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I. Os conflitos com a Inglaterra, no final do século XVIII, levaram a Espanha a estabelecer regras mais flexíveis de comércio entre suas colônias e o mundo externo.
II. A relativa liberdade comercial decretada pelo governo espanhol para as suas colônias em finais do século XVIII foi motivada pelas rebeliões que ocorreram em território americano.
III. Para a Espanha do final do século XVIII, a abertura do comércio colonial foi uma consequência das posições francesas, ansiosas por subverter o panorama político nas regiões coloniais espanholas.
Refletindo sobre esse contexto, analise as afirmativas e marque a resposta correta.
I. Durante o período colonial, a guerra justa foi o instrumento necessário para legitimar a escravidão daqueles que se opunham ao cristianismo.
II. Em um mundo governado pela providência divina, onde era sagrada a hierarquização social, os negros deviam aceitar a sua condição de escravos.
III. A Igreja recomendava que os senhores castigassem severamente seus escravos, para que eles fossem purificados das transgressões cometidas tanto no passado quanto no presente.
I. Desde os primeiros contatos, Colombo procurou entender o modo de vida dos povos indígenas.
II. Colombo, em suas cartas, menciona os índios como parte da paisagem descoberta, tais como as plantas, rios e animais.
III. Para Colombo, os índios eram desprovidos de qualquer tipo de cultura, ou seja, não possuíam costumes, ritos e religiões.
I. Os únicos herbívoros domesticados foram a lhama e a alpaca, prática restrita ao território andino.
II. As plantas domesticáveis mais difundidas foram o milho, vagens e abóbora, originárias do México.
III. O milho, importante cultura no altiplano mexicano, não se difundiu no território da América do Norte.
I. O domínio, grande propriedade herdeira da villa romana, foi típico de todo o território da Europa ocidental.
II. A reserva senhorial da terra (terra indominicata) tendeu à diminuição de sua dimensão entre o período merovíngio (séculos V - VIII) e o carolíngio (séculos VIII - IX).
III. Mansus era a terra entregue ao camponês para a sua produção, constituindo- se na menor parcela de todo o domínio.
I. As Cruzadas, inseridas no processo de reformas gregorianas, tiveram como um dos seus objetivos mais destacados, o fortalecimento do poder da Igreja sobre a cristandade.
II. O movimento cruzadista objetivava submeter infiéis, cismáticos e hereges ao poder da Igreja.
III. Nos séculos finais da Idade Média, o poder da Igreja limitava-se ao julgamento dos clérigos, pois a sua autoridade não se estendia à população civil.
I. O patrocinium constituía-se em um laço de dependência entre um camponês e um grande proprietário, mediante a entrega de terras camponesas para um latifundiário que arcasse com os tributos.
II. A aristocracia senatorial teve o seu poder reduzido a partir das reformas de Diocleciano (284-305), posteriormente reiteradas por Constantino (306- 337).
III. Os trabalhadores livres urbanos tiveram o direito à vitaliciedade e hereditariedade de suas funções cassadas pelo Estado que, assim, liberava- os para o trabalho no campo.
I. O surgimento da polis decorreu do aumento demográfico, fator que causou uma rápida urbanização.
II. As cidades-Estados não se formaram em toda a Grécia Antiga.
III. No fim da época arcaica, Esparta já havia abolido todas as aldeias rurais, pois elas representavam um entrave ao desenvolvimento das cidades- Estados.