Questões Militares Para letras

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Q1780350 Português
Assinale a alternativa que não contribui para a compreensão do desfecho do conto “Tigrela”.
Alternativas
Q1780349 Português

Em “Teoria do medalhão”, por que o pai recomenda ao filho que use a chalaça e despreze a ironia?


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1780348 Português
Assinale a alternativa que não apresenta um trecho que contribui para o entendimento do desfecho de “As Formigas”.
Alternativas
Q1780347 Português
Assinale a alternativa que caracteriza corretamente a narradora protagonista de “Senhor Diretor”.
Alternativas
Q1780346 Português
Acerca da vida social brasileira no período joanino, é possível afirmar que o livro de Manuel Antônio de Almeida:
Alternativas
Q1780345 Português

No capítulo “Caldo entornado”, de Memórias de um sargento de milícias, lê-se: “Entretanto o zelo da comadre pôs-se em atividade, e poucos dias depois entrou ela muito contente, e veio participar ao Leonardo que lhe tinha achado um excelente arranjo que o habilitava, segundo pensava, a um grande futuro, e o punha perfeitamente a coberto das iras do Vidigal; era o arranjo de servidor na ucharia* real. Deixando de parte o substantivo ucharia, e atendendo só ao adjetivo real, todos os interessados e o próprio Leonardo regalaram os olhos com o achado da comadre.”


Acerca de Memórias de um sargento de milícias, é correto afirmar que: 

Alternativas
Q1780344 Português
Embora declare que “qualquer que seja a profissão da tua escolha, o meu desejo é que te faças grande e ilustre, ou pelo menos notável, que te levantes acima da obscuridade comum”, o pai de Janjão também ordena ao filho: “proíbo-te que chegues a outras conclusões que não sejam as já achadas por outros.” Por que o pai não considera essas orientações como mutuamente contraditórias? Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1780343 Português
Em relação ao narrador de Memórias de um sargento de milícias, é possível afirmar que:
Alternativas
Q1778266 Português
    Eu chamo-me Teodoro – e fui amanuense do Ministério do Reino.
    Nesse tempo vivia eu _______ Travessa da Conceição, no 106, na casa de hóspedes da D. Augusta, _______  esplêndida D. Augusta, viúva do major Marques. Tinha dois companheiros: o Cabrita, empregado na Administração do Bairro Central, esguio e amarelo como uma tocha de enterro; e o possante, o exuberante tenente Couceiro, grande tocador de viola francesa.
    A minha existência era bem equilibrada e suave. Toda semana, _______ de manga de lustrina1 _______ carteira da minha repartição, ia lançando, numa formosa letra cursiva, sobre o papel Tojal do Estado, estas frases fáceis: “Ilmo. e Exmo. Sr. – Tenho a honra de comunicar _______ V.Ex.a … Tenho a honra de passar _______ mãos de V.Ex.a , Ilmo. e Exmo. Sr…”

(Eça de Queirós. O mandarim)

1Tecido de algodão, seda ou lã, tratado para ter uma aparência lustrosa e inflexível.
Observe as passagens:
•  … esplêndida D. Augusta, viúva do major Marques. (2° parágrafo) •  … ia lançando, numa formosa letra cursiva, sobre o papel Tojal do Estado, estas frases fáceis… (3° parágrafo)
Emprega-se a vírgula para separar as passagens destacadas, que funcionam no período, respectivamente, como:
Alternativas
Q1778265 Português
    Eu chamo-me Teodoro – e fui amanuense do Ministério do Reino.
    Nesse tempo vivia eu _______ Travessa da Conceição, no 106, na casa de hóspedes da D. Augusta, _______  esplêndida D. Augusta, viúva do major Marques. Tinha dois companheiros: o Cabrita, empregado na Administração do Bairro Central, esguio e amarelo como uma tocha de enterro; e o possante, o exuberante tenente Couceiro, grande tocador de viola francesa.
    A minha existência era bem equilibrada e suave. Toda semana, _______ de manga de lustrina1 _______ carteira da minha repartição, ia lançando, numa formosa letra cursiva, sobre o papel Tojal do Estado, estas frases fáceis: “Ilmo. e Exmo. Sr. – Tenho a honra de comunicar _______ V.Ex.a … Tenho a honra de passar _______ mãos de V.Ex.a , Ilmo. e Exmo. Sr…”

(Eça de Queirós. O mandarim)

1Tecido de algodão, seda ou lã, tratado para ter uma aparência lustrosa e inflexível.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q1778263 Português
Entrega em domicílio

