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Q1339562 Matemática
Diariamente, uma residência consome 40.320 quilowatts-hora. Essa residência possui 100 células solares retangulares com as seguintes dimensões: 8 cm de comprimento, 6 cm de largura e 10 cm de diagonal. As células solares são dispositivos capazes de converter luz solar em energia elétrica. Cada uma das células produz, ao longo do dia, 24 quilowatts-hora por centímetro de diagonal. O proprietário dessa residência quer produzir, por dia, exatamente a mesma quantidade de energia que sua casa consome. Para isso, ele deverá
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Q1339561 Matemática
Um funcionário da Empresa Delta, por ter sido o destaque do ano, recebeu, em fevereiro de 2017, um aumento de 25% no seu salário. Esse funcionário, por ter sido promovido de cargo, recebeu, em fevereiro de 2018, mais um aumento de 25% sobre o salário atual. Após esses dois aumentos, seu salário de janeiro de 2017 teve um acréscimo percentual total de
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Q1339560 Matemática
Um agricultor colheu 63 kg de flores, que serão vendidas por R$ 1,60 o kg. Se este agricultor vendê-las desidratadas, o valor passa a ser de R$ 2,00 o kg. Com a desidratação, o peso das flores é reduzido em 8 9 do seu peso original. O agricultor venderá todas essas flores de uma única forma, isto é, ou venderá todas as flores naturais ou venderá todas elas desidratadas. Prevendo o valor antecipadamente das vendas, qual a diferença entre o maior valor da venda e o menor valor da venda?
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Q1339559 Matemática
O Colégio Militar de Fortaleza quer cobrir o piso de uma sala de aula do 6º ano do ensino fundamental com lajotas quadradas. A sala é retangular, com lados medindo 4 metros de largura e 10 metros de comprimento. Os lados das lajotas devem ser paralelos aos lados da sala, devendo ser utilizadas somente lajotas inteiras. O CMF poderá utilizar lajotas cujos lados tenham medidas iguais a
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Q1339558 Matemática

Uma formiga percorre o contorno da imagem de um tampo de mesa. Essa imagem é composta por polígonos regulares (polígonos cujos lados possuem medidas iguais), conforme figura abaixo.

Imagem associada para resolução da questão

A área de cada quadrado da figura acima é de 25 cm². Sabendo que a formiga deu 3 (três) voltas e iniciou o seu trajeto no ponto e sentido indicados na figura acima, qual a medida total do percurso, em centímetros, que a formiga caminhou, sem sair do contorno da figura acima?

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Q1339557 Matemática
Será realizada uma corrida com obstáculos, com percurso medindo 2700 metros. A distância da primeira barreira à linha de largada é de 30 metros, a distância da segunda barreira à linha de largada é de 60 metros, a distância da terceira barreira à linha de largada é de 90 metros, e assim, sucessivamente. Sabendo-se que a última barreira está a uma distância de 30 metros da linha de chegada, quantas barreiras foram empregadas no percurso desta corrida?
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Q1339556 Matemática

As informações abaixo, contidas no gráfico e na tabela, apresentam o rendimento dos alunos do 6º ano do Colégio Militar de Fortaleza (CMF), na disciplina de Matemática, no período de 2010 a 2016.

 Imagem associada para resolução da questão

Fonte: STE. Seção Técnica de Ensino do CMF. Dados numéricos do desempenho dos discentes do 6º ano do Colégio Militar de Fortaleza, na disciplina Matemática, no período de 2010 a 2016. Fortaleza. 2018.

 

Com base nos dados apresentados pelo gráfico e pela tabela acima, é correto afirmar que

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Q1337432 Português

    Foi uma viagem e tanto. Mercúrio percorreu rapidamente os quase cinco bilhões de quilômetros que o separavam de Plutão. Isso sem olhar para trás, a uma velocidade de cento e oitenta mil quilômetros por hora (eu disse “cento e oitenta mil quilômetros por hora!”) e sem parar nem para um xixizinho. Foram mais de mil dias de viagem incrível através do Sistema Solar. Ele levava na mala o que ainda era um mistério para os planetas — documentos secretíssimos falando de coisas estranhas e perigosas que estavam acontecendo no planeta Terra.

