Questões Militares
Para oficial do quadro complementar
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I. O Tenentismo defendia a punição das políticas comprometidas com a República Velha e o prevalecimento do "espírito revolucionário" traduzido num projeto de reformas.
II. Pela fragilidade na construção de uma identidade ideológica coerente com a prática política, o Movimento Tenentista serviu ao projeto de neutralização das oligarquias regionais,mas sem implementar modificações relevantes na estrutura socioeconômica do país.
III. A Revolução Constitucionalista de 1932 foi um episódio que evidenciou os problemas de representação da classe média pelo Tenentismo, uma vez que teve a pequena burguesia na base da articulação revolucionária,e o apoio da maioria da população aos revoltosos.
IV. A expressão mais evidente das formulações pós-revolucionárias do Movimento Tenentista se encontrava no projeto do Clube 3 de Outubro, que combinava nacionalismo, outorga das garantias às classes populares e planejamento econômico.
I. o escravo era, até aproximadamente a lei do Ventre Livre, a mão-de-obra quase exclusiva da grande lavoura de exportação que era a maior geradora de receitas para o Estado.
II. o governo imperial sofria uma grande pressão inglesa que condicionava o reconhecimento diplomático da independência ao fim do tráfico, mas apesar disso, resistiu às exigências iniciais, convencido da inviabilidade política de qualquer ação efetiva naquele sentido.
III. a ação do governo, por volta de 1850, ainda contradizia todos os argumentos favoráveis ao fim do escravismo e sua posição antiabolição foi marcada pela Lei de Terras de 1842.
I. unidade X fragmentação.
II. supremacia do governo civil sem rupturas violentas X movimentos revolucionários liderados, na maioria das colônias, pelos trabalhadores do campo.
III. descentralização política X centralização política.
I. Foi resultado da invasão espanhola à Portugal pelo rei Felipe II, em 1580, que deu origem à União Ibérica.
II. Representou um período de transformações significativas na administração colonial em função do afastamento de Portugal e da implementação de um modelo administrativo bastante distinto do lusitano.
III. A interiorização da colônia foi favorecida pelo relaxamento das determinações do Tratado de Tordesilhas, permitindo a expansão territorial estimulada pela busca por metais preciosos.
IV. A criação do Conselho Ultramarino se caracterizou pela intencionalidade espanhola em restaurar o domínio sobre Portugal após a coroação de D. João IV, o primeiro rei da dinastia Bragança.
I. A Casa de Contratação era um órgão de gestão dos negócios coloniais que, além de fiscalizar a cobrança de impostos, regulamentava a administração colonial e nomeava funcionários.
II. As Audiências, instituições de competências exclusivamente judiciária, eram subordinadas ao Conselho das Índias.
III. Os Cabildos assemelhavam-se às Câmaras Municipais e os seus membros pertenciam aos Chapetones.
IV. O primeiro Vice-Reinado formado na América Espanhola foi o de Nova Granada.
( ) A civilização Asteca estava dividida em clãs que possuíam terras coletivas, divindades, templos e um chefe. A hierarquia social apresentava-se da seguinte forma: nobres (guerreiros e sacerdotes), cidadãos e escravos.
( ) Os maias encontravam-se principalmente na Península de Yucatã (México) e na região da Guatemala.
( ) A cultura Maia era caracterizada por alguns elementos: arquitetura (pirâmides = huacas); monumentos; construção de estradas e cidades (Macchu Picchu e Cuzco); calendários; existência de uma espécie de correio; ausência de moedas; e práticas poligâmicas.
( ) O Império Inca estava centralizado no poder do Inca (Imperador), era dividido em quatro províncias e foi originado através do domínio de outros povos.
( ) As civilizações pré-colombianas tinham como modo de produção, dentre outras atividades, a caça, a coleta e a pesca.
I. A Convenção Nacional representava os interesses da alta burguesia francesa e caracterizou-se, principalmente, pela centralização política.
II. Os girondinos representavam a grande burguesia industrial e caracterizavam-se pela radicalização política.
III. Os jacobinos, assim como os cordilliers, representavam a esquerda revolucionária e defendiam o sufrágio universal.
IV. Os sans-cullotes formavam um grupo de camponeses radicais que lideraram as jornadas do ano I da República.
I. criação de novo padrão monetário e fundação do Banco da França.
II. forte ênfase em educação, entendida como responsabilidade do Estado e elemento fundamental ao desenvolvimento nacional.
III. criação da Confederação do Reno.
IV. o rompimento com a Igreja Católica em função da oposição do papa Pio VII aos avanços dos ideals revolucionários.
I. A revolução é um marco na história francesa por assinalar a elevação da sociedade burguesa e capitalista na história do país.
II. O aspecto essencial da Revolução Francesa é a realização da unidade nacional do país através da destruição do modelo de regime senhorial e das "ordens feudais privilegiadas".
