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Q2091714 Raciocínio Lógico
Os 44 dentistas de uma cidade foram questionados se concluíram os cursos de especialização em ortodontia, implantodontia e traumatologia. Considere que todos os dentistas têm, pelo menos, uma das especializações citadas. Alguns dos resultados da pesquisa estão descritos a seguir; analise-os.
28 dentistas fizeram a especialização em ortodontia; 4 dentistas fizeram apenas a especialização em ortodontia; 1 dentista fez apenas a especialização em traumatologia; 21 dentistas fizeram as especializações de ortodontia e implantodontia; 11 dentistas fizeram as especializações de implantodontia e traumatologia; e, 13 dentistas fizeram as especializações de ortodontia e traumatologia.
De acordo com as informações anteriores, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2091710 Português
Violência contra a mulher: uma pandemia que precisamos combater

   A luta pelo fim da violência contra a mulher não é uma empreitada solitária: ela diz respeito a um movimento muito maior, que demanda comprometimento também dos homens com o enfrentamento a uma situação que, calamitosa, agravou-se sobremaneira durante a pandemia do novo coronavírus. Com o propósito de chamar a atenção para a gravidade do problema, a campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher” acontece, também neste ano, com o apoio da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF). Realizada em 150 países por meio da mobilização da sociedade civil, a ação conta a cada ano com maior conscientização e engajamento da população e do poder público brasileiro.
   Apesar da diminuição da violência de gênero nas ruas, a violência doméstica e familiar cresceu, apontam dados da terceira edição da pesquisa “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, realizada pelo Instituto Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o levantamento, uma em cada quatro brasileiras acima de 16 anos sofreu algum tipo de violência ou agressão em 2020. Ou seja, no último ano, cerca de 17 milhões de mulheres foram vítimas de violência física, psicológica ou sexual. Esses números correspondem a informações que de algum modo chegaram ao poder público, sem considerar a cifra inviabilizada por ausência de denúncia.
    A situação é tão grave que, em mais de uma ocasião, a diretora-executiva da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres, a sul-africana Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirmou que enfrentamos duas pandemias: uma, sanitária, que nos expôs ao risco de contaminação por uma doença até então desconhecida, e, outra, silenciosa e invisível, de violência doméstica.
    O mesmo estudo indica que a ofensa verbal foi o tipo de agressão mais frequente no período analisado: cerca de 13 milhões de brasileiras relataram ter sido xingadas e insultadas no próprio ambiente familiar, enquanto 5,9 milhões passaram por ameaças de violência física, como tapas, empurrões e chutes. O cenário é ainda pior se levarmos em conta que outras questões atravessam o sofrimento dessas cidadãs. Segundo o Datafolha, 46,7% das vítimas de violência desde o início da pandemia também perderam o emprego.

(Nildete Santana de Oliveira – Francisco Caputo – Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2021/12/4968165-violencia-contra-amulher-uma-pandemia-que-precisamos-combater.html. Adaptado.)
O texto expõe duas situações que se relacionam no cenário apresentado: a violência contra a mulher e a pandemia do novo coronavírus. Em relação ao citado anteriormente, de acordo com o texto pode-se afirmar que:
I. Há uma relação de causa e consequência estabelecida entre as situações apresentadas.
II. Tanto uma situação quanto a outra são questões graves e vistas como tipos de pandemias, ainda que diferentes.
III. A pandemia do novo coronavírus tornou a violência doméstica, até então silenciosa, exposta em sua totalidade e gravidade à sociedade.
IV. Chegou-se à conclusão de que a pandemia do novo coronavírus foi fator fundamental para o estabelecimento da violência contra a mulher.
Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2091709 Português
Violência contra a mulher: uma pandemia que precisamos combater

