Questões Militares Para aluno do colégio militar (ef)

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Q1327765 Português


BLECAUTE

    “Sabia que a luz elétrica, no Brasil, existe apenas de uns 100 anos pra cá?” Essa foi a pergunta que meu professor de violão clássico me fez no meio de um blecaute demorado – culpa de um gerador queimado por algum raio – que fez com que a aula tomasse outro andamento, totalmente improvisado, mas não menos proveitoso.

    Não. Eu nunca tinha pensado nisso. Assim como as crianças do século XXI não sabem o que é viver sem computador, eu também já nasci dependendo da luz elétrica para tudo o que faço. Não me imagino sem o banho quentinho, o refrigerante gelado, o computador, o abajur e tantos outros vícios de conforto que nem percebemos que só existem por causa da eletricidade.

    É certo que, em tempos de racionamento, lembramos o tempo todo de reduzir seu consumo, mas, ficar totalmente sem ela, jamais. Duvido que algum torcedor fanático deixe de acompanhar o Brasileirão no rádio ou na televisão. Duvido também que no friozinho matinal alguém se atreva a tomar um banho gelado. E eu, confesso, não deixo de ligar meu secador de cabelo nem de usar a internet, e me recuso a sair com a roupa amarrotada... A energia elétrica, realmente, é essencial.

    Mas, além dos benefícios da luz, a pergunta do meu professor me fez pensar em como as pessoas de 100 anos atrás viviam. Aposto que o que parece impossível para nós elas tiravam de letra. A paciência e o tempo eram muito maiores. E o romantismo também.

    Para se mandar uma carta, era preciso escrever à mão, levar ao correio, esperar, esperar, esperar até o destinatário receber, resolver responder, ir ao correio, esperar outro tanto e, aí sim, descobrir o que ele pensou do que você quis dizer. Hoje em dia, o assunto já estaria ultrapassado depois de toda essa espera. E a falta de paciência e o excesso de ansiedade não mais permitem esse luxo. Agora tudo é feito por e-mail, e, assim que ele é enviado, já queremos receber a resposta.

    Para se enxergar à noite, era necessário usar velas e lampiões. As pessoas se recolhiam mais cedo, conversavam mais e passeavam sob a luz da lua, sem medo da violência, que deve ter nascido na mesma época da eletricidade.

    Para se ouvir música, só se fosse ao vivo. Serenatas, saraus, bandas na praça...Talvez por isso as pessoas de antigamente tinham mais aptidão musical. Desde cedo eram incentivadas a “fabricar a música”, ao contrário de hoje, em que já a encontramos pronta em qualquer estação de rádio.

    Tudo é costume. Até alguns anos atrás, eu vivia perfeitamente sem computador e celular. Agora, se passo um dia sem, me sinto assim. As pessoas começaram a usar e se esqueceram da tranquilidade de uma noite realmente escura.

    Quando a luz finalmente voltou, minha aula já tinha acabado. Reacostumar com a claridade foi bem mais difícil do que me adaptar à falta dela. Os olhos arderam, as pessoas deixaram de ser espontâneas, o romantismo das velas sumiu.

    Talvez esses 100 anos de claridade noturna não tenham sido tão pouco assim, já que foram suficientes para esquecermos o bem que a ausência dela faz. O melhor é usar a desculpa do racionamento, apagar todas as luzes e mudar o andamento da vida, antes que um clarão mais forte ofusque, irreversivelmente, a nossa visão. E nos faça esquecer que o improviso de uma vela pode iluminar bem mais...

(PIMENTA, Paula. Apaixonada por palavras. Belo Horizonte: Ed. Gutenberg, 2015.)

Marque a alternativa que contenha uma opinião da narradora.
Alternativas
Q1327764 Português


BLECAUTE

    “Sabia que a luz elétrica, no Brasil, existe apenas de uns 100 anos pra cá?” Essa foi a pergunta que meu professor de violão clássico me fez no meio de um blecaute demorado – culpa de um gerador queimado por algum raio – que fez com que a aula tomasse outro andamento, totalmente improvisado, mas não menos proveitoso.

