Questões Militares Para cirurgião-dentista - endodontia

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Q663418 Odontologia
Na polpa dental, um grande número de fibras sensoriais, incluindo fibras C e algumas fibras A-delta, contêm neuropeptídeos vasoativos, como a substância P (SP) e o peptídeo relacionado ao gene da calcitonina (CGRP). NÃO é considerada uma função desses neuropeptídeos no tecido pulpar:
Alternativas
Q663417 Odontologia

Os estabelecimentos de assistência à saúde da Odontologia devem possuir e utilizar de forma rotineira diversos equipamentos de proteção individual. Marque nas assertivas abaixo, “V” para as verdadeiras e “F” para as falsas. Em seguida, marque a alternativa que contém a sequência de respostas CORRETA, na ordem de cima para baixo.

( ) Luvas de procedimento, para o atendimento clínico, devem ser descartadas a cada paciente.

( ) Alguns objetos fora do campo de trabalho podem ser manuseados com as luvas de procedimento.

( ) O avental para proteção deve ser comprido, de mangas longas e somente de tecido claro, em algodão.

( ) As máscaras descartáveis devem possuir dupla camada, com filtração mínima de 95% para partículas de 1 a 5 µm.

( ) Estão indicadas luvas grossas de borracha e cano longo para a limpeza dos artigos e ambiente.

Alternativas
Q663416 Odontologia
A imunização contra agentes de diversas doenças infecciosas é recomendada para toda a equipe odontológica. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a equipe deve atentar para as características da região onde exerce suas atividades laborais e a população atendida, pois diferentes vacinas podem ser indicadas. A vacina contra o agente da Hepatite B é de recomendação em todas as regiões do Brasil. Assinale abaixo como deve ser administrada esta vacina e como é realizada a comprovação de sua efetividade/soroconversão.
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Q656740 Português
Marque a alternativa CORRETA cuja concordância nominal se encontra de acordo com a norma gramatical:
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Q656735 Português

                                             Uma Galinha

                                                                                                      Clarice Lispector

Era uma galinha de domingo. Ainda viva porque não passava de nove horas da manhã.

Parecia calma. Desde sábado encolhera-se num canto da cozinha. Não olhava para ninguém, ninguém olhava para ela. Mesmo quando a escolheram, apalpando sua intimidade com indiferença, não souberam dizer se era gorda ou magra. Nunca se adivinharia nela um anseio.

Foi pois uma surpresa quando a viram abrir as asas de curto vôo, inchar o peito e, em dois ou três lances, alcançar a murada do terraço. Um instante ainda vacilou — o tempo da cozinheira dar um grito — e em breve estava no terraço do vizinho, de onde, em outro vôo desajeitado, alcançou um telhado. Lá ficou em adorno deslocado, hesitando ora num, ora noutro pé. A família foi chamada com urgência e consternada viu o almoço junto de uma chaminé. O dono da casa, lembrando-se da dupla necessidade de fazer esporadicamente algum esporte e de almoçar, vestiu radiante um calção de banho e resolveu seguir o itinerário da galinha: em pulos cautelosos alcançou o telhado onde esta, hesitante e trêmula, escolhia com urgência outro rumo. A perseguição tornou-se mais intensa. De telhado a telhado foi percorrido mais de um quarteirão da rua. Pouco afeita a uma luta mais selvagem pela vida, a galinha tinha que decidir por si mesma os caminhos a tomar, sem nenhum auxílio de sua raça. O rapaz, porém, era um caçador adormecido. E por mais ínfima que fosse a presa o grito de conquista havia soado.

Sozinha no mundo, sem pai nem mãe, ela corria, arfava, muda, concentrada. Às vezes, na fuga, pairava ofegante num beiral de telhado e enquanto o rapaz galgava outros com dificuldade tinha tempo de se refazer por um momento. E então parecia tão livre.