   A luta pelo fim da violência contra a mulher não é uma empreitada solitária: ela diz respeito a um movimento muito maior, que demanda comprometimento também dos homens com o enfrentamento a uma situação que, calamitosa, agravou-se sobremaneira durante a pandemia do novo coronavírus. Com o propósito de chamar a atenção para a gravidade do problema, a campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher” acontece, também neste ano, com o apoio da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF). Realizada em 150 países por meio da mobilização da sociedade civil, a ação conta a cada ano com maior conscientização e engajamento da população e do poder público brasileiro.
   Apesar da diminuição da violência de gênero nas ruas, a violência doméstica e familiar cresceu, apontam dados da terceira edição da pesquisa “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, realizada pelo Instituto Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o levantamento, uma em cada quatro brasileiras acima de 16 anos sofreu algum tipo de violência ou agressão em 2020. Ou seja, no último ano, cerca de 17 milhões de mulheres foram vítimas de violência física, psicológica ou sexual. Esses números correspondem a informações que de algum modo chegaram ao poder público, sem considerar a cifra inviabilizada por ausência de denúncia.
    A situação é tão grave que, em mais de uma ocasião, a diretora-executiva da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres, a sul-africana Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirmou que enfrentamos duas pandemias: uma, sanitária, que nos expôs ao risco de contaminação por uma doença até então desconhecida, e, outra, silenciosa e invisível, de violência doméstica.
    O mesmo estudo indica que a ofensa verbal foi o tipo de agressão mais frequente no período analisado: cerca de 13 milhões de brasileiras relataram ter sido xingadas e insultadas no próprio ambiente familiar, enquanto 5,9 milhões passaram por ameaças de violência física, como tapas, empurrões e chutes. O cenário é ainda pior se levarmos em conta que outras questões atravessam o sofrimento dessas cidadãs. Segundo o Datafolha, 46,7% das vítimas de violência desde o início da pandemia também perderam o emprego.

(Nildete Santana de Oliveira – Francisco Caputo – Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2021/12/4968165-violencia-contra-amulher-uma-pandemia-que-precisamos-combater.html. Adaptado.)
Considerando-se as relações anafóricas estabelecidas no texto e sua importância para a continuidade das ideias apresentadas, assinale a a alternativa que indica corretamente o referente correspondente ao termo destacado.
Alternativas
Q2091707 Português
Violência contra a mulher: uma pandemia que precisamos combater

   A luta pelo fim da violência contra a mulher não é uma empreitada solitária: ela diz respeito a um movimento muito maior, que demanda comprometimento também dos homens com o enfrentamento a uma situação que, calamitosa, agravou-se sobremaneira durante a pandemia do novo coronavírus. Com o propósito de chamar a atenção para a gravidade do problema, a campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher” acontece, também neste ano, com o apoio da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF). Realizada em 150 países por meio da mobilização da sociedade civil, a ação conta a cada ano com maior conscientização e engajamento da população e do poder público brasileiro.
   Apesar da diminuição da violência de gênero nas ruas, a violência doméstica e familiar cresceu, apontam dados da terceira edição da pesquisa “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, realizada pelo Instituto Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o levantamento, uma em cada quatro brasileiras acima de 16 anos sofreu algum tipo de violência ou agressão em 2020. Ou seja, no último ano, cerca de 17 milhões de mulheres foram vítimas de violência física, psicológica ou sexual. Esses números correspondem a informações que de algum modo chegaram ao poder público, sem considerar a cifra inviabilizada por ausência de denúncia.
    A situação é tão grave que, em mais de uma ocasião, a diretora-executiva da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres, a sul-africana Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirmou que enfrentamos duas pandemias: uma, sanitária, que nos expôs ao risco de contaminação por uma doença até então desconhecida, e, outra, silenciosa e invisível, de violência doméstica.
    O mesmo estudo indica que a ofensa verbal foi o tipo de agressão mais frequente no período analisado: cerca de 13 milhões de brasileiras relataram ter sido xingadas e insultadas no próprio ambiente familiar, enquanto 5,9 milhões passaram por ameaças de violência física, como tapas, empurrões e chutes. O cenário é ainda pior se levarmos em conta que outras questões atravessam o sofrimento dessas cidadãs. Segundo o Datafolha, 46,7% das vítimas de violência desde o início da pandemia também perderam o emprego.

(Nildete Santana de Oliveira – Francisco Caputo – Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2021/12/4968165-violencia-contra-amulher-uma-pandemia-que-precisamos-combater.html. Adaptado.)
Ainda que o termo destacado a seguir seja excluído, a correção gramatical será preservada assim como a coesão e a coerência. Indique o trecho que apresenta tal elemento.
Alternativas
Q2091705 Português
Violência contra a mulher: uma pandemia que precisamos combater