    Assim que entrou na órbita de Plutão, Mercúrio olhou para trás. Lá longe estava o Sol. Já não lhe parecia aquele gigante em chamas que o impressionava. Mesmo assim, era a estrela mais brilhante que ele podia ver daquele ponto do Universo.

    Você já deve ter percebido que esta é uma história de planetas. Para eles, as coisas se passam de maneira um pouco diferente do que para nós. Por exemplo: quando eu disse que a viagem de Mercúrio até Plutão foi rápida, quis dizer que foi rápida para um planeta. Mais de mil dias é um tempo grande para a gente, mas é pequeno para os planetas, pois eles podem viver bilhões de anos.

    Outra coisa diferente nesta história é que o que é mistério para os personagens (os planetas) pode não ser mistério para nós. É possível que você saiba quais as coisas estranhas e perigosas que se passam na Terra. Entretanto, pode ser que não se lembre. Nesse caso, este conto há de refrescar sua memória.

    Mas voltemos a Mercúrio. Como você deve ter aprendido, trata-se do planeta mais próximo do Sol. Por isso, os gases flamejantes quase encostam nele. Lá, a temperatura é tão alta durante o dia que, se houvesse chumbo em sua superfície, derreteria, formando rios e mares metálicos. Mas, para ser sincero, até que Mercúrio gosta desse calorzinho. Ainda mais que, à noite, temperatura cai para -170° C e ele se congela.

    Nosso herói estava muito longe de casa. Fazia frio e a temperatura, próxima de zero absoluto (que é mais frio do que todos os frios), era insuportável. Para Mercúrio, significava resfriado na certa. Acontece que o seu cargo de mensageiro dos planetas o obrigava a cumprir as mais perigosas missões, e não seria um simples resfriado que o impediria de cumprir mais essa.

    Além do mais, resfriado não é novidade. Por causa de seus dias muito compridos e da atmosfera muito rarefeita, que não espalha bem o calor, os dias de Mercúrio são quentíssimos, e as noites, friíssimas. Por isso, mesmo quando descansa em sua órbita, ele vive às voltas com febre, calafrios, nariz escorrendo etc., coisas que quem já teve gripe sabe como são; a gente quer brincar, nadar ou tomar um sorvete e não pode. No caso de Mercúrio é ainda pior, porque ele tem alergia à poeira cósmica, o que sempre vira bronquite. Aí, só com inalação de vento solar.

    — Ô de casa! A-a-atchim! — Pronto, estava resfriado. — Ô de casa! — repetiu. Nada.

    “Por onde anda Plutão?”, perguntou-se.

    Já que Plutão não estava, até pensou em dar uma olhada além das fronteiras do Sistema Solar. A curiosidade era grande. Mas não se atreveu porque lembrou o que tinha acontecido a Netuno. Se um planeta poderoso como Netuno fora tão terrivelmente afetado, o que aconteceria a ele, o pobre mensageiro dos planetas?

    De repente, tudo escureceu. Alguém ou alguma coisa passou em frente ao Sol provocando um eclipse total. Mercúrio entrou em pânico. Tinha que fugir rapidamente. Mas para onde? Não via nada. Súbito, um bafo gelado em seus ouvidos arrepiou-lhe todos os meridianos.

    — Ei, rapaz... Aonde vai com tanta pressa... Cuidado... Vê se olha por onde anda...

    Mercúrio se virou e notou um fraco, mas ameaçador brilho esbranquiçado se aproximando. Era Plutão que sorria horrivelmente, mostrando dentes pontiagudos de metano congelado. O mensageiro tremeu nas bases. [...]

OLIVEIRA, Marcelo. R. L. Encontro de extremos. In: A Reunião dos Planetas. São Paulo: Editora Companhia das Letrinhas, 2006 (com adaptações).

Com base na leitura do texto VI, “Encontro de Extremos”, é correto afirmar que
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Q1337431 Português

    Foi uma viagem e tanto. Mercúrio percorreu rapidamente os quase cinco bilhões de quilômetros que o separavam de Plutão. Isso sem olhar para trás, a uma velocidade de cento e oitenta mil quilômetros por hora (eu disse “cento e oitenta mil quilômetros por hora!”) e sem parar nem para um xixizinho. Foram mais de mil dias de viagem incrível através do Sistema Solar. Ele levava na mala o que ainda era um mistério para os planetas — documentos secretíssimos falando de coisas estranhas e perigosas que estavam acontecendo no planeta Terra.

