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ESTUDAR A ÉTICA
“Ética a gente traz do berço.”
Você já deve ter ouvido essas palavras mais de uma vez. Elas não são exatamente falsas, mas são parciais e, por isso, enganosas e traiçoeiras. Até certo ponto, não resta a menor dúvida, parte dos valores e princípios éticos que trazemos conosco vem, mesmo, do que se chama berço. Aliás, de onde mais poderia vir? Ocorre que essa carga moral que trazemos da nossa formação familiar dá conta apenas de uma parte dos padrões de conduta que seguiremos ao longo da vida. Se dependesse do berço de cada um, nenhum brasileiro teria conhecido os valores republicanos – e ainda estaríamos no regime da colônia. Esses valores republicanos, que incidem sobre a ética individual de muitos de nós, foram aprendidos, sem nenhuma ofensa ao berço de cada um, na escola.
E na escola eles não foram recebidos como pacotes fechados, prontos, acabados. Ao contrário, foram e são assimilados como parâmetros em mutação, passíveis de sucessivas renovações. De um lado, os mitos gregos; de outro lado, a sabedoria mitológica de ancestralidades africanas. De um lado, os pais da democracia norte-americana; de outro, a miscigenação brasileira, os índios e suas lendas. De um lado Portugal; de outro, o Brasil, país que segue – ainda bem – se reinventando. Ir à escola estudar filosofia e ética supõe a capacidade de reescrever os conhecimentos que lá se encontram. É um processo que não tem ponto de chegada e que nos abre muitas portas ao mesmo tempo.
Guia do estudante & Atualidades Vestibular 2009.
ESTUDAR A ÉTICA
“Ética a gente traz do berço.”
Você já deve ter ouvido essas palavras mais de uma vez. Elas não são exatamente falsas, mas são parciais e, por isso, enganosas e traiçoeiras. Até certo ponto, não resta a menor dúvida, parte dos valores e princípios éticos que trazemos conosco vem, mesmo, do que se chama berço. Aliás, de onde mais poderia vir? Ocorre que essa carga moral que trazemos da nossa formação familiar dá conta apenas de uma parte dos padrões de conduta que seguiremos ao longo da vida. Se dependesse do berço de cada um, nenhum brasileiro teria conhecido os valores republicanos – e ainda estaríamos no regime da colônia. Esses valores republicanos, que incidem sobre a ética individual de muitos de nós, foram aprendidos, sem nenhuma ofensa ao berço de cada um, na escola.
E na escola eles não foram recebidos como pacotes fechados, prontos, acabados. Ao contrário, foram e são assimilados como parâmetros em mutação, passíveis de sucessivas renovações. De um lado, os mitos gregos; de outro lado, a sabedoria mitológica de ancestralidades africanas. De um lado, os pais da democracia norte-americana; de outro, a miscigenação brasileira, os índios e suas lendas. De um lado Portugal; de outro, o Brasil, país que segue – ainda bem – se reinventando. Ir à escola estudar filosofia e ética supõe a capacidade de reescrever os conhecimentos que lá se encontram. É um processo que não tem ponto de chegada e que nos abre muitas portas ao mesmo tempo.
Guia do estudante & Atualidades Vestibular 2009.
ESTUDAR A ÉTICA
“Ética a gente traz do berço.”
Você já deve ter ouvido essas palavras mais de uma vez. Elas não são exatamente falsas, mas são parciais e, por isso, enganosas e traiçoeiras. Até certo ponto, não resta a menor dúvida, parte dos valores e princípios éticos que trazemos conosco vem, mesmo, do que se chama berço. Aliás, de onde mais poderia vir? Ocorre que essa carga moral que trazemos da nossa formação familiar dá conta apenas de uma parte dos padrões de conduta que seguiremos ao longo da vida. Se dependesse do berço de cada um, nenhum brasileiro teria conhecido os valores republicanos – e ainda estaríamos no regime da colônia. Esses valores republicanos, que incidem sobre a ética individual de muitos de nós, foram aprendidos, sem nenhuma ofensa ao berço de cada um, na escola.
E na escola eles não foram recebidos como pacotes fechados, prontos, acabados. Ao contrário, foram e são assimilados como parâmetros em mutação, passíveis de sucessivas renovações. De um lado, os mitos gregos; de outro lado, a sabedoria mitológica de ancestralidades africanas. De um lado, os pais da democracia norte-americana; de outro, a miscigenação brasileira, os índios e suas lendas. De um lado Portugal; de outro, o Brasil, país que segue – ainda bem – se reinventando. Ir à escola estudar filosofia e ética supõe a capacidade de reescrever os conhecimentos que lá se encontram. É um processo que não tem ponto de chegada e que nos abre muitas portas ao mesmo tempo.
Guia do estudante & Atualidades Vestibular 2009.