   A luta pelo fim da violência contra a mulher não é uma empreitada solitária: ela diz respeito a um movimento muito maior, que demanda comprometimento também dos homens com o enfrentamento a uma situação que, calamitosa, agravou-se sobremaneira durante a pandemia do novo coronavírus. Com o propósito de chamar a atenção para a gravidade do problema, a campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher” acontece, também neste ano, com o apoio da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF). Realizada em 150 países por meio da mobilização da sociedade civil, a ação conta a cada ano com maior conscientização e engajamento da população e do poder público brasileiro.
   Apesar da diminuição da violência de gênero nas ruas, a violência doméstica e familiar cresceu, apontam dados da terceira edição da pesquisa “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, realizada pelo Instituto Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o levantamento, uma em cada quatro brasileiras acima de 16 anos sofreu algum tipo de violência ou agressão em 2020. Ou seja, no último ano, cerca de 17 milhões de mulheres foram vítimas de violência física, psicológica ou sexual. Esses números correspondem a informações que de algum modo chegaram ao poder público, sem considerar a cifra inviabilizada por ausência de denúncia.
    A situação é tão grave que, em mais de uma ocasião, a diretora-executiva da Organização das Nações Unidas (ONU) Mulheres, a sul-africana Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirmou que enfrentamos duas pandemias: uma, sanitária, que nos expôs ao risco de contaminação por uma doença até então desconhecida, e, outra, silenciosa e invisível, de violência doméstica.
    O mesmo estudo indica que a ofensa verbal foi o tipo de agressão mais frequente no período analisado: cerca de 13 milhões de brasileiras relataram ter sido xingadas e insultadas no próprio ambiente familiar, enquanto 5,9 milhões passaram por ameaças de violência física, como tapas, empurrões e chutes. O cenário é ainda pior se levarmos em conta que outras questões atravessam o sofrimento dessas cidadãs. Segundo o Datafolha, 46,7% das vítimas de violência desde o início da pandemia também perderam o emprego.