    Não. Eu nunca tinha pensado nisso. Assim como as crianças do século XXI não sabem o que é viver sem computador, eu também já nasci dependendo da luz elétrica para tudo o que faço. Não me imagino sem o banho quentinho, o refrigerante gelado, o computador, o abajur e tantos outros vícios de conforto que nem percebemos que só existem por causa da eletricidade.

    É certo que, em tempos de racionamento, lembramos o tempo todo de reduzir seu consumo, mas, ficar totalmente sem ela, jamais. Duvido que algum torcedor fanático deixe de acompanhar o Brasileirão no rádio ou na televisão. Duvido também que no friozinho matinal alguém se atreva a tomar um banho gelado. E eu, confesso, não deixo de ligar meu secador de cabelo nem de usar a internet, e me recuso a sair com a roupa amarrotada... A energia elétrica, realmente, é essencial.

    Mas, além dos benefícios da luz, a pergunta do meu professor me fez pensar em como as pessoas de 100 anos atrás viviam. Aposto que o que parece impossível para nós elas tiravam de letra. A paciência e o tempo eram muito maiores. E o romantismo também.

    Para se mandar uma carta, era preciso escrever à mão, levar ao correio, esperar, esperar, esperar até o destinatário receber, resolver responder, ir ao correio, esperar outro tanto e, aí sim, descobrir o que ele pensou do que você quis dizer. Hoje em dia, o assunto já estaria ultrapassado depois de toda essa espera. E a falta de paciência e o excesso de ansiedade não mais permitem esse luxo. Agora tudo é feito por e-mail, e, assim que ele é enviado, já queremos receber a resposta.

    Para se enxergar à noite, era necessário usar velas e lampiões. As pessoas se recolhiam mais cedo, conversavam mais e passeavam sob a luz da lua, sem medo da violência, que deve ter nascido na mesma época da eletricidade.

    Para se ouvir música, só se fosse ao vivo. Serenatas, saraus, bandas na praça...Talvez por isso as pessoas de antigamente tinham mais aptidão musical. Desde cedo eram incentivadas a “fabricar a música”, ao contrário de hoje, em que já a encontramos pronta em qualquer estação de rádio.

    Tudo é costume. Até alguns anos atrás, eu vivia perfeitamente sem computador e celular. Agora, se passo um dia sem, me sinto assim. As pessoas começaram a usar e se esqueceram da tranquilidade de uma noite realmente escura.

    Quando a luz finalmente voltou, minha aula já tinha acabado. Reacostumar com a claridade foi bem mais difícil do que me adaptar à falta dela. Os olhos arderam, as pessoas deixaram de ser espontâneas, o romantismo das velas sumiu.

    Talvez esses 100 anos de claridade noturna não tenham sido tão pouco assim, já que foram suficientes para esquecermos o bem que a ausência dela faz. O melhor é usar a desculpa do racionamento, apagar todas as luzes e mudar o andamento da vida, antes que um clarão mais forte ofusque, irreversivelmente, a nossa visão. E nos faça esquecer que o improviso de uma vela pode iluminar bem mais...

(PIMENTA, Paula. Apaixonada por palavras. Belo Horizonte: Ed. Gutenberg, 2015.)

Do que diz a autora do texto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1327763 Português


BLECAUTE

    “Sabia que a luz elétrica, no Brasil, existe apenas de uns 100 anos pra cá?” Essa foi a pergunta que meu professor de violão clássico me fez no meio de um blecaute demorado – culpa de um gerador queimado por algum raio – que fez com que a aula tomasse outro andamento, totalmente improvisado, mas não menos proveitoso.

    Não. Eu nunca tinha pensado nisso. Assim como as crianças do século XXI não sabem o que é viver sem computador, eu também já nasci dependendo da luz elétrica para tudo o que faço. Não me imagino sem o banho quentinho, o refrigerante gelado, o computador, o abajur e tantos outros vícios de conforto que nem percebemos que só existem por causa da eletricidade.