Estúpida, tímida e livre. Não vitoriosa como seria um galo em fuga. Que é que havia nas suas vísceras que fazia dela um ser? A galinha é um ser. É verdade que não se poderia contar com ela para nada. Nem ela própria contava consigo, como o galo crê na sua crista. Sua única vantagem é que havia tantas galinhas que morrendo uma surgiria no mesmo instante outra tão igual como se fora a mesma.

Afinal, numa das vezes em que parou para gozar sua fuga, o rapaz alcançou-a. Entre gritos e penas, ela foi presa. Em seguida carregada em triunfo por uma asa através das telhas e pousada no chão da cozinha com certa violência. Ainda tonta, sacudiu-se um pouco, em cacarejos roucos e indecisos. Foi então que aconteceu. De pura afobação a galinha pôs um ovo. Surpreendida, exausta. Talvez fosse prematuro. Mas logo depois, nascida que fora para a maternidade, parecia uma velha mãe habituada. Sentou-se sobre o ovo e assim ficou, respirando, abotoando e desabotoando os olhos. Seu coração, tão pequeno num prato, solevava e abaixava as penas, enchendo de tepidez aquilo que nunca passaria de um ovo. Só a menina estava perto e assistiu a tudo estarrecida. Mal porém conseguiu desvencilhar-se do acontecimento, despregou-se do chão e saiu aos gritos:

— Mamãe, mamãe, não mate mais a galinha, ela pôs um ovo! ela quer o nosso bem! 

Todos correram de novo à cozinha e rodearam mudos a jovem parturiente. Esquentando seu filho, esta não era nem suave nem arisca, nem alegre, nem triste, não era nada, era uma galinha. O que não sugeria nenhum sentimento especial. O pai, a mãe e a filha olhavam já há algum tempo, sem propriamente um pensamento qualquer. Nunca ninguém acariciou uma cabeça de galinha. O pai afinal decidiu-se com certa brusquidão:

— Se você mandar matar esta galinha nunca mais comerei galinha na minha vida!

— Eu também! jurou a menina com ardor. A mãe, cansada, deu de ombros.

Inconsciente da vida que lhe fora entregue, a galinha passou a morar com a família. A menina, de volta do colégio, jogava a pasta longe sem interromper a corrida para a cozinha. O pai de vez em quando ainda se lembrava: "E dizer que a obriguei a correr naquele estado!" A galinha tornara-se a rainha da casa. Todos, menos ela, o sabiam. Continuou entre a cozinha e o terraço dos fundos, usando suas duas capacidades: a de apatia e a do sobressalto.

Mas quando todos estavam quietos na casa e pareciam tê-la esquecido, enchia-se de uma pequena coragem, resquícios da grande fuga — e circulava pelo ladrilho, o corpo avançando atrás da cabeça, pausado como num campo, embora a pequena cabeça a traísse: mexendo-se rápida e vibrátil, com o velho susto de sua espécie já mecanizado.

Uma vez ou outra, sempre mais raramente, lembrava de novo a galinha que se recortara contra o ar à beira do telhado, prestes a anunciar. Nesses momentos enchia os pulmões com o ar impuro da cozinha e, se fosse dado às fêmeas cantar, ela não cantaria mas ficaria muito mais contente. Embora nem nesses instantes a expressão de sua vazia cabeça se alterasse. Na fuga, no descanso, quando deu à luz ou bicando milho — era uma cabeça de galinha, a mesma que fora desenhada no começo dos séculos.

Até que um dia mataram-na, comeram-na e passaram-se anos.

Texto extraído do livro “Laços de Família”, Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1998, pág. 30. Selecionado por Ítalo Moriconi, figura na publicação “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século”.  

Marque a alternativa CORRETA quanto ao perfil psicológico da galinha antes do início do preparo do almoço:
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Q746995 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

O Mundo Moderno e a Violência


No trecho “É difícil, talvez impossível, dizer que um século é mais violento que outro” (linha 18), a supressão da palavra sublinhada provocaria o seguinte efeito argumentativo no texto:
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Q746682 História e Geografia de Estados e Municípios

Vários são os motivos que determinaram o crescimento de Goiânia e das cidades do entorno na década de 1990 [....], dentre os quais se podem citar as políticas públicas que serviram de atrativo para essa população migrante. O crescimento da Região Metropolitana como um todo está diretamente relacionado com a expansão de Goiânia, principalmente entre o início da década de 1970 e final da década de 1980.