    Assim que entrou na órbita de Plutão, Mercúrio olhou para trás. Lá longe estava o Sol. Já não lhe parecia aquele gigante em chamas que o impressionava. Mesmo assim, era a estrela mais brilhante que ele podia ver daquele ponto do Universo.

    Você já deve ter percebido que esta é uma história de planetas. Para eles, as coisas se passam de maneira um pouco diferente do que para nós. Por exemplo: quando eu disse que a viagem de Mercúrio até Plutão foi rápida, quis dizer que foi rápida para um planeta. Mais de mil dias é um tempo grande para a gente, mas é pequeno para os planetas, pois eles podem viver bilhões de anos.

    Outra coisa diferente nesta história é que o que é mistério para os personagens (os planetas) pode não ser mistério para nós. É possível que você saiba quais as coisas estranhas e perigosas que se passam na Terra. Entretanto, pode ser que não se lembre. Nesse caso, este conto há de refrescar sua memória.

    Mas voltemos a Mercúrio. Como você deve ter aprendido, trata-se do planeta mais próximo do Sol. Por isso, os gases flamejantes quase encostam nele. Lá, a temperatura é tão alta durante o dia que, se houvesse chumbo em sua superfície, derreteria, formando rios e mares metálicos. Mas, para ser sincero, até que Mercúrio gosta desse calorzinho. Ainda mais que, à noite, temperatura cai para -170° C e ele se congela.

    Nosso herói estava muito longe de casa. Fazia frio e a temperatura, próxima de zero absoluto (que é mais frio do que todos os frios), era insuportável. Para Mercúrio, significava resfriado na certa. Acontece que o seu cargo de mensageiro dos planetas o obrigava a cumprir as mais perigosas missões, e não seria um simples resfriado que o impediria de cumprir mais essa.

    Além do mais, resfriado não é novidade. Por causa de seus dias muito compridos e da atmosfera muito rarefeita, que não espalha bem o calor, os dias de Mercúrio são quentíssimos, e as noites, friíssimas. Por isso, mesmo quando descansa em sua órbita, ele vive às voltas com febre, calafrios, nariz escorrendo etc., coisas que quem já teve gripe sabe como são; a gente quer brincar, nadar ou tomar um sorvete e não pode. No caso de Mercúrio é ainda pior, porque ele tem alergia à poeira cósmica, o que sempre vira bronquite. Aí, só com inalação de vento solar.

    — Ô de casa! A-a-atchim! — Pronto, estava resfriado. — Ô de casa! — repetiu. Nada.

    “Por onde anda Plutão?”, perguntou-se.

    Já que Plutão não estava, até pensou em dar uma olhada além das fronteiras do Sistema Solar. A curiosidade era grande. Mas não se atreveu porque lembrou o que tinha acontecido a Netuno. Se um planeta poderoso como Netuno fora tão terrivelmente afetado, o que aconteceria a ele, o pobre mensageiro dos planetas?

    De repente, tudo escureceu. Alguém ou alguma coisa passou em frente ao Sol provocando um eclipse total. Mercúrio entrou em pânico. Tinha que fugir rapidamente. Mas para onde? Não via nada. Súbito, um bafo gelado em seus ouvidos arrepiou-lhe todos os meridianos.

    — Ei, rapaz... Aonde vai com tanta pressa... Cuidado... Vê se olha por onde anda...

    Mercúrio se virou e notou um fraco, mas ameaçador brilho esbranquiçado se aproximando. Era Plutão que sorria horrivelmente, mostrando dentes pontiagudos de metano congelado. O mensageiro tremeu nas bases. [...]

OLIVEIRA, Marcelo. R. L. Encontro de extremos. In: A Reunião dos Planetas. São Paulo: Editora Companhia das Letrinhas, 2006 (com adaptações).