    Não sei quando será, mas não deve demorar. O lugar? Qualquer grande cidade brasileira. Noite. É cedo, mas não se veem carros nas ruas nem gente nas calçadas. Só o que se vê são motociclistas. Suas motocicletas têm caixas atrás, para carregar os pedidos. São entregadores. Motoboys. Teleboys. Eles se cruzam nas ruas vazias, em disparada. Como os carros não saem mais à noite, e os motociclistas não os respeitam mesmo, os faróis semafóricos não funcionam. O amarelo fica piscando a noite inteira, e nos cruzamentos a preferência é dos entregadores mais corajosos. Há várias batidas e pelo menos um morto por noite. Mas o número de motociclistas nas ruas não para de crescer.
    A população não sai mais de casa. Tudo é pedido pelo telefone. Os restaurantes despediram seus garçons e trocaram por motoboys. Telegarçons. Se você quiser um jantar fino à luz de velas, com vários pratos, sobremesa e vinho, existem serviços de entrega para tudo. Um entrega os pratos finos. Outro a sobremesa. Outro os vinhos. Outro a toalha de linho, os talheres e as flores. E já há um de televelas.
    Como as pessoas não saem à noite e ninguém mais vai jantar na casa de ninguém, há uma cooperativa que se prontifica a mandar os próprios teleboys como convidados a jantares finos. A Telenós. Você especifica o tipo de conversa que quer à mesa – mais ou menos intelectual, divertida, política, variada etc. – e na hora marcada chegam os telecomensais, no número e com o traje que você quiser. Eles comem, conversam, elogiam os anfitriões e vão embora ou, por um adicional, limpam a cozinha.
    Os motoboys dominam a noite e desenvolveram uma cultura própria. Têm seu folclore, seus mitos, seus heróis.
    Não sei quando será, mas não deve demorar.

(Luis Fernando Veríssimo [org. Adriana Falcão e Isabel Falcão],
“Entrega em domicílio”. Ironias do tempo, 2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância nominal.
Alternativas
Q1778258 Português
Tudo, menos uma estrela

    O velho jazz está sendo ceifado pela Covid-19. Depois do pianista Ellis Marsalis e do guitarrista Bucky Pizzarelli, foi a vez, na semana passada, do saxofonista Lee Konitz, ainda na ativa aos 92 anos. Os jornais deram a sua morte não por ter sido um grande músico, mas por “ter tocado com Miles Davis”, nos discos de um revolucionário noneto1 que, em 1949-50, lançou o cool jazz2 . Era um estilo com raízes na big band3 de Claude Thornhill, de onde tinham saído, além de Lee, o sax-barítono Gerry Mulligan e o arranjador Gil Evans, todos no noneto. Mas só Miles levou a fama.
    Lee foi dos poucos sax-altos nascidos no bebop4 que não tentaram copiar Charlie Parker. Suas frases longas e sem vibrato eram a antítese de Parker. E, desde então, sempre esteve na contramão do jazz, gravando discos em que tocava sozinho, ou com um trio sem piano ou com uma orquestra de 90 figuras.
    Ele era tudo, menos uma estrela do jazz. Nunca teve agente ou assessor de imprensa e, ao morrer, devia ser o único músico do mundo sem email. O incrível é que, avesso a qualquer carreira comercial, tenha gravado tanto. Levantei sua discografia e, de 1949 a 2018, contei 95 álbuns como líder. Somando-se os de que só participou, são mais setenta.

(Ruy Castro, “Tudo, menos uma estrela”. Folha de S.Paulo,
27.04.2020. Adaptado)

1 Conjunto formado por nove músicos.
2 Estilo que se caracteriza por ser, na maioria das vezes, uma música mais lenta e mais melancólica. Há mais espaços na música, ela é mais estendida, e menos notas são tocadas.
3 Indica um grande grupo instrumental associado ao jazz. Constitui-se, basicamente, de 12 a 25 músicos e contém primordialmente 4 tipos de instrumentos.
4 Representa uma das correntes mais influentes do jazz. Seu nome provém da onomatopeia feita ao imitar o som de martelos que batiam no metal na construção das ferrovias americanas, gerando uma “melodia” cheia de pequenas notas.
Na frase que encerra o primeiro parágrafo – Mas só Miles levou a fama. –, a conjunção destacada
Alternativas
Q1778255 Português
Tudo, menos uma estrela

    O velho jazz está sendo ceifado pela Covid-19. Depois do pianista Ellis Marsalis e do guitarrista Bucky Pizzarelli, foi a vez, na semana passada, do saxofonista Lee Konitz, ainda na ativa aos 92 anos. Os jornais deram a sua morte não por ter sido um grande músico, mas por “ter tocado com Miles Davis”, nos discos de um revolucionário noneto1 que, em 1949-50, lançou o cool jazz2 . Era um estilo com raízes na big band3 de Claude Thornhill, de onde tinham saído, além de Lee, o sax-barítono Gerry Mulligan e o arranjador Gil Evans, todos no noneto. Mas só Miles levou a fama.
    Lee foi dos poucos sax-altos nascidos no bebop4 que não tentaram copiar Charlie Parker. Suas frases longas e sem vibrato eram a antítese de Parker. E, desde então, sempre esteve na contramão do jazz, gravando discos em que tocava sozinho, ou com um trio sem piano ou com uma orquestra de 90 figuras.
    Ele era tudo, menos uma estrela do jazz. Nunca teve agente ou assessor de imprensa e, ao morrer, devia ser o único músico do mundo sem email. O incrível é que, avesso a qualquer carreira comercial, tenha gravado tanto. Levantei sua discografia e, de 1949 a 2018, contei 95 álbuns como líder. Somando-se os de que só participou, são mais setenta.

