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No trecho “Imagine a leitora que está em 1813, na igreja do Carmo, ouvindo uma daquelas boas festas antigas, que eram todo o recreio público e toda a arte musical” (L.1-3), o termo “que” desempenha a mesma função sintática em suas duas ocorrências.
O termo “sequer” (L.9) poderia ser substituído por apenas sem prejuízo semântico ao período em que ocorre.
No fragmento “Não lhe chamo a atenção para os padres e os sacristães, nem para o sermão” (L.5-6), todos os substantivos terminados em ditongos nasais apresentam as mesmas possibilidades de formação de plural.
O pronome “lhe” (L.5) está empregado em referência a “Romão Pires” (L.13).
No texto, a forma verbal “terá” (L.13) indica uma ação a ser praticada em tempo futuro.
Depreende-se do texto que, àquela época, a regência de uma missa era comparável a uma apresentação artística anos depois.
O texto acima caracteriza-se, predominantemente, como narrativo, ainda que se identifiquem nele trechos descritivos.
A palavra “remotos” (L.5) poderia ser substituída por animados sem prejuízo ao sentido original e à correção gramatical do texto.
Em razão de serem expedidos exclusivamente por ministros de Estado, os avisos dispensam a menção ao cargo do signatário.
O fecho Respeitosamente é adequado a avisos e inadequado a memorandos.
No ofício, devem constar o nome e o cargo da pessoa a quem se dirige a comunicação, bem como o endereço do destinatário
A clareza, que diz respeito à compreensão imediata do texto pelo leitor, é prejudicada pela ambiguidade e é conferida ao texto mediante fatores como uso do padrão culto da língua, padronização e concisão
Na mensagem, diferentemente do ofício, prescinde-se da identificação do signatário e registra-se a data após o texto da comunicação.
A oração “que após algum tempo eram vendidos ao aparecer comprador” (l.15-16) tem natureza explicativa.
O emprego da forma verbal “devesse” (l.13) no subjuntivo justifica-se pelo sentido hipotético da primeira oração do período.
O trecho “Tratava-se da área de maior concentração de escravos nos sertões, a ponto de existirem quadrinhas abordando esse estranho recorde” (l.7-9) pode ser reescrito, sem prejuízo do sentido original do texto e da correção gramatical, da seguinte forma: Tratavam-se de escravos concentrados, majoritariamente, na área dos sertões, a ponto de haverem quadrinhas abordando esse estranho recorde.
A forma verbal “Conta-se” (l.26) poderia estar flexionada no plural, sem prejuízo da correção gramatical do texto, em concordância com “as marcas de sangue da negra” (l.26-27), dada a presença do pronome apassivador
Na linha 25, estaria mantida a correção gramatical do texto caso o pronome “lhes” fosse deslocado para antes da forma verbal “ateou”.
A oração iniciada com “embora” (l.19) exprime ideia de oposição em relação ao fato expresso na oração anterior.
Nesse texto, de cunho informativo, predomina o tipo narrativo.