No texto VI, o narrador conta a história de um encontro entre planetas opostos: Mercúrio e Plutão. Com respeito a essa situação, e tendo em vista as características e as ações desses personagens, é correto afirmar que
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Q1337430 Português

    Foi uma viagem e tanto. Mercúrio percorreu rapidamente os quase cinco bilhões de quilômetros que o separavam de Plutão. Isso sem olhar para trás, a uma velocidade de cento e oitenta mil quilômetros por hora (eu disse “cento e oitenta mil quilômetros por hora!”) e sem parar nem para um xixizinho. Foram mais de mil dias de viagem incrível através do Sistema Solar. Ele levava na mala o que ainda era um mistério para os planetas — documentos secretíssimos falando de coisas estranhas e perigosas que estavam acontecendo no planeta Terra.

    Assim que entrou na órbita de Plutão, Mercúrio olhou para trás. Lá longe estava o Sol. Já não lhe parecia aquele gigante em chamas que o impressionava. Mesmo assim, era a estrela mais brilhante que ele podia ver daquele ponto do Universo.

    Você já deve ter percebido que esta é uma história de planetas. Para eles, as coisas se passam de maneira um pouco diferente do que para nós. Por exemplo: quando eu disse que a viagem de Mercúrio até Plutão foi rápida, quis dizer que foi rápida para um planeta. Mais de mil dias é um tempo grande para a gente, mas é pequeno para os planetas, pois eles podem viver bilhões de anos.

    Outra coisa diferente nesta história é que o que é mistério para os personagens (os planetas) pode não ser mistério para nós. É possível que você saiba quais as coisas estranhas e perigosas que se passam na Terra. Entretanto, pode ser que não se lembre. Nesse caso, este conto há de refrescar sua memória.

    Mas voltemos a Mercúrio. Como você deve ter aprendido, trata-se do planeta mais próximo do Sol. Por isso, os gases flamejantes quase encostam nele. Lá, a temperatura é tão alta durante o dia que, se houvesse chumbo em sua superfície, derreteria, formando rios e mares metálicos. Mas, para ser sincero, até que Mercúrio gosta desse calorzinho. Ainda mais que, à noite, temperatura cai para -170° C e ele se congela.

    Nosso herói estava muito longe de casa. Fazia frio e a temperatura, próxima de zero absoluto (que é mais frio do que todos os frios), era insuportável. Para Mercúrio, significava resfriado na certa. Acontece que o seu cargo de mensageiro dos planetas o obrigava a cumprir as mais perigosas missões, e não seria um simples resfriado que o impediria de cumprir mais essa.

    Além do mais, resfriado não é novidade. Por causa de seus dias muito compridos e da atmosfera muito rarefeita, que não espalha bem o calor, os dias de Mercúrio são quentíssimos, e as noites, friíssimas. Por isso, mesmo quando descansa em sua órbita, ele vive às voltas com febre, calafrios, nariz escorrendo etc., coisas que quem já teve gripe sabe como são; a gente quer brincar, nadar ou tomar um sorvete e não pode. No caso de Mercúrio é ainda pior, porque ele tem alergia à poeira cósmica, o que sempre vira bronquite. Aí, só com inalação de vento solar.

    — Ô de casa! A-a-atchim! — Pronto, estava resfriado. — Ô de casa! — repetiu. Nada.

    “Por onde anda Plutão?”, perguntou-se.

    Já que Plutão não estava, até pensou em dar uma olhada além das fronteiras do Sistema Solar. A curiosidade era grande. Mas não se atreveu porque lembrou o que tinha acontecido a Netuno. Se um planeta poderoso como Netuno fora tão terrivelmente afetado, o que aconteceria a ele, o pobre mensageiro dos planetas?

    De repente, tudo escureceu. Alguém ou alguma coisa passou em frente ao Sol provocando um eclipse total. Mercúrio entrou em pânico. Tinha que fugir rapidamente. Mas para onde? Não via nada. Súbito, um bafo gelado em seus ouvidos arrepiou-lhe todos os meridianos.

    — Ei, rapaz... Aonde vai com tanta pressa... Cuidado... Vê se olha por onde anda...

