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Q1009379 Farmácia
Pomadas são preparações semissólidas destinadas à aplicação sobre a pele ou as membranas mucosas, podendo conter substâncias medicamentosas ou não. Pomadas que não contêm fármacos são utilizadas de acordo com seus efeitos físicos, como protetoras, emolientes ou lubrificantes. As bases de pomadas podem ser empregadas por seus efeitos físicos ou como veículo para pomadas medicamentosas. Considerando a seleção da base a ser utilizada na formulação de uma pomada, assinale a opção incorreta:
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Q1009378 Farmácia

Os ensaios de qualidade englobam ensaios físicos ou físico-químicos que não são aplicados à análise de identidade, pureza à potência. A conformidade com as especificações de qualidade para os ensaios de desempenho físico é importante para garantir a eficácia terapêutica e prazo de validade das diversas formas medicamentosas ou cosméticas. Analise as sentenças abaixo e assinale a alternativa correta:


I. Os ensaios relacionados com a resistência mecânica, tais como a dissolução e desintegração, visam a avaliar ou estimar a estabilidade física de comprimidos.

II. Valores de tempo de desintegração de um comprimido ou de pH de uma solução estarão direta ou indiretamente relacionados com os processos de dissolução/absorção e portanto a biodisponibilidade do fármaco.

III. A friabilidade e dureza de um comprimido definirão sua estabilidade física.

IV. A granulometria e a reologia de matérias-primas sólidas podem garantir a uniformidade de dosagem e conteúdo de diferentes formas sólidas e plásticas.

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Q1009377 Farmácia
A utilização de excipientes na produção de formas farmacêuticas está relacionada com a via de administração, forma farmacêutica, características físico-quimicas do fármaco, ação terapêutica desejada, fatores tecnológicos da produção e propriedades funcionais dos excipientes. Com base na informação acima, assinale a afirmativa falsa:
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Q1009376 Farmácia
Para o doseamento de qualquer tipo de matéria ou produto manufaturado é necessário a preparação de soluções com concentrações conhecidas e confiáveis. Dessa forma, a preparação de uma solução padrão requer o uso de um reagente quimicamente puro e com composição definida. Esse reagente com semelhante característica é chamado:
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Q688576 Português

Texto II

      Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.

      A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.

      Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].

      Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.

(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)

Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me...” (2º§).

Os sujeitos de “formam” e “dirijo”, no trecho acima, são, respectivamente:

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Ano: 2016 Banca: Aeronáutica Órgão: CIAAR Provas: Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Farmacêuticos - Conhecimentos Básicos | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Oficiais de Apoio - Conhecimentos Básicos | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Oficiais Engenheiros - Conhecimentos Básicos | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Farmácia Bioquímica | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Administração | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia Cartográfica | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Enfermagem | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Dentistas - Conhecimentos Básicos | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia Eletrônica | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Jornalismo | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Análise de Sistemas | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Pedagogia | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Psicologia | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Serviços Jurídicos | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia Elétrica | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia de Telecomunicações | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia de Agrimensura | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia da Computação | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Serviço Social | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia Civil | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Ortondontia | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Prótese Dentária | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Periodontia | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Engenharia Mecânica | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Endodontia | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Odontopediatria | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Odontologia Necessidades Especiais | Aeronáutica - 2016 - CIAAR - Primeiro Tenente - Implantodontia |
Q688573 Português

Texto II

      Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.

      A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.

      Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].

      Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.

(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)

Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

O aspecto tipológico ao qual está filiado esse texto é o ______________. Assim, através do _______________, ele representa, pelo discurso, experiências vividas.

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Q688568 Português

Texto II

      Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.

      A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.

      Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].

      Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.

(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)

Em “...é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora”, a palavra destacada tem como sinônimo:
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Q688560 Português

Texto I

                       Contra a mera “tolerância” das diferenças

      “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

      “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

      “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

      Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegêmonica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

      Tolerar não deve ser celebrada e buscada nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

      Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

(QUINALHA, Renan. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/. Acesso em: 30/03/2016. Trecho.)

Assinale a alternativa que apresenta todas as separações silábicas corretas.
Alternativas
Q680128 Farmácia
Segundo Henry (2012), com relação aos derivados da hemoglobina, é correto afirmar que
Alternativas
Q680127 Farmácia
Segundo Aulton (2005), a separação da emulsão em duas fases, uma mais rica em fase dispersa que a outra, é conhecida como efeito
Alternativas
Q680126 Farmácia
Os bifosfonatos orais podem causar pirose, irritação esofágica ou esofagite além de outros efeitos gastrointestinais. Quais orientações devem ser transmitidas ao paciente para evitar a ocorrência das complicações esofágicas?
Alternativas
Q680125 Farmácia
Assinale a opção que apresenta o medicamento anti-HBV indicado para tratamento de infecções causadas por cepas de HBV resistentes à Lamivudina.
Alternativas
Q680124 Farmácia
Segundo Prista (2011), um dos pontos mais importantes para haver plena eficiência dos misturadores é a relação entre a quantidade de pós a misturar e a capacidade do misturador. Em regra geral, conseguem-se resultados ótimos quando o volume de pó não excede a capacidade do aparelho na faixa de:
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Q680123 Farmácia
Segundo Mendham (2008), a capacidade das substâncias de atuarem como ácidos ou como bases depende da natureza do solvente escolhido. Substâncias que podem ser consideradas quimicamente neutras e virtualmente não reativas sob as condições em que são empregadas, e possuem constantes dielétricas baixas, não ionizam os solutos e não reagem com ácidos e bases. Esses solventes não aquosos são classificados como
Alternativas
Q680122 Farmácia

Observe o composto a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

O uso concomitante de álcool e cocaína gera um metabólito característico denominado cocaetileno (CE). Esse composto é formado pela reação de transesterificação mediada por esterases hepáticas e pode ser indicador biológico para o consumo associado dessas drogas. Utilizando-se a espectrometria de massas como técnica de detecção, quais são os fragmentos frequentemente utilizados para a identificação do cocaetileno?

Alternativas
Q680121 Farmácia
Atualmente, várias empresas empregam os exames toxicológicos como exame admissional. Segundo Moreau (2008), assinale a opção que indica os metabólitos que evidenciam o uso de "crack" pelo candidato, quando se utiliza a técnica de cromatografia gasosa com detector de ionização acoplada a espectrometria de massas, na análise de cocaína na matriz urina.
Alternativas
Q680120 Farmácia
Segundo Henry (2012), assinale a opção que indica, dentre as Enterobacteriacea, a bactéria que apresenta reações de urease, lisina descarboxilase e indol positivas.
Alternativas
Q680119 Farmácia
Assinale a opção que, segundo Henry (2012), apresenta somente cristais encontrados em urinas ácidas.
Alternativas
Q680118 Farmácia
Segundo Henry (2012), quais são as causas da alcalose respiratória?
Alternativas
Q680117 Farmácia
Segundo a RDC n° 80/2006 da ANVISA, a partir de qual tipo de embalagem pode ser fracionada a apresentação do medicamento?
Alternativas
Respostas
1001: C
1002: D
1003: D
1004: C
1005: B
1006: B
1007: B
1008: D
1009: B
1010: D
1011: D
1012: A
1013: C
1014: D
1015: A
1016: D
1017: E
1018: A
1019: A
1020: B