    É certo que, em tempos de racionamento, lembramos o tempo todo de reduzir seu consumo, mas, ficar totalmente sem ela, jamais. Duvido que algum torcedor fanático deixe de acompanhar o Brasileirão no rádio ou na televisão. Duvido também que no friozinho matinal alguém se atreva a tomar um banho gelado. E eu, confesso, não deixo de ligar meu secador de cabelo nem de usar a internet, e me recuso a sair com a roupa amarrotada... A energia elétrica, realmente, é essencial.

    Mas, além dos benefícios da luz, a pergunta do meu professor me fez pensar em como as pessoas de 100 anos atrás viviam. Aposto que o que parece impossível para nós elas tiravam de letra. A paciência e o tempo eram muito maiores. E o romantismo também.

    Para se mandar uma carta, era preciso escrever à mão, levar ao correio, esperar, esperar, esperar até o destinatário receber, resolver responder, ir ao correio, esperar outro tanto e, aí sim, descobrir o que ele pensou do que você quis dizer. Hoje em dia, o assunto já estaria ultrapassado depois de toda essa espera. E a falta de paciência e o excesso de ansiedade não mais permitem esse luxo. Agora tudo é feito por e-mail, e, assim que ele é enviado, já queremos receber a resposta.

    Para se enxergar à noite, era necessário usar velas e lampiões. As pessoas se recolhiam mais cedo, conversavam mais e passeavam sob a luz da lua, sem medo da violência, que deve ter nascido na mesma época da eletricidade.

    Para se ouvir música, só se fosse ao vivo. Serenatas, saraus, bandas na praça...Talvez por isso as pessoas de antigamente tinham mais aptidão musical. Desde cedo eram incentivadas a “fabricar a música”, ao contrário de hoje, em que já a encontramos pronta em qualquer estação de rádio.

    Tudo é costume. Até alguns anos atrás, eu vivia perfeitamente sem computador e celular. Agora, se passo um dia sem, me sinto assim. As pessoas começaram a usar e se esqueceram da tranquilidade de uma noite realmente escura.

    Quando a luz finalmente voltou, minha aula já tinha acabado. Reacostumar com a claridade foi bem mais difícil do que me adaptar à falta dela. Os olhos arderam, as pessoas deixaram de ser espontâneas, o romantismo das velas sumiu.

    Talvez esses 100 anos de claridade noturna não tenham sido tão pouco assim, já que foram suficientes para esquecermos o bem que a ausência dela faz. O melhor é usar a desculpa do racionamento, apagar todas as luzes e mudar o andamento da vida, antes que um clarão mais forte ofusque, irreversivelmente, a nossa visão. E nos faça esquecer que o improviso de uma vela pode iluminar bem mais...

(PIMENTA, Paula. Apaixonada por palavras. Belo Horizonte: Ed. Gutenberg, 2015.)

As alternativas abaixo apresentam trechos que assinalam a presença da narradora-personagem, EXCETO em:
Alternativas
Q1327762 Português


BLECAUTE

    “Sabia que a luz elétrica, no Brasil, existe apenas de uns 100 anos pra cá?” Essa foi a pergunta que meu professor de violão clássico me fez no meio de um blecaute demorado – culpa de um gerador queimado por algum raio – que fez com que a aula tomasse outro andamento, totalmente improvisado, mas não menos proveitoso.

    Não. Eu nunca tinha pensado nisso. Assim como as crianças do século XXI não sabem o que é viver sem computador, eu também já nasci dependendo da luz elétrica para tudo o que faço. Não me imagino sem o banho quentinho, o refrigerante gelado, o computador, o abajur e tantos outros vícios de conforto que nem percebemos que só existem por causa da eletricidade.