    Mercúrio se virou e notou um fraco, mas ameaçador brilho esbranquiçado se aproximando. Era Plutão que sorria horrivelmente, mostrando dentes pontiagudos de metano congelado. O mensageiro tremeu nas bases. [...]

OLIVEIRA, Marcelo. R. L. Encontro de extremos. In: A Reunião dos Planetas. São Paulo: Editora Companhia das Letrinhas, 2006 (com adaptações).

Os textos V (cartum) e VI (“Encontro de extremos”) apresentam pontos em comum, portanto, é correto afirmar que ambos
Alternativas
Q1337429 Português
Quanto ao efeito de sentido provocado pelo uso do sinal de exclamação (!) no texto V, é correto afirmar que
Alternativas
Q1337428 Português
No cartum (texto V), percebe-se o aparecimento da expressão “um dia” em dois momentos distintos: o primeiro, numa espécie de introdução para o diálogo entre os personagens; e o segundo, na fala de um dos protagonistas, dentro do balão. Quanto ao uso dessa expressão, está correto afirmar que
Alternativas
Q1337427 Português

Considere a afirmação a seguir e preencha as lacunas com as palavras na ordem correta.

No cartum (texto V), a palavra "nesse" refere-se ao planeta _____________ e tem valor __________.

Alternativas
Q1337426 Português
Entre o 1º e o 2º quadrinho, a professora é transformada, pela imaginação de Calvin (Cosmonauta Spiff), em alienígena. Isso se dá pelo fato de Calvin
Alternativas
Q1337425 Português
No último quadrinho, a fala da professora em relação ao personagem Calvin demonstra
Alternativas
Q1337424 Português
No 3º quadrinho, as palavras “audaciosa escapada” podem ser substituídas, sem prejuízo de sentido, respectivamente, pelos termos:
Alternativas
Q1337423 Português
Na tirinha, o efeito de humor é provocado
Alternativas
Q1337422 Português

TEXTO III

CRIANÇAS SE APAIXONAM MAIS POR CIÊNCIA QUANDO CONHECEM AS DIFICULDADES DE CIENTISTAS FAMOSOS

Pesquisa publicada recentemente mostrou que jovens precisam entender que o avanço científico ao longo dos anos dependeu de muito esforço

    Se você está se esforçando muito para atingir um objetivo que parece inalcançável, a última coisa que deseja ouvir é a história de alguém que conseguiu o que você busca com facilidade. É o mesmo que se gabar por ter subido no pódio de uma maratona para uma pessoa que está saindo do sedentarismo* e ainda mal consegue correr uma quadra.

    Parece apenas uma atitude educada, mas não é. Um estudo publicado recentemente por pesquisadores patrocinados pela Fundação Nacional da Ciência dos Estados Unidos revelou que crianças que conhecem apenas o sucesso dos cientistas tendem a se interessar menos por ciência.

    Ou seja, em vez de comentar somente sobre o sucesso das pesquisas de nomes como Albert Einstein e Marie Curie, os professores precisam fazer com que os alunos conheçam as dificuldades pelas quais os cientistas passaram.

    Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores estudaram o comportamento de 400 alunos do primeiro e segundo ano do Ensino Médio de escolas de bairros mais pobres de Nova York. Os estudantes foram divididos em três grupos: o primeiro grupo leria somente sobre as conquistas de cientistas famosos; o segundo, sobre alguns problemas pessoais que estes profissionais enfrentaram, como a escolha de Einstein de se recusar a voltar à Alemanha quando Hitler assumiu o poder; e o terceiro grupo conheceria também os processos e dificuldades que os cientistas tiveram de superar no caminho de suas maiores descobertas. No texto sobre Marie Curie, por exemplo, havia o seguinte trecho:

“Era frustrante ver a quantidade de experimentos que falhava. Mesmo assim, Curie não se desanimou. Em vez de ficar cabisbaixa, ela voltava a investigar a parte do processo que dera errado e tentava de novo e de novo e de novo. Ela chegou a trabalhar por horas e dias a fio com o objetivo de solucionar os desafios e aprender com os erros. Curie sabia que o caminho do progresso não era fácil, tanto é que, futuramente, disse: ‘nunca cedi a nenhuma dificuldade’”.

