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( ) O Jornal Nacional, lançado em primeiro de setembro de 1969, tinha como propósito competir com o Repórter Esso, da TV Tupy.
( ) Quando o Jornal Nacional surgiu, ele atingia os estados de São Paulo e Rio de Janeiro e tinha 50 minutos de duração.
( ) Por conta das diversidades regionais do país, o Jornal Nacional teve que adotar as expressões "dia ensolarado" e "dia chuvoso" em relação ao tempo, ao invés de "tempo bom" ou "tempo ruim".
( ) A abertura política do Governo Geisel proporcionou o diálogo mais intenso entre as afiliadas da Globo e a central de jornalismo da emissora, resultando em uma produção maior de materiais jornalísticos. Para selecionar com mais critério esse material, foram criadas editorias especializadas, descentralizando o poder até então unicamente nas mãos do chefe de redação.
I. Trata-se de uma concepção de notícia oferecida pela ideologia profissional que considera o jornalista como um comunicador desinteressado.
II. Trata-se de uma concepção de notícia oferecida por estudiosos envolvidos com a criação de um mito profissional a respeito da neutralidade da informação.
III. Trata-se de uma concepção de notícia comprometida com a legitimidade do campo jornalístico, especialmente com a ideia chave da separação entre fatos e opiniões.
IV. Trata-se de uma concepção de notícia que concebe a produção da informação como uma sucessão de escolhas marcadas por decisões racionais.
V. Trata-se de uma concepção de notícia que concebe a produção da informação como uma forma de refletir a realidade dos fatos.
I. O jornalismo é concebido como uma instituição social a serviço das elites, em sua relação com as massas, ou a serviço da democracia, funcionando como um fórum de questões.
II. O jornalismo é concebido como uma instituição social veiculadora das mais diferentes ideias, mas capaz de se transformar numa arma para as forças políticas.
III. O jornalismo é concebido como uma instituição social capaz de forjar a subjetividade do homem moderno.
IV. O jornalismo é concebido como uma instituição social que se constitui enquanto um instrumento de controle social.
V. O jornalismo é concebido como uma instituição social que se constitui enquanto um quarto poder.
I. modalidades de construção da cobertura jornalística.
,
II. determinados veículos, como Veja, Folha de São Paulo e Jornal Nacional (Globo).
III. teoria do Jornalismo.
IV. história do Jornalismo.
V. Jornalismo on-line.
I. Os procedimentos metodológicos dos chamados Estudos Culturais são muito utilizados para a pesquisa sobre recepção, pois eles enfatizam o caráter ativo deste processo, diferente do que ocorre com outras metodologias de estudo da recepção da comunicação.
II. A Análise de Discurso é uma metodologia de origem francesa utilizada para analisar as mídias, inclusive no Brasil. A pesquisadora e professora Eni Orlandi da UNICAMP é uma das maiores críticas desta corrente metodológica.
III. A Semiologia e a Semiótica são noções que servem para nomear metodologias idênticas que se voltam para a pesquisa das imagens.
IV. A expressão Análise de Conteúdo é utilizada para designar uma corrente de pesquisa que prioriza os estudos comparativos quantitativos, como, por exemplo, a medição de materiais jornalísticos para analisar o posicionamento da imprensa acerca de determinados temas.
V. A Agenda Setting e as teses acerca do enquadramento (framing) têm sido utilizadas no Brasil e em outros países para pesquisas na área de Comunicação / Jornalismo e Política.
I. A denominação "comunicação de massas" não é apropriada para este novo tipo de comunicação, pois ela é muito mais uma comunicação para as massas, que uma comunicação criada pelas massas.
II. Usar "comunicação coletiva" para nomear esta nova modalidade é correto, pois a comunicação interpessoal não é coletiva.
III. Esta nova comunicação pode ser chamada de social, enquanto a comunicação anterior é individual.
IV. As expressões "comunicação social" e "comunicação midiática" são apropriadas para definir este novo fenômeno comunicativo, dado que distinguem estas formas de comunicação.
V. O termo "comunicação midiática ou midiatizada" não serve para designar a nova modalidade de comunicação.
I. Baseia-se numa visão da ordem social como sociedade de massa e em mecanismos psicológicos da ação.
II. Baseia-se na visão da ordem social como sociedade de massa e na teoria dos vínculos sociais.
III. Realça as capacidades manipuladoras dos meios de comunicação, devido ao isolamento dos indivíduos, considerados indefesos e passivos.
IV. Considera cada indivíduo um átomo isolado que reage isoladamente às ordens e às sugestões dos meios de comunicação de massa.
V. Considera os indivíduos como seres capazes de ação conjunta.
I. É uma cultura que surge espontaneamente das massas, ou seja, da forma contemporânea da arte popular.
II. Em todos os seus ramos fazem-se produtos, não só adaptados ao consumo das massas, mas que, em grande medida, determinam esse consumo.
III. Os diversos ramos da indústria cultural assemelham-se em sua estrutura ou, pelo menos, ajustam-se uns aos outros para constituir um sistema.
IV. Promove a união de domínios, antes separados, da arte superior e da arte inferior, com vantagem para ambos.
V. Constitui um sistema de produção de bens culturais que privilegia a elaboração de conteúdos próprios da alta cultura.