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Q3266377 Português
Leia o texto para responder à questão.

Os corpos dos porcos

    Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado.
    O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem.
    Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas.
    Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus.
    Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos.
    Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)
Leia a tira.

Captura_de tela 2025-03-27 195758.png (370×355)
(Laerte, “Piratas do Tietê”. Folha de S.Paulo, 04.03.2024)

A regra de concordância discutida entre os personagens aplica-se à seguinte passagem do texto: 
Alternativas
Q3266376 Português
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Os corpos dos porcos

    Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado.
    O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem.
    Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas.
    Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus.
    Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos.
    Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)
As palavras do texto às quais se aplicam a mesma regra de acentuação gráfica são:
Alternativas
Q3266375 Português
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Os corpos dos porcos

    Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado.
    O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem.
    Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas.
    Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus.
    Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos.
    Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o uso do acento indicativo da crase está em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q3266374 Português
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Os corpos dos porcos

    Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado.
    O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem.
    Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas.
    Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus.
    Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos.
    Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão e o sentido do texto, a oração destacada no trecho do 4º parágrafo – Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. – pode ser substituída por:
Alternativas
Q3266373 Português
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Os corpos dos porcos

    Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado.
    O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem.
    Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas.
    Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus.
    Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos.
    Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita de trecho do texto, entre colchetes, está em conformidade com a norma-padrão de pontuação. 
Alternativas
Q3266372 Português
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Os corpos dos porcos

    Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado.
    O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem.
    Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas.
    Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus.
    Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos.
    Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que é possível identificar, no editorial, a opinião do jornal em relação ao tema tratado.
Alternativas
Q3266371 Português
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Os corpos dos porcos

    Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado.
    O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem.
    Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas.
    Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus.
    Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos.
    Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)
Com a frase do último parágrafo – Vida longa aos xenotransplantes. –, entende-se corretamente que o editorial
Alternativas
Q3266370 Português
Leia o texto para responder à questão.

Os corpos dos porcos

    Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado.
    O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem.
    Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas.
    Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus.
    Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos.
    Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)
No editorial, a análise desenvolvida trata
Alternativas
Q3266367 Português
Leia o texto para responder à questão.

O descobridor das coisas

    A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma música que Mamãe cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeça para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mão na água, fazendo sabão virar muita espuma. Depois torcia a roupa e ia até a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. Mas bonito era quando ela cantava e eu ficava junto aprendendo.

(José Mauro de Vasconcelos. O meu pé de laranja lima, 1975. Adaptado)
A concordância atende à norma-padrão em:
Alternativas
Q3266366 Português
Leia o texto para responder à questão.

O descobridor das coisas

    A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma música que Mamãe cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeça para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mão na água, fazendo sabão virar muita espuma. Depois torcia a roupa e ia até a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. Mas bonito era quando ela cantava e eu ficava junto aprendendo.

(José Mauro de Vasconcelos. O meu pé de laranja lima, 1975. Adaptado)
Na perspectiva de tempo presente, a passagem – Se não estivesse na rua eu começava a cantar. –, assume a seguinte forma:
Alternativas
Q3266363 Português
Leia o texto para responder à questão.

O descobridor das coisas

    A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma música que Mamãe cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeça para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mão na água, fazendo sabão virar muita espuma. Depois torcia a roupa e ia até a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. Mas bonito era quando ela cantava e eu ficava junto aprendendo.

(José Mauro de Vasconcelos. O meu pé de laranja lima, 1975. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo destacado é um recurso de coesão referencial. 
Alternativas
Q3266359 Português
Leia a tira para responder à questão.

Captura_de tela 2025-03-27 194417.png (405×396)

(Fernando Gonsales, “Níquel Náusea”. Folha de S.Paulo, 17.04.2024)
A relação de subordinação entre as orações do segundo quadro – E esperar que nasça abacaxi, eu posso? – é a mesma que se estabelece entre as orações do período: 
Alternativas
Q3266358 Português
Leia a tira para responder à questão.

Captura_de tela 2025-03-27 194417.png (405×396)

(Fernando Gonsales, “Níquel Náusea”. Folha de S.Paulo, 17.04.2024)
A coerência da situação apresentada na tira implica reconhecer que o personagem
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Q1352053 Pedagogia
Leia o texto abaixo e responda à pergunta a seguir.
"Armínio e sua teologia eram polêmicos em todas as partes dos Países Baixos, bem como na Grã-Bretanha e em outros países onde a teologia reformada predominava ou tinha influência. A certa altura da controvérsia, irromperam motins nas principais cidades da Holanda e de outras províncias dos Países Baixos... Embora exonerado de uma heresia pela mais alta autoridade governante do país, acabou morrendo em meio a outra crise entre a igreja e o estado, que gerou em torno de sua crítica pública às doutrinas calvinistas".
Segundo Olson (2001), como são denominados os seguidores do pensamento de Jacó Armínio?
Alternativas
Q1352052 Pedagogia
Cairns (2008), ao falar sobre a plenitude dos tempos, afirma que as várias religiões de mistério pareciam oferecer muito mais que um meio de auxílio espiritual e emocional, e nelas o cristianismo achou seu maior rival. Uma dessas religiões, nos cultos religiosos, conclamava seus adoradores ao sacrifício de um touro e o batismo de seus seguidores com o sangue desse animal. Essa adoração fazia menção a qual divindade?
Alternativas
Q1352051 Pedagogia
Leia o texto abaixo e responda à pergunta a seguir:
“...sustenta que, embora a humanidade tenha se enfraquecido com a natureza de Adão, sobrou livre-arbítrio suficiente para a iniciativa de ter fé em Deus, e então Ele corresponderá”.
Em sua análise sobre origem, natureza e consequências do pecado, Bruce R. Marino {in: Horton, 2002) refere-se à qual teoria teológica sobre o pecado?
Alternativas
Q1352050 Pedagogia
Kaiser Jr. (2011), ao comentar sobre “o povo da promessa", afirma que existem três temas teológicos proeminentes no Livro de Êxodo que abrangem habilmente todo o seu escopo. Esses temas teológicos são:
Alternativas
Q1352049 Pedagogia
A respeito da forma de governo da igreja, segundo Soares (2017), marque a opção que apresenta o papel das Convenções segundo a Declaração de Fé das Assembléias de Deus.
Alternativas
Q1352048 Pedagogia
Segundo Oliveira Lopes (2017), são empecilhos à administração do tempo, EXCETO:
Alternativas
Q1352047 Pedagogia
Leia o texto abaixo.
“Alguns dias depois saí da fundição e passei a dar tempo integral a obra de Deus. Os primeiros dias dedicados a colportagem foram reservados à cidade de Belém. O primeiro dia foi pleno de emoções. Levei na maleta somente algumas Bíblias, achando que voltaria para casa à tarde com quase todas” (Enviado por Deus - Memórias de Daniel Berg, CPAD, 1973).
Araújo (2011) comenta que, no início das atividades, Daniel Berg, então trabalhando na fundição, abandonara o emprego para se dedicar exclusivamente a colportagem. A expressão "colportagem" vem da palavra colportor e significa:
Alternativas
Respostas
41: B
42: D
43: A
44: A
45: E
46: B
47: C
48: D
49: A
50: B
51: C
52: A
53: C
54: E
55: D
56: B
57: C
58: A
59: D
60: E