    Seis semanas após as leituras, os jovens do segundo e terceiro grupo tiveram uma melhora considerável em suas notas nas aulas de Ciências. Os que tinham notas baixas foram os que mostraram maior avanço.

    Já os alunos que fizeram parte do primeiro grupo concordaram, em sua maioria, que cientistas como Einstein e Curie tinham um talento natural para a ciência, ignorando a persistência necessária para que eles atingissem seus objetivos científicos.

    Os pesquisadores concluem que é preciso melhorar a narrativa sobre as vidas de grandes personalidades. Somente dizer aos estudantes que Einstein desenvolveu a Teoria da Relatividade é ignorar todo o esforço que ele fez para confirmar sua tese. E isso, segundo o estudo, não se aplica só aos laboratórios. Quem conhece unicamente o primeiro voo do 14-Bis, desconhece os muitos e muitos voos experimentais que Santos Dumont fez e que deram errado. Histórias de sucesso são divertidas e motivadoras, mas relatos de como o sucesso foi alcançado podem ser ainda mais

No texto III, a utilização do recurso das aspas (“ ” ) tem como finalidade
Alternativas
Q1337421 Português

TEXTO III

CRIANÇAS SE APAIXONAM MAIS POR CIÊNCIA QUANDO CONHECEM AS DIFICULDADES DE CIENTISTAS FAMOSOS

Pesquisa publicada recentemente mostrou que jovens precisam entender que o avanço científico ao longo dos anos dependeu de muito esforço

    Se você está se esforçando muito para atingir um objetivo que parece inalcançável, a última coisa que deseja ouvir é a história de alguém que conseguiu o que você busca com facilidade. É o mesmo que se gabar por ter subido no pódio de uma maratona para uma pessoa que está saindo do sedentarismo* e ainda mal consegue correr uma quadra.

    Parece apenas uma atitude educada, mas não é. Um estudo publicado recentemente por pesquisadores patrocinados pela Fundação Nacional da Ciência dos Estados Unidos revelou que crianças que conhecem apenas o sucesso dos cientistas tendem a se interessar menos por ciência.

    Ou seja, em vez de comentar somente sobre o sucesso das pesquisas de nomes como Albert Einstein e Marie Curie, os professores precisam fazer com que os alunos conheçam as dificuldades pelas quais os cientistas passaram.

    Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores estudaram o comportamento de 400 alunos do primeiro e segundo ano do Ensino Médio de escolas de bairros mais pobres de Nova York. Os estudantes foram divididos em três grupos: o primeiro grupo leria somente sobre as conquistas de cientistas famosos; o segundo, sobre alguns problemas pessoais que estes profissionais enfrentaram, como a escolha de Einstein de se recusar a voltar à Alemanha quando Hitler assumiu o poder; e o terceiro grupo conheceria também os processos e dificuldades que os cientistas tiveram de superar no caminho de suas maiores descobertas. No texto sobre Marie Curie, por exemplo, havia o seguinte trecho:

“Era frustrante ver a quantidade de experimentos que falhava. Mesmo assim, Curie não se desanimou. Em vez de ficar cabisbaixa, ela voltava a investigar a parte do processo que dera errado e tentava de novo e de novo e de novo. Ela chegou a trabalhar por horas e dias a fio com o objetivo de solucionar os desafios e aprender com os erros. Curie sabia que o caminho do progresso não era fácil, tanto é que, futuramente, disse: ‘nunca cedi a nenhuma dificuldade’”.

    Seis semanas após as leituras, os jovens do segundo e terceiro grupo tiveram uma melhora considerável em suas notas nas aulas de Ciências. Os que tinham notas baixas foram os que mostraram maior avanço.

    Já os alunos que fizeram parte do primeiro grupo concordaram, em sua maioria, que cientistas como Einstein e Curie tinham um talento natural para a ciência, ignorando a persistência necessária para que eles atingissem seus objetivos científicos.