    É certo que, em tempos de racionamento, lembramos o tempo todo de reduzir seu consumo, mas, ficar totalmente sem ela, jamais. Duvido que algum torcedor fanático deixe de acompanhar o Brasileirão no rádio ou na televisão. Duvido também que no friozinho matinal alguém se atreva a tomar um banho gelado. E eu, confesso, não deixo de ligar meu secador de cabelo nem de usar a internet, e me recuso a sair com a roupa amarrotada... A energia elétrica, realmente, é essencial.

    Mas, além dos benefícios da luz, a pergunta do meu professor me fez pensar em como as pessoas de 100 anos atrás viviam. Aposto que o que parece impossível para nós elas tiravam de letra. A paciência e o tempo eram muito maiores. E o romantismo também.

    Para se mandar uma carta, era preciso escrever à mão, levar ao correio, esperar, esperar, esperar até o destinatário receber, resolver responder, ir ao correio, esperar outro tanto e, aí sim, descobrir o que ele pensou do que você quis dizer. Hoje em dia, o assunto já estaria ultrapassado depois de toda essa espera. E a falta de paciência e o excesso de ansiedade não mais permitem esse luxo. Agora tudo é feito por e-mail, e, assim que ele é enviado, já queremos receber a resposta.

    Para se enxergar à noite, era necessário usar velas e lampiões. As pessoas se recolhiam mais cedo, conversavam mais e passeavam sob a luz da lua, sem medo da violência, que deve ter nascido na mesma época da eletricidade.

    Para se ouvir música, só se fosse ao vivo. Serenatas, saraus, bandas na praça...Talvez por isso as pessoas de antigamente tinham mais aptidão musical. Desde cedo eram incentivadas a “fabricar a música”, ao contrário de hoje, em que já a encontramos pronta em qualquer estação de rádio.

    Tudo é costume. Até alguns anos atrás, eu vivia perfeitamente sem computador e celular. Agora, se passo um dia sem, me sinto assim. As pessoas começaram a usar e se esqueceram da tranquilidade de uma noite realmente escura.

    Quando a luz finalmente voltou, minha aula já tinha acabado. Reacostumar com a claridade foi bem mais difícil do que me adaptar à falta dela. Os olhos arderam, as pessoas deixaram de ser espontâneas, o romantismo das velas sumiu.

    Talvez esses 100 anos de claridade noturna não tenham sido tão pouco assim, já que foram suficientes para esquecermos o bem que a ausência dela faz. O melhor é usar a desculpa do racionamento, apagar todas as luzes e mudar o andamento da vida, antes que um clarão mais forte ofusque, irreversivelmente, a nossa visão. E nos faça esquecer que o improviso de uma vela pode iluminar bem mais...

(PIMENTA, Paula. Apaixonada por palavras. Belo Horizonte: Ed. Gutenberg, 2015.)

A narradora do texto é personagem da história. Marque a alternativa que confirma essa informação.
Alternativas
Q1327556 Matemática
O queniano Eliud Kipchoge venceu a maratona masculina cios jogos Rio 2016, concluindo a prova em duas horas, oito minutos e quarenta e quatro segundos. O medalhista de ouro chegou um minuto e dez segundos à frente do etíope Feyisa lilesa, que ficou com a prata; e chegou um minuto e vinte e um segundos à frente do americano Galen Rupp, que ganhou medalha de bronze. Sabendo-se que a prova teve início às 9 horas, indique o relógio que melhor demonstra o horário de chegada do americano Galen Rupp:
Alternativas
Q1327555 Matemática
A primeira edição dos Jogos Olímpicos sediados na América do Sul foi no Rio de Janeiro em 2016. Sabendo-se que a área do estado do Rio de Janeiro, em km2, é de quatro dezenas de milhares, três unidades de milhares, seis centenas, nove dezenas e seis unidades, assinale a alternativa que representa esse número:
Alternativas
Q1327554 Matemática
João comprou um ingresso para assistir, no estádio do Engenhão, a final dos 100 metros rasos, modalidade olímpica de corrida de velocidade no atletismo. Porém, devido a um imprevisto, não pode assistir. Ana, sua amiga, desejava comprar esse ingresso dispondo de R$ 210,00. Se João tivesse vendido o ingresso por esse preço, perderia 4/10 do valor de mercado pago por ele. Qual o valor do ingresso adquirido por João?
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: lUtp://\vw\v.maisfutebol.iol.pt/miiltimedia/oratvi/nHiltimedia/imagem/id/57bllebc0cf2blaf9S32d22b/1024. Acesso em: 30 de agosto de 2016
Alternativas
Q1327553 Matemática
 A Arena de Copacabana foi construída no Rio de Janeiro, para a realização das disputas dos jogos de vôlei de areia masculino e feminino.
Imagem associada para resolução da questão