FREITAS, C. A. L. L. Goiânia: as perspectivas do planejamento urbano e contradição com os espaços segregados. Revista Plurais. Anápolis-GO, v.1, n.2. 2005, p.85-86 (Adaptado)


O texto faz referência à expansão urbana da região metropolitana de Goiânia a partir da década de 1990. Sobre esse tema, o fator que contribuiu para a expansão dessa região foi 

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Q746537 Português
Em relação ao modo como o texto está semanticamente organizado, verifica-se que a última frase de cada parágrafo exerce, em relação a ele, a função de
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Q742723 História e Geografia de Estados e Municípios

No período republicano, a causa separatista do norte de Goiás voltou a se manifestar. O crescimento econômico das regiões sul e sudoeste, intensificado a partir da chegada dos trilhos no estado, refletiu-se no aumento das diferenças regionais.

ASSIS, Wilson Rocha. Estudos de História de Goiás. Goiânia: Vieira, 2005. p. 139.

O texto refere-se aos esforços que culminaram na criação do estado de Tocantins, em 1988. O novo estado foi efetivado politicamente

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Q742241 Português
Ao usar a expressão “objeto inteligível” (linha 50), o autor está indicando, por meio do uso do adjetivo, que o objeto a que se refere é
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Q741813 Odontologia
Os exames laboratoriais podem colaborar com o tratamento endodôntico sob diferentes aspectos, tais como:
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Q741812 Odontologia
Modificações na fisiologia do organismo da mulher ocorrem na gravidez, e a mais significativa é o aumento do débito cardíaco a partir do primeiro trimestre da gestação, o qual se acentua no trabalho de parto. Em odontologia, a eleição do anestésico local deve estar fundamentada na eficácia para a mãe e na ausência de riscos para o feto. Assim sendo, qual é o anestésico ideal para gestantes?
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Q741811 Odontologia
Com relação ao nível do traço de fratura radicular, em que região ocorrem aquelas que apresentam melhores prognósticos, quando se pensa na manutenção da coroa dentária.
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Q741810 Odontologia
A polpa dentária é um tecido conjuntivo frouxo especializado, ricamente vascularizado e inervado. Em relação à histologia pulpar, verifica-se que
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Q741809 Odontologia
É uma propriedade biológica desejável aos materiais obturadores de canais radiculares:
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Q741808 Odontologia
Homem, com 19 anos de idade, apresenta o dente 36 com lesão cariosa extensa. Não relata sensibilidade espontânea ou provocada. O exame radiográfico mostra proximidade da lesão com a câmara pulpar, não evidenciando comunicação com a mesma, assim como nenhuma imagem de lesão periapical. Após testes térmicos de sensibilidade não se obteve resposta conclusiva. Para um diagnóstico seguro da vitalidade pulpar recomenda-se a seguinte conduta:
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Q741807 Odontologia
O cimento AH Plus é um cimento obturador de canal radicular à base de
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Q741806 Odontologia
A dor ou desconforto pós-obturação dos canais radiculares é um evento previsível. O seu tratamento varia de acordo com a situação. Nos casos em que ocorreu dor pós-obturação dos canais radiculares e a obturação encontra-se adequada, o tratamento indicado é
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Q741805 Odontologia
Em casos de canais radiculares extremamente atrésicos, o procedimento mais adequado para o seu acesso é o emprego de
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Q741804 Odontologia
A periodontite apical sintomática traumática tem como característica clínica:
Alternativas
Respostas
401: A
402: A
403: C
404: X
405: X
406: B
407: A
408: C
409: B
410: D
411: B
412: A
413: D
414: A
415: C
416: A
417: C
418: D
419: C
420: D