível” (linha 50), o autor está indicando, por meio do uso do adjetivo, que o objeto a que se refere é
Alternativas
Q741773 Português

Leia o texto a seguir e responda a questão.


No trecho “dois gaiatos (expressão tipicamente carioca)” (linhas 2-3), a informação que está entre parênteses exemplifica a seguinte função da linguagem:
Alternativas
Respostas
14381: C
14382: A
14383: E
14384: C
14385: D
14386: C
14387: X
14388: X
14389: B
14390: E
14391: D
14392: A
14393: D
14394: D
14395: B
14396: C
14397: C
14398: A
14399: D
14400: B