Durante a final entre Brasil e Itália, a arena recebeu um público correspondente a 4/5 de sua capacidade total, que é de 12.000 pessoas. Dessa forma, podemos afirmar que o número máximo de pessoas que poderiam ainda ter assistido essa disputa é de:
Alternativas
Q1327552 Matemática
Para torcer pelas equipes brasileiras, durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, um grupo de amigos mandou fazer uma grande bandeira retangular de 5 metros de comprimento por 2,50 metros de largura, como mostra a figura abaixo. Considere que cada metro quadrado de tecido custou R$ 6,00 e que o grupo havia arrecadado R$ 100,00 para pagar a bandeira. Com relação ao valor arrecadado, pode-se afirmar que:
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q1327551 Matemática
A Vila Olímpica, na barra da Tijuca, foi o local onde os atletas olímpicos, treinadores e comissões técnicas ficaram hospedados durante a disputa dos jogos. Ao todo foram mais de 31 prédios, todos com unidades adaptadas para pessoas com deficiência. Ao término das Olimpíadas, os apartamentos, que são de dois, três e quatro dormitórios, serão comercializados (vendidos) pelo valor de 10 mil reais o metro quadrado.
Imagem associada para resolução da questão
 Os apartamentos de dois dormitórios possuem área de 77 m2. Assinale a alternativa que indica a quantidade de classes e de ordens do número que representa o valor de compra de um imóvel de dois quartos:
Alternativas
Q1327550 Matemática

VILA OLÍMPICA E A SUSTENTABILIDADE

A Vila dos Atletas ganhou pré-certificação LEED ND (ligada ao desenvolvimento de bairros), concedida pelo Green Building Council, entre outras certificações. O empreendimento tem 10 mil metros quadrados de telhados verdes, que reduzem a sensação térmica e contam com 70 placas solares retangulares, além de uma estação de tratamento que permite que a água usada para lavar as mãos e tomar banho seja reutilizada em vasos sanitários, o que gera economia no consumo.

Supondo que cada placa solar possui forma e medidas de acordo com a figura abaixo:

Imagem associada para resolução da questão

Então, a alternativa que indica a área total das 70 placas solares da vila olímpica é:

Alternativas
Q1327549 Matemática
O Bolsa-Atleta, maior programa de patrocínio individual do mundo, foi criado em 2004. De 2005 até 2013, o programa investiu R$ 439,9 milhões no pagamento dos benefícios. Nesse período, o número de atletas contemplados foi multiplicado por sete. O gráfico abaixo indica o investimento do programa no decorrer dos anos: Imagem associada para resolução da questão


 Com base nas informações do gráfico acima, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1327548 Matemática

 Observe a nota abaixo divulgada pelo Comitê Internacional Olímpico.

Imagem associada para resolução da questão


Supondo que 5/17 dos atletas da delegação de Portugal, presentes no desfile de' abertura, eram atletas do sexo masculino, podemos afirmar que no desfile, representando Portugal, haviam: 

Alternativas
Q1327547 Matemática

ARREMESSO DE PESO

O arremesso de peso é uma modalidade olímpica de atletismo em que os atletas competem para arremessar uma bola de metal o mais longe possível. Nas Olimpíadas do Rio 2016, a medalha de ouro, nessa modalidade, foi conquistada por Ryan Crouser, representando os Estados Unidos.