    Os pesquisadores concluem que é preciso melhorar a narrativa sobre as vidas de grandes personalidades. Somente dizer aos estudantes que Einstein desenvolveu a Teoria da Relatividade é ignorar todo o esforço que ele fez para confirmar sua tese. E isso, segundo o estudo, não se aplica só aos laboratórios. Quem conhece unicamente o primeiro voo do 14-Bis, desconhece os muitos e muitos voos experimentais que Santos Dumont fez e que deram errado. Histórias de sucesso são divertidas e motivadoras, mas relatos de como o sucesso foi alcançado podem ser ainda mais

O trecho “Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores estudaram o comportamento de 400 alunos do primeiro e segundo ano do Ensino Médio de escolas de bairros mais pobres de Nova York” pode ser reescrito, sem prejuízo para o sentido, da seguinte forma:
Alternativas
Q1337420 Português

TEXTO III

CRIANÇAS SE APAIXONAM MAIS POR CIÊNCIA QUANDO CONHECEM AS DIFICULDADES DE CIENTISTAS FAMOSOS

Pesquisa publicada recentemente mostrou que jovens precisam entender que o avanço científico ao longo dos anos dependeu de muito esforço

    Se você está se esforçando muito para atingir um objetivo que parece inalcançável, a última coisa que deseja ouvir é a história de alguém que conseguiu o que você busca com facilidade. É o mesmo que se gabar por ter subido no pódio de uma maratona para uma pessoa que está saindo do sedentarismo* e ainda mal consegue correr uma quadra.

    Parece apenas uma atitude educada, mas não é. Um estudo publicado recentemente por pesquisadores patrocinados pela Fundação Nacional da Ciência dos Estados Unidos revelou que crianças que conhecem apenas o sucesso dos cientistas tendem a se interessar menos por ciência.

    Ou seja, em vez de comentar somente sobre o sucesso das pesquisas de nomes como Albert Einstein e Marie Curie, os professores precisam fazer com que os alunos conheçam as dificuldades pelas quais os cientistas passaram.

    Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores estudaram o comportamento de 400 alunos do primeiro e segundo ano do Ensino Médio de escolas de bairros mais pobres de Nova York. Os estudantes foram divididos em três grupos: o primeiro grupo leria somente sobre as conquistas de cientistas famosos; o segundo, sobre alguns problemas pessoais que estes profissionais enfrentaram, como a escolha de Einstein de se recusar a voltar à Alemanha quando Hitler assumiu o poder; e o terceiro grupo conheceria também os processos e dificuldades que os cientistas tiveram de superar no caminho de suas maiores descobertas. No texto sobre Marie Curie, por exemplo, havia o seguinte trecho:

“Era frustrante ver a quantidade de experimentos que falhava. Mesmo assim, Curie não se desanimou. Em vez de ficar cabisbaixa, ela voltava a investigar a parte do processo que dera errado e tentava de novo e de novo e de novo. Ela chegou a trabalhar por horas e dias a fio com o objetivo de solucionar os desafios e aprender com os erros. Curie sabia que o caminho do progresso não era fácil, tanto é que, futuramente, disse: ‘nunca cedi a nenhuma dificuldade’”.

    Seis semanas após as leituras, os jovens do segundo e terceiro grupo tiveram uma melhora considerável em suas notas nas aulas de Ciências. Os que tinham notas baixas foram os que mostraram maior avanço.

    Já os alunos que fizeram parte do primeiro grupo concordaram, em sua maioria, que cientistas como Einstein e Curie tinham um talento natural para a ciência, ignorando a persistência necessária para que eles atingissem seus objetivos científicos.

    Os pesquisadores concluem que é preciso melhorar a narrativa sobre as vidas de grandes personalidades. Somente dizer aos estudantes que Einstein desenvolveu a Teoria da Relatividade é ignorar todo o esforço que ele fez para confirmar sua tese. E isso, segundo o estudo, não se aplica só aos laboratórios. Quem conhece unicamente o primeiro voo do 14-Bis, desconhece os muitos e muitos voos experimentais que Santos Dumont fez e que deram errado. Histórias de sucesso são divertidas e motivadoras, mas relatos de como o sucesso foi alcançado podem ser ainda mais

Assinale a alternativa que resume o objetivo do estudo citado no texto III.
Alternativas
Respostas
641: D
642: C
643: A
644: C
645: E
646: A
647: E
648: D
649: D
650: B
651: D
652: A
653: E
654: A
655: E
656: B
657: C
658: A
659: E
660: C