(Nildete Santana de Oliveira – Francisco Caputo – Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2021/12/4968165-violencia-contra-amulher-uma-pandemia-que-precisamos-combater.html. Adaptado.)
Contribuindo para o estabelecimento da coesão e coerência textuais, algumas palavras atuam na organização e progressão dos parágrafos e do texto. Em “Apesar da diminuição da violência [...]” (2º§), a expressão destacada:
Alternativas
Q2017230 Medicina
Quanto aos principais grupos de imunodeficiências primárias e suas características, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Defeitos predominantemente de anticorpos. 2. Defeitos da imunidade celular (células T). 3. Defeitos de fagócitos. 4. Defeitos de complemento.
( ) Predisposição para infecções graves causadas por patógenos intracelulares. Comorbidades podem frequentemente estar associadas, como rash neonatal, alterações neurológicas, diarreia persistente e falência de crescimento ponderoestatural. ( ) Suscetibilidade para infecções recorrentes graves causadas por bactérias como Staphylococcus aureus, Gram-negativas e alguns fungos. Estomatites de repetição são frequentes e podem existir anormalidades ósseas, déficit de crescimento e atraso na queda do coto umbilical. ( ) Suscetibilidade aumentada para infecções do trato respiratório causadas por bactérias extracelulares capsuladas, infecções gastrointestinais causadas por enterovírus e Giardia lamblia, artrites sépticas causadas por Mycoplasma sp. Nas formas mais graves, há predisposição para doenças autoimunes, linfoproliferativas, processos granulomatosos e malignidade. ( ) Defeitos dos componentes iniciais podem estar associados a quadros autoimunes e infecções por bactérias capsuladas. Deficiências dos componentes terminais predispõem às infecções graves causadas por Neisseria sp.
Alternativas
Q2017229 Medicina
Pediatra está de plantão na maternidade e é chamado para avaliar um recém-nascido. A mãe refere que, ao trocar a fralda do filho pela primeira vez, percebeu uma mancha em sua pele. A mancha é em região lombossacral, tem coloração marrom-azulada e mede aproximadamente 7 cm de diâmetro. Nesse caso, qual é a conduta mais adequada?
Alternativas
Q2017228 Medicina
Considerando as seguintes infecções e suas características mais comuns, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Dengue. 2. Chikungunya. 3. Zika.
( ) O motivo de consulta mais comum é exantema ou prurido e é muito frequente a presença de conjuntivite. ( ) Comumente, a leucopenia é de moderada a intensa, e a proteína C reativa é normal. ( ) Manifestações neurológicas são pouco frequentes (mas podem ser frequentes e graves em neonatos) e poliartralgias são muito frequentes. 
Alternativas
Q2017227 Medicina
Um adolescente vem à emergência com forte dor lombar, de início súbito, do tipo cólica, irradiando para o abdome. Mostra-se irritável e agitado, com sudorese e muito desconfortável. Em relação aos exames complementares e seus achados mais prováveis para o paciente, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2017226 Medicina
As causas iniciais de lesão renal que culminam na doença renal crônica variam de acordo com a faixa etária do paciente. Das seguintes alternativas, qual é a causa mais comum em préescolares?
Alternativas
Q2017225 Medicina
O recém-nascido (RN) deve ter estabelecidas sua idade gestacional (IG) e a avaliação de seu peso ao nascer. Assinale a alternativa correta quanto a essas denominações.
Alternativas
Q2017224 Medicina
As comunicações interatriais (CIA) são cardiopatias congênitas geralmente assintomáticas, as quais devem ser identificadas pelo pediatra no exame de rotina através da ausculta cardíaca. A respeito dessa condição, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2017223 Medicina
Uma menina de 12 anos apresentou queda do rendimento escolar, dificuldade de concentração e agitação, referidos pela professora. Os pais ficaram preocupados após perceberem que ela também apresentou emagrecimento, sudorese, sono agitado, intolerância ao calor, mãos úmidas e quentes e tremores finos de extremidades. Sobre o caso, que se trata de hipertireoidismo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2017222 Medicina
Qual erro inato do metabolismo contraindica o aleitamento materno, mesmo que esteja clinicamente e laboratorialmente estável?
Alternativas
Q2017221 Medicina
Assinale a alternativa correta sobre as características do leite materno.
Alternativas
Q2017220 Medicina
O quadro clínico geral das parasitoses intestinais, na grande maioria dos casos, é oligossintomático ou assintomático. Uma das possíveis manifestações é a desnutrição e ela acontece de modo diferente para cada verminose. Em relação ao Ascaris lumbricoides, é correto afirmar que seu mecanismo de desnutrição é por
Alternativas
Q2017219 Medicina
Para o diagnóstico da desnutrição, é fundamental considerar os aspectos geográficos heterogêneos no Brasil e as formas clínicas de desnutrição grave. A respeito destas, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Kwashiorkor. 2. Marasmo.
( ) Prevalece nos locais com fome por escassez de recursos econômicos. ( ) Prevalece em locais com riqueza de recursos naturais, mas com desconhecimento da oferta adequada e com práticas inadequadas (como a oferta de mingaus contendo apenas água e farinha). ( ) Acomete crianças acima de 2 anos e caracteriza-se, por exemplo, por alterações de pele, acometimento de cabelos e apatia. ( ) Acomete crianças menores de 12 meses, com emagrecimento acentuado, baixa atividade, irritabilidade, atrofia muscular e subcutânea, com aspecto envelhecido (fáscies senil ou simiesca), costelas visíveis e nádegas hipotróficas. ( ) Nesse tipo de desnutrição, o abdome pode ser globoso e raramente com hepatomegalia. ( ) Nesse tipo de desnutrição, o edema é de membros inferiores e/ou anasarca, geralmente é bilateral simétrico, começa nos pés, progride para os pés e as mãos baixas e, em casos graves, pode envolver a face. 
Alternativas
Q2017218 Medicina
Na avaliação das anemias, um exame muito importante é o eritrograma. A esse respeito, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) O hematócrito é a proporção do volume do sangue que é ocupado pelas células vermelhas. ( ) O RDW (amplitude de variação eritrocitária) é a medida de intensidade de anisocitose, isto é, da variação do tamanho dos glóbulos vermelhos em uma amostra de sangue. ( ) Os reticulócitos são as células vermelhas imaturas sem núcleo, cujos valores normais para o recém-nascido são de 7 a 15%, caindo para valores de adultos (5%) com 15 dias de vida. ( ) A policitemia ocorre quando a hemoglobina é maior do que 18,5 g/dL nas mulheres e maior do que 16,5 g/dL nos homens, e pode ser primária ou secundária. ( ) Reticulócitos diminuídos sugerem falha de produção na medula óssea e, quando aumentados, sugerem aumento da eritropoese (anemias hemolíticas). 
Alternativas
Q2017217 Medicina
Em relação às pneumonias neonatais, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2017216 Medicina
No tratamento do choque, dispõe-se de algumas opções medicamentosas, com diferentes efeitos, de acordo com a ação da estimulação de cada receptor sobre o sistema cardiocirculatório. Das alternativas a seguir, qual droga NÃO atua em receptores adrenérgicos?
Alternativas
Respostas
361: D
362: A
363: E
364: E
365: A
366: D
367: A
368: C
369: B
370: E
371: D
372: C
373: A
374: A
375: B
376: C
377: A
378: B
379: E
380: C