ESTUDAR A ÉTICA
“Ética a gente traz do berço.”
Você já deve ter ouvido essas palavras mais de uma vez. Elas não são exatamente falsas, mas são parciais e, por isso, enganosas e traiçoeiras. Até certo ponto, não resta a menor dúvida, parte dos valores e princípios éticos que trazemos conosco vem, mesmo, do que se chama berço. Aliás, de onde mais poderia vir? Ocorre que essa carga moral que trazemos da nossa formação familiar dá conta apenas de uma parte dos padrões de conduta que seguiremos ao longo da vida. Se dependesse do berço de cada um, nenhum brasileiro teria conhecido os valores republicanos – e ainda estaríamos no regime da colônia. Esses valores republicanos, que incidem sobre a ética individual de muitos de nós, foram aprendidos, sem nenhuma ofensa ao berço de cada um, na escola.
E na escola eles não foram recebidos como pacotes fechados, prontos, acabados. Ao contrário, foram e são assimilados como parâmetros em mutação, passíveis de sucessivas renovações. De um lado, os mitos gregos; de outro lado, a sabedoria mitológica de ancestralidades africanas. De um lado, os pais da democracia norte-americana; de outro, a miscigenação brasileira, os índios e suas lendas. De um lado Portugal; de outro, o Brasil, país que segue – ainda bem – se reinventando. Ir à escola estudar filosofia e ética supõe a capacidade de reescrever os conhecimentos que lá se encontram. É um processo que não tem ponto de chegada e que nos abre muitas portas ao mesmo tempo.
Guia do estudante & Atualidades Vestibular 2009.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna da assertiva abaixo.
“___________ é uma pastilha de semicondutor (por exemplo, silício) onde se monta um circuito integrado.”
Considerando as modalidades de computadores e os sistemas de aferição, relacione-os com as afirmativas abaixo, depois assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta.
1) Computador digital.
2) Sistema analógico.
3) Computador analógico.
4) Sistema digital.
( ) Representa variáveis por meio de analogias físicas. Resolve problemas referentes a condições físicas, por meio de quantidades mecânicas ou elétricas, utilizando circuitos equivalentes como analogia ao fenômeno físico que está sendo tratado.
( ) Converte-se a manifestação do fenômeno que se quer aferir, em algum tipo de sinalização visual que se comporte analogamente.
( ) O estado é medido com determinada freqüência, e os resultados são sempre traduzidos por dígitos.
( ) Processa informações representadas por combinações de
dados discretos ou descontínuos.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas da assertiva abaixo.
“_____________ é um conjunto estruturado de ____________, transmitindo conhecimento.”
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do texto abaixo.
Um processador _____________ reduz o conjunto de instruções ao mínimo indispensável: as instruções não compiladas são executadas como combinações das existentes, enquanto que um processador ___________ reconhece mais de uma centena de instruções: graças a isso pode executar, de modo direto, a maioria das operações programadas pelos modernos softwares, inclusive em nível de linguagem Assembly, ou seja, programas escritos em linguagem próximas ao trabalho da máquina, passo a passo.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso), a seguir marque a alternativa que apresenta a seqüência correta.
( ) Mainframe é um computador de grande porte, com memória principal da ordem de várias dezenas de megabytes, cuja operação é entregue à equipe de profissionais especializados. Possui, via de regra, complexa estrutura de dispositivos periféricos.
( ) Minicomputador é o equipamento de computação eletrônica de menor porte, podendo-se apresentar em versões destinadas a aplicações pessoais ou a várias atividades nas empresas.
( ) Supercomputador é um computador de porte e rapidez bem superior aos mainframes, de aplicações específicas em laboratórios e centros de pesquisas.
( ) Microcomputador é um equipamento orientado para atividades comparáveis às dos mainframes, mas em grau de complexidade menor.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna da assertiva abaixo.
“________ é um caracter que não pode ser utilizado para nomear uma pasta no Windows XP.”
Considerando os principais constituintes de um microcomputador, relacione-os com as afirmativas abaixo, depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
1. Clock.
2. Barramento.
3. Microprocessador.
4. Memórias internas.
( ) Circuito oscilador que tem a função de sincronizar e ditar a medida de velocidade de transferência de dados entre duas partes essenciais de um processamento.
( ) Via de tráfego interna, através da qual os sinais transitam entre os diversos componentes do computador.
( ) Circuito integrado capaz de executar instruções através de funções de programas de usuários.
( ) São de dois tipos básicos: RAM e ROM.
Um controlador de tráfego aéreo, com o objetivo de ter
uma maneira de converter valores de temperatura em graus
Celsius (tc) para graus Fahrenheit (tf), monta um gráfico que
relaciona as duas unidades. Sabendo que são relacionadas pela
expressão
. Das alternativas abaixo, assinale a que
representa corretamente essa expressão.