(Ruy Castro, “Tudo, menos uma estrela”. Folha de S.Paulo,
27.04.2020. Adaptado)

1 Conjunto formado por nove músicos.
2 Estilo que se caracteriza por ser, na maioria das vezes, uma música mais lenta e mais melancólica. Há mais espaços na música, ela é mais estendida, e menos notas são tocadas.
3 Indica um grande grupo instrumental associado ao jazz. Constitui-se, basicamente, de 12 a 25 músicos e contém primordialmente 4 tipos de instrumentos.
4 Representa uma das correntes mais influentes do jazz. Seu nome provém da onomatopeia feita ao imitar o som de martelos que batiam no metal na construção das ferrovias americanas, gerando uma “melodia” cheia de pequenas notas.
As informações do texto permitem concluir que Lee Konitz
Alternativas
Q1778252 Português

Leia a tira para responder à questão.


(M. Schulz, “Minduim Charles”. Em: https://cultura.estadao.com.br/

quadrinhos, 09.07.2020)

As informações verbais e não verbais do último quadrinho sugerem que o personagem
Alternativas
Q1778250 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas conforme a ortografia oficial.
Alternativas
Q1778244 Português

Leia a tira para responder à questão.


(Mauricio de Sousa. Turma da Mônica. http://turmadamonica.uol.com.br/ donasdarua/hqs.php. Acesso em 08.07.2020)

Considerando as “formas de introdução de referentes no modelo textual”, conforme Koch e Elias (2011, p.127- 135), há, na sequência do primeiro para o segundo quadrinho, um processo de progressão referencial que se identifica como um uso de
Alternativas
Q1778243 Português

Leia a tira para responder à questão.


(Mauricio de Sousa. Turma da Mônica. http://turmadamonica.uol.com.br/ donasdarua/hqs.php. Acesso em 08.07.2020)

Na relação entre Mônica e Cebolinha, o segundo quadrinho apresenta um
Alternativas
Q1778242 Português

Para a questão, considere a tirinha “Mocoronga vírus”. 



(https://nanquim.com.br/category/tirinhas/. Acesso em 08.07.2020)

Segundo Travaglia (In: Marquesi, Pauliukonis e Elias, 2017, p. 75), “O cruzamento ou fusão ocorre quando dois ou mais tipos de textos de tipologias diferentes ocupam o mesmo espaço textual”.
Desse modo, é correto dizer que a composição da tirinha, além de imagens visuais, faz-se, predominantemente, por um cruzamento de tipos
Alternativas
Q1778237 Português

Veja: Os professores sairão mais valorizados desta pandemia?


Alexandre Schneider: Será importante a retomada do respeito pela profissão, da autoridade do professor em sala de aula. Obviamente, quando os pais participam, a escola fica melhor. Mas a participação deles tem de ser na melhora no coletivo. Entretanto muitos atravessam a fronteira e entendem que eles têm de dizer como o professor deve exercer o seu ofício. Ou, mais grave, entendem que o professor não tem o direito de chamar a atenção de um estudante. Talvez este seja um bom momento de reflexão. Estamos vendo com os nossos filhos como é difícil colocá-los na frente de um computador ou de um tablet para as tarefas escolares.


(Alexandre Schneider. Enem deveria ser transferido para o meio do ano que

vem. Veja São Paulo, 8 de julho de 2020, p.15. Adaptado)

É correto dizer que Schneider propõe que os pais
Alternativas
Q1778086 Inglês
   Leia os dois parágrafos a seguir para responder à questão.


   An international student who majors in engineering drops by the engineering department office and asks the secretary, “Can you tell me where the English department is?” The secretary smiles and responds, “I don’t know, actually. It’s probably somewhere in the Humanities Building. Do you have a campus map?” The student turns around and leaves. The secretary is taken aback and feels slightly uncomfortable. She wonders why the student left so abruptly.
    (...)
    People who interact with ESL students have commented that some seem to express gratitude excessively for small considerations, even to the point of embarrassing the person they are speaking. Others seem downright rude because they do not say thank you when they are expected to.

(Celce-Murcia, M. 2001.)
Harmer, J. (2007) e Celce-Murcia, M. (2001) descrevem diferentes tipos de testes, cada qual com seus objetivos. Um “achievement test”, por exemplo, será capaz de verificar
Alternativas
Respostas
4961: E
4962: A
4963: C
4964: E
4965: C
4966: D
4967: B
4968: D
4969: D
4970: B
4971: C
4972: E
4973: E
4974: E
4975: D
4976: B
4977: E
4978: C
4979: C
4980: E