III. A estrutura social da França em fins do século XVIll já apresentava mudanças na estratificação social do país, caracterizada pela decadência do caráter aristocrático e pela desvalorização da terra como única forma de riqueza social e aquisição de poder.
( ) A República de Cromwell resultou de uma longa guerra civil que opunha o rei Carlos I e o Parlamento.
( ) Durante aquele período ocorreu a reforma do Exército que passou a promover os militares em função do merecimento e não do nascimento.
( ) Foram aprovados os Atos de Navegação que abriam os portos ingleses às nações amigas, fortalecendo o comércio e a marinha.
( ) representou os interesses puritanos e, consequentemente, fortaleceu a Câmara dos Lordes e seu projeto conservador.
I. Caracterizou-se pelo metalismo, regulamentação econômica, busca da balança comercial favorável, entre outros fatores.
II. O Colbertismo, na França, foi um exemplo de prática mercantilista.
III. Os estados germânicos adotaram o Comercialismo com o objetivo de aumentar a riqueza tributável, ou seja, os impostos.
IV. A Inglaterra adotou o Industrialismo e medidas para fortalecê-lo, como os Atos de Navegação.
I. Teve entre seus principais teóricos, o francês Thomas Hobbes que através da sua obra "O Leviatã", justificou a necessidade de um Estado forte que superasse o "estado de natureza" no qual "o homem era o lobo do homem".
II. A publicação do Edito de Nantes, na França, durante o governo do católico Henrique IV, decretou a liberdade de culto aos protestantes e tornou-se um importante elemento para a aliança rei-burguesia.
III. Na Inglaterra, o Estado absolutista ganhou forma com Henrique VIII, da família Tudor, que baniu o Anglicanismo e restaurou o Catolicismo, medida que só foi revogada no governo da rainha Elizabeth I.
IV. A obra do bispo francês Jacques-Bénigne Bousset, "Política Retirada da Sagrada Escritura", justificava o direito divino como fundamento legitimador do poder real e, consequentemente, do Absolutismo.
I. reforçar os dogmas do Catolicismo abalados pelo Concílio de Trento (1545- 1563).
II. criar mecanismos de combate às heresias que se multiplicaram na Baixa Idade Média como um sintoma da crise da ordem feudal.
III. investigar e punir crimes contra a fé católica - a exemplo da afirmação da transubstanciação, através do tribunal do Santo Ofício.
I. A centralização monárquica tensionou o relacionamento entre os reis e a Igreja, uma vez que esta, além de ter o domínio espiritual sobre a população, também exercia poder temporal, sobre tudo, através da cobrança de tributos feudais, oriundos das suas vastas extensões de terras.
II. As correntes teológicas do "tomismo" e a "agostiniana" consideravam que a salvação estava no livre arbítrio e nas boas obras, o que incentivou o discurso protestante dentro da própria Igreja.
III. A Paz de Algsburgo estabelecia o princípio de que cada governante do Sacro Império Romano-Germânico poderia escolher sua religião e a de seus súditos.
IV. Os "anabatistas", camponeses liderados por Thomas Münzer, viram na subordinação da Igreja ao Estado a possibilidade de romper com a estrutura feudal e passaram a confiscar terras, inclusive da nobreza.
V. O Calvinismo, modelo religioso defendido por João Calvino, expandiu-se mais rapidamente que o Luteranismo, e seus seguidores foram chamados de presbiterianos - na Escócia; huguenotes - na França; e puritanos na Inglaterra.
I. Pode ser conceituado como o modo de produção estruturado pela instituição do trabalho servil e por ser o centro orgânico da economia e da dominação política.
II. O desaparecimento gradual da escravidão levou ao declínio do poder senhorial e favoreceu o surgimento de uma instituição centralizada e militarizada, o Estado Absolutista.
III. Em algumas cidades da Inglaterra, alguns feudos remanescentes ainda resistiam em meados do século XX.
I. O combate ao cristianismo aliado a uma política expansionista proporcionou grandes conquistas territoriais.
II. Reformas de caráter social que privilegiavam a educação e a cultura deram impulso ao chamado Renascimento Carolíngio.
III. A fragmentação do Império Carolíngio deslocou o eixo de poder político- administrativo dos reinos, com o fortalecimento dos senhores das terras, originando a sociedade feudal.
I. Tibério Graco, tribuno da plebe, conseguiu a aprovação de uma lei que limitava a extensão das propriedades fundiárias da nobreza, o que levou à sua morte e de muitos de seus companheiros.
II. A restrição da cidadania às populações latinas visava conter as exigências desse grupo social sobre os seus direitos como patrícios e grandes proprietários rurais.
III. O projeto de reforma agrária dos irmãos Graco tinha por objetivo, entre outros, multiplicar as pequenas propriedades e fortalecer o campesinato que fornecia soldados para as legiões.