Considerando os pesos das esferas de metal, posicionados nas balanças em equilíbrio da figura abaixo, determine a alternativa que indique os valores de “A”, “B” e “C”, respectivamente.


Imagem associada para resolução da questão


Alternativas
Q1327546 Matemática

JUDÔ

“Ao contrário de modalidades cuja história não consegue apontar quem é o inventor do esporte, o judô tem DNA indiscutível: o japonês Jigoro Kano”.
As lutas de Judô são praticadas em uma quadra, que envolve duas áreas quadradas: a zona de combate e a zona de segurança, conforme a figura abaixo: Imagem associada para resolução da questão
Fonte: htti)://multimidia.gazetadopovo.com.br/media/info/2016/olimi)iadas-rio-2016/12-iiido/12-iudo 03.t)ng. Acesso em: 20 de agosto de 2016.

Assinale a alternativa que representa a diferença entre o perímetro externo da zona de segurança e o perímetro da zona de combate:
Alternativas
Q1327545 Matemática
A tabela abaixo indica o quadro de medalhas olímpicas conquistadas por cinco países nas Olimpíadas do Rio 2016. 
Imagem associada para resolução da questão

Com os valores circulados na tabela acima montou-se a expressão numérica:
27 + 70 x 10 - 23 x 10

O resultado dessa expressão é
Alternativas
Q1327544 Matemática

 SALTO ORNAMENTAL


“A primeira competição de saltos ornamentais ocorrida no Brasil se deu no Rio de Janeiro, em 1913, na enseada de Botafogo, sendo o vencedor chamado Adolpho.” 

Fonte: http://mvw.brasil2016.gov.br/pt-br/olimpiadas/modalidades/saltosoniamentais-l. Acesso em: 24 de agosto de 2016.


Ingrid de Oliveira, competidora brasileira, saltou em uma piscina de salto ornamental com formato e dimensões mostrados na figura abaixo:

 Imagem associada para resolução da questão

Fonte: http://esi)ortes.terra.com.br/iogos-olimnicos/londres-2012/infograficos/esportes/saltos-ornamentais.ipg. Acesso em: 24 de agosto de 2016.


Assinale a alternativa que indica a forma geométrica espacial e o volume dessa piscina, respectivamente:

Alternativas
Q1327543 Matemática

Considere que os Jogos paralímpicos Rio 2016 tiveram 300 modalidades desportivas. Cada modalidade desportiva oferece somente uma medalha de ouro, uma medalha de prata e uma medalha de bronze como premiação. Um determinado país conquistou o número de medalhas indicado abaixo:

Imagem associada para resolução da questão


 É correto afirmar que esse país conquistou:

Alternativas
Q1327542 Matemática

VÔLEI

Imagem associada para resolução da questão

No vôlei, o confronto pela medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio 2016 foi entre Brasil e Itália, sendo que o Brasil venceu seu adversário, ganhando a medalha de ouro. A delegação de vôlei da Itália percorreu uma distância de 9.069 km, voltando para casa e levando para seu país a medalha de prata.

O número que representa a distância percorrida pela delegação da Itália, em km, ao voltar para seu país, escrito por extenso, é:

Alternativas
Q1327541 Matemática
A quadra de vôlei da Arena Carioca, em Copacabana, tem as dimensões representadas abaixo: Imagem associada para resolução da questão

Fonte: www.calibracaoceime.com.br. Acesso em: 30 de agosto de 2016.
Considere as dimensões de um campo de futebol como sendo de 100 metros de comprimento por 75 metros de largura. Assinale a alternativa que indica a máxima quantidade de quadras de vôlei, iguais às da Arena Copacabana, que cabem dentro desse campo de futebol.
Alternativas
Respostas
1441: A
1442: E
1443: C
1444: E
1445: E
1446: E
1447: E
1448: B
1449: D
1450: A
1451: D
1452: C
1453: A
1454: B
1455: D
1456: A
1457: C
1458: E
1459: E
1460: C